✨Alerrandro narrando ✨
Depois de terminarmos a sobremesa, fomos todos para a sala de estar. Ficamos conversando por várias horas, mas não havia nenhuma pergunta que eu e a Cecília precisássemos inventar. Meus pais e tios foram embora por volta das 23h.
Eu estava sentado no sofá, com a Cecília ao meu lado, sempre com a mão nas costas dela. O Guilherme e o Weslley olhavam para a Cecília com um olhar de desejo. Eu estava prestando atenção neles, certo de que precisava ficar esperto.
Minha irmã não parava de contar como eu era quando criança. Eu não gostava que ela contasse essas coisas, ainda mais para a Cecília, mas elas ficavam rindo, enquanto Guilherme e Weslley faziam piadas tolas. A Tatiana estava sempre relembrando como era bom quando éramos mais novos e brincávamos juntos, e o Flávio ficava na dele, mas ria das piadas da minha irmã.
Cecília estava muito feliz, eu percebia pelo jeito como ela me olhava quando minha irmã dizia algo estranho que eu fizera. O olhar dela me fazia bem, estar perto dela era tão bom. Eu amei o jantar, tudo saiu perfeito. Bem, tirando as perguntas, mas a Cecília conseguiu convencer a todos, ou pelo menos eu espero.
Já estava começando a me incomodar com o comportamento do Guilherme e do Weslley. Eles olhavam para a Cecília e cochichavam entre si. Eu só queria que eles não tentassem nada com ela, porque se tentassem, eu teria que protegê-la. Eu seria o melhor marido que qualquer mulher poderia querer.
Diana: A conversa tá muito boa, mas já vou indo, amanhã tenho faculdade.
Flávio: Eu também já vou, amanhã tenho uma reunião importante. Se quiser, eu te levo, Diana.
Diana: Obrigada, primo. Vou aceitar.
Eu não sei, mas acho que meu primo Flávio tem algo pela minha irmã. Ele sempre tenta estar perto dela, mas nunca perguntei sobre isso. Talvez um dia eu pergunte, só para tirar a dúvida. Diana e Flávio se despedem de todos e vão embora.
Agora, só faltavam os três irem embora. Minha irmã, que estava deixando o clima engraçado, foi embora, e eu só queria que os outros também fossem. Estava na hora de tomar uma atitude.
Alerrandro: Me desculpe, mas eu e minha noiva estamos cansados, e acho melhor vocês irem embora.
Todos me olham, os três não gostaram da forma como falei, mas problema deles. Eu não aguentava mais olhar para eles. Já deveriam ter ido embora há muito tempo. O Guilherme logo fala.
Guilherme: Já é tarde, então eu vou indo. Tenham uma boa noite, cunhada.
Cecília dá um sorriso simples para ele. Eu estava esperando a Tatiana e o Weslley dizerem que já iam embora também, não queria que ficassem aqui.
Weslley: Eu vou junto com o Guilherme.
Tatiana: Eu vou dormir aqui hoje. Não vim de carro.
Cecília: Você não veio de carro, mas o meu cunhado ou seu irmão veio. Então você pode ir com eles.
Merda, ela falou isso mesmo? Cecília sabe como provocar a Tatiana. Com certeza, ela estava morrendo de ódio da Cecília. Eu não aceitaria a Tatiana dormindo aqui, de jeito nenhum.
Tatiana: Que eu me lembre, você não mora aqui. Então, Alerrandro, deixa eu dormir aqui.
Alerrandro: Não coloque palavras na minha boca. Mesmo ela não morando aqui, ela manda. Em breve, ela será minha esposa. E eu preciso que você vá para casa. Eu e minha noiva precisamos de privacidade.
Ela só faltou abrir um buraco no chão e se esconder, me olhando com um olhar que eu não gostava. Mas, sinceramente, não me importava. Tatiana sempre foi no meu pé, achando que teria um lugar nos meus braços. Isso nunca vai acontecer.
