Leandro saiu me deixando sozinha na nossa primeira noite juntos e eu não fui atrás dele e não sei onde está , mas sei que não saiu de carro pois o nosso quarto é próximo a garagem e não ouvi nenhum barulho vindo da lá, olho para o relógio no parede do quarto e são duas horas da manhã ,rolo na cama sentindo uma vontade enorme de chorar, mas eu não vou, respiro fundo tentando me acalmar e sinto a minha boca seca e um nó entalado na garganta , me levanto e resolvo ir na cozinha tomar um copo de água gelada na tentativa de conseguir dormir depois, porém quando passo pela sala vejo o Leandro dormindo no chão escorado ao sofá com uma garrafa de vodka ao seu lado e um copo vazio , tenho vontade de ignora-lo e deixar que durma lá todo torto para acordar com torcicolo amanhã, mas o meu peito se aperta com esse pensamento então resolvo o acordar e ajudá-lo a ir para a cama.
Me aproximo dele e tento o dispertar
_acorda Leandro! toco o seu ombro e ele continua em sono profundo, acorda Leandro! o chacoalho tentando fazer com que abra os olhos mas é inútil , então resolvo tentar o colocar no sofá mas é inútil pois ele é pesado demais para o meu corpo magrelo .
Continuo tentando e com muito esforço consigo o despertar e o ajudar a sentar no sofá, Leandro me encara parecendo confuso então me afasto um pouco para pegar a cadeira de rodas e ele me puxa para o seu colo me fazendo cair toda desajeitada encima dele, o meu pé bate na cadeira de rodas e solto um gemido de dor.
_ Aí!
_ você está bem?
_ machuquei o pé e está doendo.
Ele segura o meu pé e verifica se não cortou então seus olhos caem na minha boca e ele me beija de maneira bruta fazendo o gosto do álcool se misturar ao de ferrugem nos meus lábios dormentes e a sua língua invade a minha boca em um beijo bruto e gostoso ao mesmo tempo que faz o meu corpo todo estremecer de prazer e desejo matando a vontade que estava de provar os seus lábios macios e aí meu Deus, o beijo dele é quente como o sol ainda e mais gostoso do quê imaginei, as suas mãos firmes apalpando a minha bunda enquanto as nossas línguas exploram cada cantinho da boca um do outro quase me fazem mim perder em seus braços mas eu me lembro de suas palavras mais cedo e uma raiva me preenche. Eu não quero um homem que só está me tratando bem pelo efeito da bebida.
_ pare com isso Leandro! eu não sou o seu brinquedo!
Me levanto do seu colo e vou para a cozinha tão chateada que nem sequer lembro da dor no tornozelo , tomo a minha água e faço um café preto para curar a bebedeira de Leandro porém quando volto para a sala ela está vazia, Leandro não está mais lá.
caminho para o quarto e quando abro a porta ele está lá esparramado na cama dormindo com um ereção enorme , mordo os lábios com desejo e não me reconheço
_ se acalma Analu! você por acaso virou uma pervertida agora?
Deito na cama e tento dormir mas é inútil pois o desejo está correndo nas minhas veias quente feito larva , rolo para o lado e ele ainda está duro e não me contento, deito a cabeça em seu peito e passo os dedos por seus músculos dos braços e da barriga, a camisa do pijama está aberta mostrando o abdômen trincado e não me aguento, passo a mão por seu membro sobre a calça e ele geme ao sentir o meu toque. Não tenho coragem de olhar para saber se está acordado ou ainda dorme mas a minha mão trabalha firme e forte e ele continua gemendo.
Não me aguento de vontade e quero saber qual o seu gosto , me posiciono sobre as suas pernas, retiro para fora baixando um pouco a calca e a cueca e me inclino para beija-lo, eu nunca fiz isso antes mas já assisti muitos vídeos na internet sobre o assunto embora eu tenha me guardado para o casamento eu não tenho tabus e desde que não machuque eu quero me sentir capaz de realizar o meu parceiro na cama e na vida também. Acaricio com as mãos subindo e descendo o sentindo latejar ao meu toque macio, umedeço os lábios e os levo de encontro a intimidade do meu marido, ele geme ao sentir os meus lábios.
_ Que boquinha gostosa amor!
Passo a língua pela ponta e quando estou prestes a engoli-lo Leandro me empurra me fazendo cair sentada na cama.
_ o que pensa que esta fazendo? ficou louca garota? pergunta ofegante, eu não quero e não vou fazer nada com você.
_ você queria agora a pouco. Falo já sentindo o ódio percorrer as minhas entranhas.
_ Eu estava bêbado! Se der o valor e não insista em alguém que não lhe quer.
_ Eu vou achar alguém que me queira e não será difícil tenho certeza. Digo e saio em disparada pela porta do jardim me sentindo suja e humilhada.
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Atualizado até capítulo 103
Comments
Silvaneide Ágatha
🤬🤬🤬🤬
2025-01-16
0
Silvaneide Ágatha
🤬🤬🤬
2025-01-16
0
Silvaneide Ágatha
😭😭😭😭
2025-01-14
0