Já era noite quando Enzo chega em casa, Giovanna estava em seu quarto, ele vai até lá conversar com ela.
Enzo: Filha, olha para seu pai, aquele desgraçado teve o destino que mereceu ao tratar você daquela forma, como seu pai nunca permitiria que um homem como esse vivesse após o que fez.
Giovanna: Está certo pai, não é com isso que estou preocupada, mas estou envergonhada pelo que aconteceu.
Enzo: Giovanna, nenhum daqueles homens serão capazes de repetir uma sílaba que seja do que aconteceu.
Nesse momento Gabrielle entra no quarto, para levar algo para a filha comer e a incentiva a aceitar a proposta. Enzo dá um beijo na testa de Giovanna e as deixam sozinhas.
Gabrielle: Filha, aceite a proposta, vire essa pagina e siga seu destino, não estará sozinha.
Giovanna: Mãe eu não posso ir morar com Enrico, será que não percebe?
Gabrielle: O que está querendo me dizer com isso filha?
Giovanna: Como poderei viver no mesmo teto com ele vendo entrar e sair com outras mulheres, mãe não dá?
Gabrielle: Não tinha ideia disso, filha, mas se quiser posso pedir ao seu pai que alugue um apartamento para você.
Giovanna: Está bem, mãe eu agradeço, posso ficar na casa de Miguel mas por alguns dias até que tenham conseguido um apartamento para mim.
Os dias se passaram e Giovanna faz suas malas para embarcar para Buenaventura, durante o trajeto para o aeroporto ela acaba informando para Enrico que seu pai havia autorizado que ela comprasse um apartamento.
Enrico: Por que se recusa a morar comigo e Miguel?
Giovanna: Só quero minha privacidade, não obrigada a viver numa casa com você e Miguel entrando e saindo com mulheres.
Enrico: Quem pensa que eu sou para falar assim Giovanna?
Giovanna: Um moleque arrogante e pervertido como sempre foi, me admira que meu tio tenha deixado tanta responsabilidade em suas mãos.
Enrico: Agora está me ofendendo.
Giovanna: Não me interessa o que pensa, só ficarei na casa uma semana nada além disso, por isso acho melhor se comportar.
Enrico: Olha aqui ....
Giovanna: Fique calado, minha cabeça está doendo, sua voz é irritante.
Em Buenaventura após receber as armas faltantes, Frederico libera Manuel, seu homens arrastam o homem até a rua e ordene que suma.
Mas ele não deixaria isso barato e daria um jeito de dar o troco em Miguel, mesmo que tivesse que morrer para isso, no mesmo instante se recorda da bela enfermeira que havia cumprimentado um dos homens de Miguel e viu ali uma oportunidade se se vingar, então ele vai direto para o hospital e fica de vigiando para ver quando a enfermeira saísse.
Não demorou muito para que ele visse Anastásia, se aproxima dela com uma arma, ela arregala os olhos assustada e pergunta.
Anastásia: O que está acontecendo, senhor?
Manuel: Cala a boca e venha comigo, vamos ver como irá ficar o senhor Stein quando descobri que peguei a sua putinha.
Anastásia: De quem está falando moço, por favor deve haver algum engano.
Manuel: Cala a boca ou dou cabo em você aqui mesmo, ouviu?
Ela completamente aterrorizada, mas obedeceu ao homem com medo que pudesse acontecer o pior, Manuel a leva para um bairro afastado onde teria pago um quarto de motel, a amarra e a deixa num canto, vai tomar um banho, ele sai apenas usando uma calça de moletom.
Manuel pega Anastásia pelos braços e rasga suas roupas, a deixando só de lingerie, ela fica apavorada então começam as ameaças.
Manuel: Até que você é bem gostosa moça, me admira ele não ter o cuidado com suas prostitutas, pelo jeito não gostava muito dos seus serviços kkkk
Anastásia: Moço, pelo amor de Deus, de quem o senhor está falando? É do senhor Frederico? Olha ele apenas me deixou em meu apartamento, nem conheço ele direito.
