Pesadelo (William)
Catarine simplesmente fugiu de mim, até pensei em ir atrás dela, mas minha mãe tinha voltado e eu havia me esquecido.
Cheguei em casa e já ouvi a voz dela e da minha irmã.
— Até que enfim meu filho, estava com saudades. — ela diz se levantando e vindo me abraçar.
— Desculpa mãe, tava resolvendo umas coisas. — Digo indo em direção a Ana Luiza.
— Eai maninha — Digo dando um abraço nela.
— Tô bem irmão, já tava com saudades da sua chatisse. — Ela diz e eu dou risada.
— Tá querendo o'que em? — digo dando risada
— Nada seu chato. — Ela diz e sai bufando.
— Meu filho precisa fazer compras, eu saio daqui duas semanas e você não compra nada. Tava passando fome é ? — Perguntou olhando os armários.
— Comi lá no restaurante mãe, todos esses dias. — Digo e ela faz negação com a cabeça.
— Ainda bem que a comida de lá é saudável. — Ela diz e dá risada.
— Bom mãe vou subir e descansar um pouco, amanhã cedo vou lá fazer comprar pra senhora. — digo dando um beijo na mesma e subindo.
Queria descansar, entrei no meu quarto e tirei a roupa, entrei no banheiro e logo liguei o chuveiro, senti a água escorrer pelo meu corpo e quando relaxei minha cabeça trouxe a imagem de Catarine a minha mente, a sensação dos lábios dela, o beijo gostoso. Eu não conseguia parar de pensar nela. Deve ser coisa da minha cabeça, ela é nova e por isso estou assim, Jajá passa.
Saí do banheiro e fui direto pra cama dormir.
…
Acordei com meu despertador gritando às 07 horas, levantei da cama, fiz minha higiene pessoal e fui me trocar.
Desci as escadas e senti o cheirinho de café, senti saudades disso.
— Bom dia mãe. — digo dando um beijo em sua testa.
— Bom dia meu amor.
— Cadê a Ana ? — Perguntei me sentando.
— Saiu pra ver a Milena, já deve estar voltando.
Assim que ela fala, as duas passam pela porta dando risada.
— Bom dia irmão — ela diz animada.
— Bom dia, oi Milena. — digo encarando as duas.
— Bom dia Pesadelo.
— Irmão vi uma mina toda tatuada subindo o morro armada, ela é nova ? — Ana pergunta sentando na mesa.
— É sim, ela é a Viúva Negra. — Digo e as duas dão risada.
— Vulgo estranho, mas ela é linda, é nova aqui né ? — Milena pergunta.
— É sim. Bom já vou indo, tenho que fazer compras. — digo me levantando.
Tava tentando esquecer a tatuada e do nada minha irmã vem falar dela, meu dia já não tava bom.
Peguei meu carro e fui no mercado, fiz todas as comprar e deixei em casa, mas tarde subi pra boca e Catarine tava indo embora e porra ela tava linda demais, parecia até que tava gravando a cena de um filme. Lembrei ela que amanhã ia ser sua folga e domingo, pra ela se divertir um pouco.
Estava ansioso pra ver ela no baile.
Entrei na boca e os meninos já iam sair.
— Já tão indo Caraí? — Digo encarando os dois.
— Vamos levar almoço pra Catarine, ela acabou de sair. — Bak diz
— Tá bom, acabei de ver ela descer. — digo me sentando.
Os meninos saíram e fui resolver uns problemas, quando estava anoitecendo sai da boca e peguei minha moto, fui na lanchonete pegar algo pra comer e assim que cheguei ela tava sentada em uma mesa sozinha. Fui andando até ela e não pude deixar de reparar o quando ela tava linda.
— Comendo sozinha? — Perguntei e ela se assustou.
— Oi, tô sim, tava com fome.
— Posso sentar com você ? — Pergunto.
— Pode sim. — Ela diz abrindo um sorriso.
— Vou só pedir alguma coisa e já volto. — Digo indo até o balcão.
Chegando lá esperei um segundo e dona Lourdes veio me atender.
— Oi meu querido, vai querer oque ? — ela pergunta.
— Me dá uma coxinha e uma latinha de guaraná tia. — Digo dando um sorriso pra mesma.
Um minutos depois ela me entrega e eu me sento de novo com a Catarine.
— Tá ansiosa pra conhecer o baile amanhã ? — Pergunto.
