Me assusto com uma mão segurando firme em meu ombro e me viro o mais rápido que consigo para ver quem é, foi um ato tão inesperado e automático que me deixa tonta, encaro o azul dos olhos de Henrique enquanto um sorriso que diria encantador se forma em seus lábios finos e rosados como se usasse um gloss labial , mas sinceramente eu já estou cansada, Helena falou no irmão a manhã toda e agora ele aparece do nada aqui? isso para mim tem cheiro de armação e embora o meu marido não mereça eu o respeito e não vou o trair. Não é porque Leandro haje igual um crápula e me traiu que eu vou trair os meus princípios e me igualar a ele, não é por ele é por mim, pelos meus valores e em respeito a mim mesma.
_ o que faz aqui Henrique? Pergunto sem esconder a minha irritação.
_ Apenas passei e vi vocês duas pelas paredes de vidro aí resolvi dar um oi. você não parece feliz em me ver Analu!
_ Não é isso , apenas é estranho pois a Helena passou a manhã toda falando em você.
_ Analu e a sua boca grande. Helena revira os olhos.
_ só coisas boas espero?
_ Ah sim, ela não falaria mal do único irmão.
_ posso me sentar? eu vim comprar algumas coisas, mostra as sacolas de loja, rapidinho e ainda não almocei.
_ nós já pedimos , mas fica a vontaďe irmão, Analu está um pouco de mal humor quem sabe você não relaxa ela?
_ Helena! A recrimino mas não adianta nada. Ela continua com as suas insinuações e piadinhas de mal gosto e as vezes eu me arrependo amargamente de ser amiga dessa maluca, reviro os olhos e finjo que não estou escutando enquanto Henrique tenta chamar a minha atenção, até chega a ser engraçado pois eu passei a minha adolescência toda tentando chamar a atenção dele que nem me enxergava e agora parece que o jogo virou.
Almoçamos e tomo mais uma taça de vinho, derrepente me sinto estranha, um cansaço se apodera do meu corpo e eu fico um pouco distraída , Henrique percebe a minha ausência e se oferece para me levar em casa porém eu recuso, peço uma água ao garçom que trás prontamente e já me sinto um pouco melhor, respiro fundo e pego o meu celular, abro o aplicativo e chamo um uber sem que Helena perceba, eu não estou me sentindo bem, mas não quero atrapalhar a tarde de compras da minha amiga , após alguns poucos minutos chega a notificação que o carro está a caminho e eu peço a conta porém Henrique passa na minha frente e paga as despesas antes de mim, ele me pergunta se estou bem e a minha cabeça parece cada vez mais vazia, digo que sim e a contra gosto saio de lá , ele me acompanha até o estacionamento e eu entro no carro de aplicativo que já me espera, não sei se foi o vinho ou a comida mas eu não estou normal, dou o meu endereço e pago pelo carro e assim que chego passo direto para o quarto, com as imagens se tornando borrões cada vez mais escuros, retiro as minhas roupas e deito na cama apagando em seguida, eu não posso afirmar sem um exame de sangue ,mas acho que recebi um boa noite Cinderela.
Quando abro os olhos estranho o quarto, olho tudo em volta mas está muito escuro então percebo que estou nos braços de Leandro, o seu cheiro é inconfundível , ela aperta a minha cintura mas quando o encaro me mexendo nem devagar percebo que está dormindo, me levanto lentamente ainda me sentindo meio tonta e acendo o abajur, Leandro acorda com o meu movimento e pergunta para onde estou indo, ele também está sonolento mas a sua expressão é de quem dormiu demais enquanto a minha nem sei como está.
Respondo apenas que preciso ir ao banheiro e ele permanece deitado enquanto caminho descalça até a casa de banho, faço xixi e resolvo tomar um banho pois estou com um calor terrível só aí percebo que estou apenas de calcinha e sutian, mas agora é tarde e mesmo Leandro não me querendo ele já me viu semi nua mais de uma vez então até já deve estar acostumado a ver o meu corpo.
ligo o chuveiro e entro debaixo da água, começo a passar o sabonete no meu corpo e vejo Leandro se aproximar, ele levanta da cadeira e me beija com muita paixão, os nossos corpos Unidos e a sua língua travando uma batalha com a minha enquanto as suas mãos sobem e descem pelo meu corpo Já em ebulição.
_ Eu quero você Analu! sussurra em meu ouvido e me suspende fazendo as minhas pernas travaram na sua cintura e solto um grito de dor e prazer ao mesmo tempo enquanto ele me invade.
Me encosto na parede e o azuleijo frio me faz acordar do meu devaneio. O meu corpo todo está em chamas mas não posso me deixar levar por esse desejo então desligo o chuveiro e pego uma toalha , me seco e depois visto um roupão meu que ainda está por aqui então saio do banheiro para encontrar o olhar frio de Leandro me observando de sua cadeira de rodas.
O meu corpo todo se arrepia com o seu olhar gelido e ele sabe bem o efeito que tem sobre mim, se Leandro soubesse os pensamentos pecaminosos que acabaram de passar por minha cabeça talvez não me olhasse assim com tanta fúria no olhar ,porém ao passo que me aproximo para pegar as minhas coisas e ir embora de volta ao meu quarto parece que o iceberg no olhar de Leandro se desfaz em inúmeros pedaços menores e vejo desejo brilhando lá no fundo enquanto olha para o meu corpo nu, sim eu tirei o roupão e agora estou vestindo um vestido leve e sem nada por baixo dele deixando aparecer o bico rijo dos meus seios que apesar de pequenos são firmes e pontiagudos. Ele umedece os lábios e embora o quarto ainda tenha pouca iluminação eu consigo ver bem a sua cara de safado , os seus lábios se movem e eu fico atenta e expectativa por suas palavras.
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Atualizado até capítulo 103
Comments
Silvaneide Ágatha
não caí nessa não Analu
2025-01-15
1
Silvaneide Ágatha
não
2025-01-15
1
Silvaneide Ágatha
🤬🤬🤬🤬
2025-01-15
0