....
Acordei com meu despertador tocando às 04h da manhã, estava suada de calor, precisava comprar um ventilador urgente. Levantei e fui tomar um banho gelado.
Saí do banheiro e coloquei uma calça preta legging, um top preto e por cima um colete fininho branco, coloquei um tênis preto e amarrei meu cabelo num coque, peguei um óculos escuro e coloquei em cima da cabeça. Botei meu celular no bolso da calça e também coloquei um maço de cigarro e um isqueiro.
Fui pra sala e tomei um pouco de suco e comi um sanduíche que tinha comprado ontem. Olhei o celular e já eram 04h50. Peguei a chave da moto e abri a porta. Quando pisei o pé pra fora, dei de cara com Pesadelo encostado na moto de braços cruzados.
— Bom dia Viúva Negra. — ele diz e dá um sorriso.
— Bom dia Pesadelo. — digo puxando minha moto.
— Pode deixar a moto, você vai comigo hoje. — ele diz e eu guardo de volta ela e fechou o portão.
Ele senta na moto e eu me sentei atrás, quando ia pôr a mão em volta dele, me lembrei que ele não gostava e tirei rápido.
— Pode colocar a mão de volta. — ele diz pegando um dos meus braços e puxando pra abraçar ele.
Envolvi meus braços ao seu redor e ele deu partida, conseguia sentir cada detalhe da sua barriga nas minhas mãos. Ele era realmente uma delícia.
Chegamos na boca e desci da moto, esperei o mesmo e ele entrou na boca e eu fiquei ali parada esperando.
— Vem logo menina, vai ficar parada aí. — ele diz rindo.
Entro lá pra dentro e ele me leva pra pegar uma arma.
— Você agora de manhã vai fazer a segurança da boca, ninguém entra sem minha permissão e se tentar passar você pode botar o terror. — ele diz me dando uma arma e uma pistola. — esse é seu rádio, sabe usar ? — ele me dá e eu dou uma rápida olhada.
— Sim!
— Ótimo, às 12h um outro muleque chega e você vai almoçar, vou ir com você e depois vamos fazer cobrança. — ele diz e eu apenas concordo. — Alguma dúvida ?
— Preciso saber das regras, vocês tem né ? Vai que faço algo que não pode.
— Vou mandar o Ph te entregar um papel com todas mais tarde. — ele diz e começa a andar para o lado de fora de novo.
Saímos e tinha um menino lá, que estava quando cheguei.
— Rick pode ir embora, já vão te cobrir agora. — ele diz e o moleque me encara.
— Valeu patrão, tô indo nessa. — diz e sai andando morro a baixo.
— Pronto, pode ficar por aqui, bom primeiro dia. — ele diz entrando e me dando tchau.
Fiquei ali parada observando tudo, já estava acostumada com algumas missões assim, em que só vigiava, então era moleza.
A hora estava passando rápido e ninguém tinha vindo aqui ainda, fiquei cobrindo uma boa área.
Quando faltava pouco pra eu sair, a Nathalia chega.
Ela fingiu que não me viu e já foi direto na porta, peguei ela pelo braço na mesma hora.
— Sem autorização não entra. — digo e a mesma me encara.
— Eu sou a fiel dele, posso entrar a hora que quiser aqui, ele não te avisou ? — ela diz colocando a mão na cintura.
— Olha Natália, não enche não, me fala o que quer e eu vejo se ele quer receber você. — digo e a mesma fica furiosa.
— Você tá achando que é quem, em sua vagabunda ? — ela diz chegando mais perto.
Deus! O dia tava tão bom!
Peguei o rádio e avisei pra pesadelo que ela tava aqui e ele disse que não ia receber ela.
— Pode ir embora Natália, patrão não quer ver você. — digo e a mesma me encara com raiva e sai bufando.
Passou mais uns dez minutos e Pesadelo saiu.
— Vamos? — ele pergunta.
— O cara que vai me cobrir não chegou ainda patrão. — digo e ele me encara e sorri.
— Verdade. — ele para do meu lado e fica ali, até eu ver um cara subindo.
— Eai patrão, desculpa o atraso. — ele diz quase sem fôlego.
— Fica em paz irmão, só não deixa isso acontecer de novo. — ele diz e encara o cara. — Vamos Viúva.
Vou caminhando com ele até a moto, arrumo a arma nas minhas costas e subo na garupa. Em poucos minutos chegamos no restaurante e Bak e Ph estavam lá esperando a gente.
