Há uma tensão nos diferentes campos de batalha. Aquele misteriosos e asquerosos inimigos avançam e as guerreiras procuram descansar o máximo que podem, pois novamente serão exigidas fisicamente e mentalmente em mais combate. Enquanto esse tempo vai passando, distante dali, os homens mais inteligentes e conhecedores de doenças e curas estão reunidos na terra central dos mestiços, sob a liderança de Euscribo.
O tempo passa e as guerreiras precisam lidar novamente com os mortos vivos. Eles partem para um ataque insistente e cada uma das guerreiras combate em sua própria maneira, com sua própria arma, utilizando técnicas já treinadas e tentando coisas novas durante o combate na medida que evoluem. Isso cansa e as criaturas conseguem atingi-las, porém apenas nas áreas onde possuem armaduras. Elas, por precaução, retiram as partes onde foram atingidas, para não serem contaminadas com a gosma esverdeada que sai dos mortos vivos.
Isso tudo cansa, mas elas dão conta da última onda de criaturas que vieram... apesar da vitória sem nenhum ferimento na pele todas as guerreiras estão mais expostas e no horizonte se vê mais daqueles vindo... a previsão é que cheguem em campo de batalha em vinte minutos.
Algumas das guerreiras resolvem tirar as roupas também. No grupo das bárbaras é Lindsay que fica só de calcinha. No Reino dos Magos quem ficou sem roupa foi a mestiça Mia e o mesmo aconteceu com as rangers, foi Sakura quem ficou pelada, já que era a única lutando em combate corpo a corpo. Nos outros reinos ficaram com os seios expostos as guerreiras Suyane, dos Paladinos e Leia, das Pacificadoras. Inicialmente só elas haviam tirado suas roupas, todavia todas, em solidariedade, também retiraram suas armaduras e roupas, para lutarem em iguais condições.
Todas já se preparavam para a nova batalha contra aquelas criaturas nojentas que se aproximavam, porém algo as surpreendeu: Ao mesmo tempo um grupo com uma carruagem chega onde as mesmas se encontram. O homem que comanda o cavalo manda todas subirem, pois Euscribo e os outros encontraram uma solução. Elas, cansadas, nem pensam muito e só sobem na carruagem, que logo sai de lá.
Todos se encontram praticamente ao mesmo tempo na Guilda. As líderes se encontram e vão juntas falar com Euscribo, porém nem foi preciso, porque o sábio foi ao encontro delas.
- Conseguimos uma cura, agradeço a todas pelo empenho - notando o cansaço de todas.
- Certo... e agora? - pergunta sua filha, May.
- Agora mandei outro grupo à cavalo soltar os venenos que fizemos e logo os contaminados retornarão a normalidade - ele conta com um sorriso no rosto, confiando no trabalho feito pelos outros sábios.
Todas se abraçam. O povo vendo aquilo achou incrível. Povos distantes e antigos rivais, tão diferentes fisicamente, agora se abraçam sem se importarem com cor de pele ou dos olhos ou cabelo, entre outras características físicas.
Mais ainda. Cada grupo tinha uma mestiça em seu meio e isso foi essencial para a vitória. O povo todo via aquilo e refletia sem sequer a necessidade de alguém trazer isso para o debate. Estava claro que a manutenção de reinos apenas pelas características físicas das pessoas era uma bobagem.
Até mesmo entre os homens ficou claro que não havia motivo para preconceito ou um olhar diferente para um humano com outras características físicas, porque diferentes humanos que desenvolveram a cura daquela verdadeira desgraça que estava afligindo o povo.
E, claro, havia quem olhasse com desejo e admiração para todas as guerreiras, afinal lá estavam algumas dezenas de seios expostos. Estava o paraíso para os amantes dessa linda parte feminina do corpo humano.
O sábio, porém, ainda tinha um pedido para fazer após aquela troca de abraços:
- Bem, vocês líderes, convém que retornem aos seus reinos. Caso alguma coisa não esteja em ordem, por favor, comuniquem - e faz um sinal com a mão para liberá-las.
- Sabe... eu gostaria de levar comigo você, May. Acho que todas nós deveríamos levar a adição que tivemos em nosso time - fala Brenda, que teve ajuda da líder dos mestiços.
- Excelente ideia - Kira elogia aquela atitude.
- Também farei isso - Amélie responde meio que sem acreditar no que diz.
- Todas nós faremos, certo? - Malika pergunta, também confirmando que gostou da atitude.
- Certo! Vamos! - Ras apoia a ideia.
Todas as líderes vão com seus times e as adições por ocasião da guerra de volta para seus reinos. Em cada reino acontece uma cerimônia de apresentação e as mestiças são apresentadas. Além disso, cada líder também pede que o povo reconheça aquele novo reino e que todos os reinos, mesmo os mais distantes, são a partir daquele momento, aliados.
Todo o povo começa a clamar. A paz parece que finalmente chegou.
Quanto aos mortos vivos... logo que receberam aquele gás produzido pelos homens já começaram a sentir reações. O que quer que fosse que estava possuindo seus corpos para o mau foi saindo aos poucos e eles foram caindo no chão. Inicialmente pensavam que não havia funcionado e que o gás os teria matado de vez, contudo aqueles outrora contaminados começaram a despertar e a levantar. Um a um, de acordo com sua força, foram mostrando que estavam bem e curados.
Curiosamente esses, agora curados, não se lembravam de nada que havia acontecido após a contaminação. Infelizmente tudo aconteceu rápido demais e vários não tiveram a chance de serem curados. Com todo o cuidado para evitar novas contaminações, optaram por queimar os corpos dos mortos vivos que não tinham mais salvação.
Também foram feitas cerimônias de luto... em mais alguns dias tudo ia voltando para a normalidade. E nunca mais aquilo que aconteceu voltou a acontecer, embora parte do povo ainda tivesse temor e se perguntasse o que teria gerado aquele acontecimento bizarro.
Novamente vestidas e agora com armaduras, que foram recuperadas após a última guerra contra os mortos vivos, as guerreiras de todos os reinos voltaram ao treinamento na Guilda.
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Atualizado até capítulo 21
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