– Não sei do que está falando senhora Aiko.
– Será que não? Pensei que era apenas impressão minha, sentir os seus Feromônios, maravilhosos. Nenhum ômega me fez ficar desse jeito.
– Nem estou no cio, não libero Feromônios ainda.
– Claro que libera, mas bem pouco. Mesmo assim isso me deixa louca, sinto seu cheiro a milhas de distância, nenhum ômega tem um cheiro tão maravilhoso quanto o seu. Tenho vontade de devora-lo por inteiro. – ela colocou a mãos em seus seios fartos e apertou eles fortemente, enquanto passa a língua pelos seus lábios.
Feromônios? Eu nem tenho cio para exalar algo, se realmente estivesse, pelo menos minha amiga avisaria, ou, os alfas de minha faculdade ficariam em cima de mim. Fora que não sinto nada de normal.
– Nunca tive cio, você deve estar se confundindo.
Ela para de se tocar e chega mais perto de mim.
– Posso notar que seu cio não apareceu... 627.
Na hora que ela disse esse número meu coração parou de bater, por alguns segundos não consegui respirar. Cai de joelhos no chão e lagrimas rolam pelos meus olhos.
Ela passa seus dedos álgidos delicadamente sobre meus ombros, enquanto anda lentamente em círculos em minha volta mantendo seu olhar penetrante, como uma flecha que atravessa minha alma.
– Pela sua reação é realmente é você. E ainda se lembra de mim. Não precisa ter medo e uma crise de ansiedade.
Ela para de andar, tira seus dedos de meu ombro e eu caí sentado, depois afasto dela rastejando, até ficar próximo de uma árvore grande e com seu tronco grosso e encosto minhas costas nela.
– Tenho que te agradecer, 627.
Ela tira o jaleco, joga no chão e retira algo parecido com uma longa luva, mas feito de pele do braço direito, revelando um braço robótico.
– Graças a você pude servir mais para meu mentor e me tornei muito mais útil. Passei de uma simples cientista para uma grande caçadora.
– Eu não fiz nada.
– Acho que você não se lembra. Do que se recorda?
– Eu.... Eu.... – engasguei com minhas palavras.
– Irei te ajudá-lo a se recordar de nossa grandiosa noite. – ela falou sentando no chão em minha frente – Era uma simples aplicação de um medicamento na medula para melhorar suas penas, deixa-las afiadas como facas e mais fortes, contudo não atrapalhar em seu voo. Levei alguns de meus alunos para observar o
experimento, mas suas penas simplesmente se soltaram, era como você tivesse arremessado elas. 627, você matou vários de meus alunos e os sobreviventes foram mutilados. Naquela noite quando vi meu braço na
minha frente, sabia que minha profissão ao lado de meu mentor e mestre teria acabado, entretanto ele me deu um propósito.
– Está mentindo! Você é louca!
– Não sou mentirosa e muito menos louca! Mas seus Feromônios estão me deixando maluca!
Ela se levanta seus olhos brilham intensamente sua sombra me consome. Ergo-me velozmente.
– Não se aproxime de mim!
– Juro que não irei te machucar. Na verdade, nós iremos divertir muito e depois te levarei para meu mestre.
– Mestre?
– Não se lembra? – ela dá uma pausa – Acho melhor não se lembrar dele por enquanto, não quero que você broche.
– Se você me tocar.... Arrancarei sua cabeça!
– Acha que eu não levo a sério ameaças de um ômega?
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Atualizado até capítulo 72
Comments
Ana Regina Fernandes Raposo
NOSSA A CAÇADORA ELE TÊM QUE IR EMBORA.
2024-08-08
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