— e aí viúva negra, como foi seu primeiro dia. — Ph fala me abraçando.
— Não terminou ainda, depois te conto. — dou risada.
— Já atirou em alguém ? — Bak pergunta e encaro ele.
— Infelizmente não, mas a Natália tava se voluntariando hoje. — digo e todos dão risada.
— Aquela ali irrita geral nunca vi. — diz bak
Sentamos na mesa e Bak chamou a garçonete.
— Oi meninos, vão querer oque ? — ela perguntou e me olha com uma cara de nojo.
— Vou querer um filé de frango com fritas. — Diz ph
— Pode ser o mesmo pra mim — diz Bak.
— Eu vou querer um bife acebolado e você Viúva ? — ele me pergunta e a menina vira os olhos.
— Pode ser Strogonoff. — digo e a mesma anota no papel.
— Querem algo mais ?
— Você bebe refri? — pesadelo me pergunta e eu só concordo. — Pode trazer uma coca de dois litros.
A menina terminou de anotar e saiu.
— Viúva fazendo inimigos no primeiro dia de trampo. — Ph diz e Bak e ele dão risada.
— A mina fingiu que ela nem tava na mesa. — Bak diz.
— Se eu for por na minha lista negra geral que me olha torto, tava ferrada. — dou risada.
Conversamos um pouco e logo uma outra moça trouxe nossa comida.
— que foi ? Tá encarando o prato com uma cara mó estranha. — Pesadelo diz.
— É que eu achei que era diferente, esqueci que estava em outro lugar. — digo e eles fazem cara de confuso.
— Não entendi foi e nada, isso aí é um strogonoff normal. — Bak diz.
— É que onde eu morava, Strogonoff é com carne e molho de mostarda e smetana. — digo e novamente eles me encaram e dão risada.
— Se tá viajando Catarine ? — Pesadelo ri.
— A mina não é do Brasil Caraí, ela é lá da Rússia, por isso. — ph diz tranquilamente.
— Que ? — Bak pergunta.
— Essas informações seriam boas logo no primeiro dia. — Pesadelo fala.
— Gente, depois falamos disso, agora deixa eu comer e ver se é bom. — digo dando uma garfada. — hmmm….que delícia.
— Tá vendo, Brasil e demais. — Bak diz dando risada e ph também.
Terminamos de comer e saímos para fora do restaurante.
— Vamos fazer a cobrança de quantas pessoas hoje Bak? — Pesadelo pergunta.
— São seis caras, daqui do morro, essa é a segunda cobrança, já demos mais de uma semana e nada. — Bak diz.
— Vamos lá então, vem Viúva. — ele diz e eu subo na garupa da moto.
Ele deu partida e logo chegamos na frente de uma casa bem acabada, parecia estar abandonada.
Os meninos foram até a porta e bateram na mesma e um cara apareceu todo acabado.
— Bak, você disse que eu tinha mais uma semana. — ele diz.
— Cara, já passou uma semana, cadê a grana ? — Bak pergunta indo devagar pra cima do homem que vai entrando lentamente pra dentro da casa.
— Eu não tenho aqui, me dá mais três dias e eu consigo. — ele fala desesperado.
— Ou você tem a grana ou paga com sua vida porra. — Bak fala nervoso, não imaginava que ele era assim em ação, curti.
— Eu não tenho nada Bak, me dá mais três dias. — ele já estava de joelhos implorando pela vida.
— E meu amigo, hoje não é um dia de sorte pra você. — Bak diz e dá um sorriso. — Viúva pode matar ele.
Ele diz e na mesma hora saco a pistola e atiro na cabeça do cara. Os meninos na hora se assustaram e me encararam.
— Querem que eu limpei a bagunça ? O corpo é pra deixar aonde ? — pergunto e eles ainda me encaram.
— Pode deixar que vamos chamar os outros vapor. — Pesadelo diz.
— Vamos pra próxima cobrança. — Ph diz e saímos andando.
Eles ainda estavam estranhos e não falavam nada. Será que achavam que não ia conseguir matar o cara ? Coitados já matei tanta gente.
***Faça o download do NovelToon para desfrutar de uma experiência de leitura melhor!***
Atualizado até capítulo 77
Comments
Maria Sena
É isso aí Viúva, mostra quem manda na porra toda. HUHUUUUU!!
2024-11-26
0
Andressa Silva
kkkkkkkk
2025-03-19
0
Edileusa Dias
Ela tá infiltrada no morro errado
2024-08-11
1