Catarine
Realmente eles achavam que eu ia perder a luta, e até engraçado, porque nem lutei tão bem assim e derrubei aquele cara fácil.
Depois de apagar o cara fui até o banheiro tirar a faixa que estava suja de sangue, coloquei minhas mãos debaixo da água. Na hora Pesadelo entra no banheiro e avisa que o treino de tiro vai começar.
Saí do banheiro e fui junto com o pessoal, novamente fiquei por último, fiquei observando cada um deles atirar, e meu deus era um pior que o outro, dos vinte ali, só se salva uns 5 e olhe lá.
Assim que cheguei na bancada, observei cada uma das armas, já havia usado todas, peguei uma de cada e acertei o alvo no mesmo lugar com todas.
Olhei para os meninos que estavam de boca aberta, apenas sai e me juntei aos outros. Pesadelo falou algumas coisas e o pessoal começou a ir embora, peguei minha bolsa e na hora vi Ph vindo em minha direção.
— Caralho segurança, me desculpe se um dia duvidei de você baixinha. — Ele diz rindo.
— Imagina. — dei risada.
— Você conseguiu entrar, amanhã você começa fazendo a segurança da boca, vou te explicar tudo direitinho. — ele diz e me sinto feliz.
— Ótimo, obrigada Ph, se não fosse por você não teria conseguido.
— Para com isso, você e foda mina, que tal irmos comer algo ? E à tarde podemos comemorar sua entrada, bebida por minha conta. — ele pergunta sorrindo.
— Claro, tô morrendo de fome e também tô precisando beber. — dei risada.
Quando estava saindo do galpão, olhei pra Bak e Pesadelo, eles estavam me olhando, apenas sorri e dei um tchauzinho.
Peguei minha moto e o pH a dele e descemos para a padaria, nós sentamos em uma mesa e fizemos os pedidos.
— Você morava onde antes?
— Nasci no Brasil, mas quando tinha 3 anos, meus pais se mudaram pra Rússia, com cinco perdi eles dois, tive que viver com uma família adotiva que são pessoas maravilhosas.
— Caraca que sinto muito, e porque decidiu vir pra cá ?
— Pra mudar um pouco, sempre achei lindo o Brasil, inclusive o Rio.
— Você fala bem portugues, nem imaginei que seria de outro país. — Ele diz me encarando.
— Desde pequena estudei inglês, espanhol e português. — digo ele arregala os olhos. — eu gosto de estudar, sempre gostei de lutar e atirar. Caçava com meu pai em todos os invernos.
— Caraca a cada dia te acho mais foda. — Ele diz e na mesma hora nosso café chega.
Quando íamos começar a comer, pesadelo e Bak chegam.
— Podemos sentar aqui ? — Bak pergunta.
— Claro. — digo dando um sorriso.
Bak sentou do lado do Ph e Pesadelo do meu lado.
— Ta achando oque do morro Catarine ? — perguntou Bak.
— Tô adorando e bem bonito aqui. — digo pegando meus pães de queijo. — querem ?
— Não, vamos pedir pra gente, pode ficar tranquila. — diz Pesadelo.
— Que bom que tá gostando, aqui é muito bom pra se morar, tentamos deixar o mais seguro possível. — Bak diz.
— Que legal, eu ouvi falar que vocês fazem umas festas que o pessoal chama de baile né? Queria conhecer. Vai ter esse ano? — digo e os meninos dão risada.
— Tem quase todo final de semana gatinha, sábado vai ter, se você não estiver trabalhando, pode ir, eu te levo. — Ph diz.
— Que legal, quando estiver de folga então eu vou. — digo animada.
— Pode ir sim, não vou escalar você pra sábado e nem domingo, pra você poder conhecer e domingo vou fazer um churrasco, e você tá convidada. — Pesadelo fala. — Leva ela Ph.
— Ae caralho, você vai conhecer o melhor Baile do rio de janeiro princesa. — Ph diz animado.
— Caramba, obrigada Pesadelo. — digo colocando a mão em seu ombro e sorrindo.
Na mesma hora ele me encarou e eu tirei minha mão dele.
— Fica em paz e só pra você conhecer melhor o morro onde vai trabalhar. — ele diz ainda me encarando.
Os meninos ficam olhando pra ele com a sobrancelha arqueada e eu não entendo nada.
— Tudo bem, vai ser bom mesmo. — digo sorrindo meio constrangida.
— Final da tarde vou levar ela pra tomar umas no bar do Diogo pra comemorar, se quiserem ir. — Ph diz animado para os dois.
— Eu tô dentro. Vamos comemorar a entrada da Viúva negra no morro. — ele diz isso e dou risada.
— Gostei desse vulgo em. — eu falo
— Então agora você é Oficialmente a Viúva Negra — Ph fala.
— Vou ver se dá pra colar lá no bar e aviso vocês. — diz pesadelo. — Curti esse vulgo.
Terminamos o café e os meninos foram embora, subi na moto e fui pra casa.
Assim que entrei meu telefone tocou e era meu pai.
Ligação On
— Oie filha, como estão as coisas ?
— Oi pai, estão bem, consegui emprego como vapor, agora e só seguir com o plano.
— Ótimo, essa é minha menina, vou tentar ir te visitar mês que vem.
— Tudo bem pai, vou aguardar.
Ligação Off
Resolvi dormir um pouco antes de sair com Ph e o Bak, fui tomar um banho e coloquei uma camisolinha fresca e dormi.
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Atualizado até capítulo 77
Comments
Maria Sena
Ela já passou no teste da luta, do tiro, e agora vamos ver no teste de resistência da cachaça.
2024-11-26
1
TRAIÇÃO NÃO TEM PERDÃO
Teu Pai Morreu Quando VC Tinha 5 Começou Caçar Com Quantas Anos ?
2024-08-30
1
Andressa Silva
😊😊😊😃
2024-04-08
1