— Tô sim, fui até comprar umas roupas no shopping. — Diz apontando para as sacolas.
— Aí sim.
Continuamos comendo e sinceramente o clima tava meio pesado, primeiro porque beijei ela do nada e segundo porque ela fugiu de mim e não falamos mais sobre.
— Desculpa por ontem. — Digo olhando pra ela.
A bichinha fica corada na hora, dou um sorriso e ela logo percebe.
— Fica tranquilo, desculpa também por ter saído daquele jeito. — Ela diz e desvia o olhar para janela.
— Fica em paz, só fiquei um pouco magoado. — dou risada e ela logo abre um sorriso.
Quando ela ia responder minha irmã para bem na frente da nossa mesa.
— Posso sentar com vocês ? — diz olhando pra mim e sorrindo.
— Pode, senta aí. — Digo pra ela, e ela se senta ao meu lado.
— Oi, sou a Ana, irmã dele, prazer. — Ela olha pra Catarine e estende a mão.
— Prazer, sou a Catarine, trabalho pro seu irmão.
— Eu sei, te vi mais cedo, você parecia uma agente secreta. — elas dão risada.
— Até você, os meninos vivem falando isso. — Ela diz e abre um sorriso e porra que sorriso.
— Você parece ser bem legal, você vai amanhã no baile ? — Ana pergunta e ela diz que sim com a cabeça. — Se quiser ir comigo. — Ela fala toda sorridente.
Minha irmã só tem a Milena como amiga, mas não confio muito nela, a Ana gosta de conhecer gente nova e tenho certeza que vai se dar super bem com a Catarine.
— Pode ser, preciso de uma ajuda feminina para escolher a roupa de amanhã. — Ela dá risada.
— Me passa seu endereço e eu vou lá ajudar você. — Ela diz toda alegre.
— Bom meninas, vou indo pra casa, Ana vê se não fica até tarde na rua. — Digo me levantando. — Tchau Viúva.
— Tá irmão chato, tô com um vapor seu aqui, ela me protege, ne Catarine ? — ela diz piscando pra ela.
— Tchau Pesadelo. — Ela diz e dá um sorriso. — Pode deixar que levo ela em casa.
— Beleza.
Saio do restaurante e lembro que deixei meu celular na boca, subi na moto e fui Rapidão lá, assim que chego dou de cara com a Natália.
— Oi amor, tava com saudades. — Ela diz tentando chegar perto e eu me afasto.
— Já disse pra parar com essas ideias. — Digo entrando na boca e ela vem logo atrás.
— Vamos nos divertir um pouco gato. — ela fala se sentando no sofá.
Natália era gostosa, e uma das puta fixa que eu tinha. Ela se vira com a bunda pra cima, e tava usando um vestido bem curtinho, levantou o mesmo e ficou com aquela bundona toda pra cima.
Pensei um pouco e que mal faria dar uma rapidinha.
Peguei a camisinha, e fui até ela.
— Empina mais essa porra piranha. — Falo e ela me obedece.
Penetro ela com força a mesma dá um grito baixo de dor mas não reclama. Fodo ela até gozar. Tiro a camisinha e jogo no lixo do banheiro que tinha lá.
— Pode ir embora. — digo e a mesma me encara.
— Vamos sair um pouquinho amor, quem sabe assistir um filme juntos. — ela diz vindo em minha direção.
— Não tô afim Natália, já disse que não gosto disso. — Digo me afastando. — Tô pega essa grana e vaza. — falo abrindo a carteira e dando algumas notas pra ela.
A mesma só pega e não fala mais nada e sai. Mina chata da porra.
Pego meu celular e saio, vou até a moto e sigo rumo a minha casa. Chegando lá, tomo um banho demorado e vou dormir.
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Atualizado até capítulo 77
Comments
Andressa Silva
😘😘😘😘
2025-03-20
0
Maria Sena
Eu fico bolada com uns cara tipo o William, não quer a mulher mas vive pegando e não quer que a mulher se aproxime. No caso da Natália já é marmita declarada, mas se ilude achando que o cara vai querer algo mais. É complicado esse jogo de gato e rato, porque no caso o gato quer só pegar o rato e deixar pra lá.
2024-11-26
4
Andressa Silva
na verdade ela é agente secreta só que da máfia kkkkkkk
2024-04-09
6