Manuel: Cala sua boca, cadela.
Ele dá um tapa no rosto de Anastásia que cai no chão e começa a chorar, ele a amarra novamente e toca seu corpo com as mãos percorrendo suas curvas, enquanto ela se debate na tentativa frustrada de se defender.
Anastásia: Tire suas mãos sujas de mim, SOCORRO!!!
Manuel usa um pedaço de tecido que retira de uma de suas camisas que rasga e coloca na boca de Anastásia para impedi-la de gritar, depois se joga na cama e sorri.
Manuel: Aí moça eu não tenho pressa, sabe quando aquele imbecil vai te achar nunca, só preciso esperar o momento certo para ir embora, daí sabe que vou fazer? Vou te comer de todas as formas para mostrar a ele como um homem de verdade faz.
***Narrado por Anastásia***
Eu estava presa num local totalmente desconhecido, jogada no chão semi-nua por algo que não sabia o motivo, aquele homem estava totalmente fora de si, não conseguia controlar minhas lágrimas.
Sentia o medo dominar meu corpo, estava com frio e o rosto marcado pela agressão que havia sofrido, apenas fechei os olhos e implorei para que alguém pudesse impedir o que estaria prestes a acontecer.
Para minha sorte meu agressor havia dormido, não conseguia fechar os olhos, devido aos gemidos devido a uma possível infecção que havia adquirido, por não tomar os medicamentos indicados, talvez ele morresse logo, sei que é errado pensar assim, mas essa seria minha única chance já que estava sozinha naquela cidade.
Talvez um anjo salvador me encontra-se e me tirasse daquele estado, acho que o medo e o pânico começou a afetar minha mente, com o percorrer da noite e o frio comecei a sentir meus olhos pesarem.
***De volta a narradora***
Manuel não tinha pressa em executar seu plano, pois precisava esperar o momento certo para agir, sem contar que estava se sentindo mal devido o ferimento que não estava sendo tratado de forma adequada, sentia dores e talvez por isso seu ódio era ainda maior.
Ainda pela madrugada ele se sentou e viu a moça encolhida e jogou um cobertor fino para cobrir seu corpo, saiu para procurar uma farmácia aberta esquecendo dos riscos que estaria correndo.
Em Milão, já entrando no avião para embarcar, Miguel liga para Frederico para saber se as armas tinham sido entregue quando Frederico lhe conta algo que merecia sua atenção.
Frederico: Sim recebemos as armas hoje final do dia e liberamos o prisioneiro conforme me pediu, ah esqueci de comentar que a moça que está no apartamento dos seus pais trabalha no hospital.
Miguel: Como sabe?
Frederico: Ela que atendeu aquele desgraçado quando o levei.
Miguel: Espero que ela não tenha te reconhecido.
Frederico: Ela reconheceu sim, por quê?
No momento Miguel leva as mãos a cabeça já imaginando que Manuel poderia fazer algo para se vingar, estava claro que iria atrás de Anastásia.
Miguel: Put@ que pariu Frederico, vá agora mesmo no apartamento e veja se ela está bem, se Manuel resolver se vingar está claro que irá atrás dela, como não pensou nisso?
Frederico: Estou indo agora mesmo.
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Atualizado até capítulo 56
Comments
Márcia Jungken
como assim Frederico libertou esse ordinário nojento do Manuel, cadê o segurança que Miguel deveria contratar para proteger a Anastácia, só espero que eles consigam encontrar ela antes do pior acontecer 🤔🤔
2024-09-17
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Márcia Jungken
mais um ordinário nojento que está querendo ser torturado e morto 🙄🙄🤔
2024-09-17
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MARIA LUZINETE DIAS SILVA
E cadê o segurança que ele disse que colocaria para fazer a segurança dela?
Que mafioso manda soltar um inimigo?
2024-08-05
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