Eles logo saem sem se despedir. Eu me levanto e vou até a porta para ter certeza de que foram embora. O carro sai pelo portão, e eu respiro aliviado por não ter mais ninguém aqui.
Cecília: Eu já vou.
Alerrandro: Espera, vou te levar para casa.
Cecília: Não precisa, eu chamo o motorista.
A pessoa difícil, viu? Eu queria deixá-la em casa, vai que meu pai mandou alguém nos vigiar. Ele ia achar estranho eu deixar minha noiva ir sozinha para casa.
Alerrandro: Eu vou te levar e pronto.
Ela não fala mais nada. Eu vou até meu escritório e pego as chaves do carro. Quando volto, ela já está me esperando.
Alerrandro: As coisas que você comprou, não vai levar?
Cecília: Vou sim, está tudo lá em cima.
Alerrandro: Vamos pegar logo.
Subimos juntos. Ao abrir a porta, vejo quantas sacolas ela trouxe. Nem sei quanto deu, mas é pouco para mim, com certeza. Eu tenho tanto dinheiro que não me importo com o que ela gastou.
Alerrandro: Deixa algumas coisas aqui. Vai que algum dia você precise dormir aqui, pelo menos já tem roupas suas aqui.
Ela me olha enquanto falo. Só vai olhando as coisas nas sacolas e deixa umas 8 sacolas de roupas. O restante, conseguimos levar para o carro, quase derrubando tudo, mas conseguimos. Entramos no carro e dirigi até o condomínio onde ela mora.
Alerrandro: Você se saiu muito bem.
(Falo olhando para a pista.)
Ela não fala nada. Continuo dirigindo até chegarmos no condomínio. Sou autorizado a entrar, pois comprei a permissão para a minha entrada e de algumas pessoas. Paro em frente ao apartamento dela, seguro o braço dela antes de ela sair.
Alerrandro: Eu abro a porta, espere aqui dentro.
Saio do carro, dou a volta e abro a porta para a Cecília. A ajudo a sair, fecho a porta e vou até o porta-malas, ajudando com as sacolas. Travo o carro antes de entrar no apartamento.
Entramos no elevador, e estava tudo calmo. O condomínio tem regras, então, provavelmente, é por isso que não há barulho, ainda mais porque já é tarde da noite.
Ela desbloqueia a porta com a digital, e entramos no apartamento. Estava silencioso. Certamente, todos estavam dormindo. Ela fala:
Cecília: Pode deixar aí que eu levo.
Alerrandro: Vou deixar lá no seu quarto.
Ela ficou com vergonha, acho, pois virou o rosto. Não tenho certeza se foi por causa da maquiagem, mas ela subiu as escadas e foi até o quarto, que também tem digital na porta. Ela abriu e eu entrei, deixando tudo no closet. Quando saí do closet, ela desceu as escadas atrás de mim.
Alerrandro: Amanhã eu venho te buscar.
Cecília: É alguma coisa importante?
Alerrandro: Você vai na empresa comigo. Esteja arrumada antes das 8h.
Eu saio sem dizer mais nenhuma palavra. Peguei o elevador, vi ela fechar a porta e me perguntei se o paparazzi ainda estava ali. Quando parei o carro, vi ele perto dos matos em frente ao apartamento dela. Por isso, abri as portas do carro para a Cecília.
Desci e ele ainda estava ali. Não me importei, entrei no carro e saí do condomínio. Dirigi até chegar em casa, estacionei e fui direto para o meu quarto. Tomei um banho rápido e deitei. O cansaço bateu, e eu peguei no sono bem rápido.
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Atualizado até capítulo 92
Comments
fani _diez
quando essa prima vai ser colocada no devido lugar
2024-07-11
1
tuca
é inadmissível que um CEO tão importante do naipe dele.deixe Uma nojenta ficar.aforntamdo a.noiva.dele idiota
2023-10-06
4
Maria Joana Cunha Costa
kkkkkkkkkkkkk toma mocreia 🤣
2023-06-07
0