– Não seja tímido, vamos brincar? – um garotinho de seis anos aproxima de mim e fala abaixando um pouco.
Não consigo ver o
rosto dele por completo, apenas seus lábios e seus cabelos marrons é
como se uma sombra tampasse um pouco de sua face.
– Não quero. – o respondo friamente.
– 627, não precisa ter medo de mim. – ele fala com uma voz doce, depois se levanta e estende a mão. – Vamos?
Olho para minhas mãos que antes de adulto agora estão pequenas. "Então sou uma criança desta vez..." – pensei.
– Então 627? – ele questionou.
Acendi com minha
cabeça e quando ia pegar a mão dele, para que ele possa me ajudar a
levantar, notei um vulto preto no formato de uma besta indo rapidamente
na direção do garoto. E antes mesmo que eu pudesse avisa-lo, o ser
saltou e pulou em cima do menino. Levantei velozmente e fitei a cena, o
vulto preto é um lobo negro com olhos vermelhos e vibrantes, ele o
segura usando sua boca o menino morto. O ser negro solta o menino, que
antes de falecer dá uma leve engasgada, agora seu corpo não para de
jorrar sangue, depois a criatura cospe em seu rosto.
– Este ômega é meu. – ele diz com uma voz um pouco grossa, mas com um leve tom infantil.
Depois ele começa a rosnar e não tira os olhos de mim.
Minhas pernas tremem
sem parar e o lobo vem em minha direção bem devagar, mostrando suas
presas e sua boca escorrendo saliva e sangue.
Fechei meus olhos com forças e coloquei minhas mãos na frente.
– Não se aproxime! – berrei.
Logo escuto as vozes
de pessoas rindo e quando abro meus olhos, estou em pé na sala de aula.
Meu rosto fica vermelho de vergonha, não acredito que dormi de novo.
– Gostaria de
compartilhar seu sonho conosco, senhor Luke? Já que que a aula está
muito entediante. – disse o professor de meia idade usando jaleco.
– Desculpe senhor... – o respondi enquanto sento.
Abaixei a cabeça
envergonhado com a situação. Fazer isso, ainda mais em um anfiteatro que
está cheio de pessoas. Fico imaginando minha voz nos celulares dos
alunos que estão gravando o áudio do professor.... Como isto é
constrangedor.
Ouço o som da cadeira do meu lado direito sendo arrastado.
– Vai ficar ai de cabeça baixa se lamentando pela sua cagada até quando? – escuto a voz de Alice.
– Até todos irem embora. – a respondi.
Ela coloca algo na minha mesa.
– Todos já saíram.
– O quê? Mas já?!
Levanto velozmente minha cabeça e fito para um lado e para o outro e a sala está vazia.
– Como saíram tão rápido?!
– Isto não importa. – ela respondeu sorrindo.
Olho para minha mesa e
noto que o que ela colocou é um copo de papel, que dentro possui uma
bebida quente, pois dela sai fumaça. Alice usa um trench coat preto, todo abotoado e uma calça jeans clara.
– Trouxe chocolate quente? – perguntei enquanto meus olhos brilham.
Devo admitir, que no
inverno tomar algo doce e quente é a melhor coisa do mundo. E não sou
diferente da maioria dos ômegas, nos amamos doces.
– Não. Isto é um café
expresso extraforte. – ela fala de um jeito frio, olha para minha
carinha de cachorro pidão e depois suspira – Eu mandei adicionar um
pouco de chantilly...
– Ebah! – gritei contente.
Ela sabe o quanto amo doces, sempre faz algo para me agradar, isso que é amiga. Talvez que quero que ela seja mais do que isso.
– Menos...É só chantilly.
– Não precisava trazer, mas mesmo assim muito obrigado.
– Somos amigos, não precisa agradecer. – ela deu uma pausa, enquanto eu degusto o café – Não está dormindo direito?
Para mim Alice é mais do
que uma simples amiga, eu realmente gosto muito dela. Nós estudamos
juntos dês do ensino médio e agora estamos na mesma faculdade, uma das
mais renomadas da cidade.
– Não.... Aqueles sonhos infernais não me deixam em paz.
– Você deveria procurar por ajuda.
– Não posso fazer isto.... Talvez eu tenha que trancar a faculdade.
– Não! – ela berra e
levanta batendo fortemente as mãos sobre a mesa – Você é o único ômega
na faculdade inteira! Tem noção da honra que é estar aqui?!
– Eu sei disso! Mas fui
demitido no meu segundo emprego de meio período, ficar em apenas um não
vai adiantar muito, pois logo terei que decidir entre ficar na faculdade
ou comer e ter um lugar para morar.
– Não desista, irei me
esforçar para ajudar a achar um emprego. Não pode ficar em um dos
dormitórios da faculdade? Ou dividir com um amigo? E seus familiares?
– A faculdade já avisou
que todos os alojamentos não possuem quartos individuais e os que tem
vaga estão com um alfa no mínimo, se eu aceitar ficar em um dos quartos,
tenho uma chance de ser estuprado pelos meus companheiros. E você sabe
que não tenho família, e meus amigos.... Acho que só tenho você como
amiga.
– Por que não arrisca
ficar no alojamento da faculdade temporariamente. Você já está com 20
anos e seu cio não apareceu, talvez você nem seja um ômega, se você for
um beta?
– Olha para minha altura e aparência, é óbvio que sou um ômega.
– Mas está começando a surgir ômegas na altura de betas e você nunca fez um exame para confirmar se você é realmente um ômega.
– Não importa, esqueceu
que já fiz todo tipo de exame possível, eu sou um ômega e ponto final. E
eles podem me estuprar e usar como desculpa que estava no cio, mesmo
não estando. Ou até mesmo não tomando os supressores.
― Não tinha parado para
pensar nisso... – ela colocou a mão não queixo e ficou com cara de
pensativa. – Tinha até mesmo me esquecido que você fez algum exame.
Tive que mentir para ela, eu não fiz nenhum exame, apenas não posso ir para o hospital ou qualquer médico.
– Tem isso... Esqueci daquela desculpa idiota. – ela comentou revirando os olhos.
Bebo um pouco mais do café, depois levanto, enquanto pego minha mochila, que está ao lado da minha carteira.
– Onde você vai? Daqui a 15 minutos a aula começa.
– Preciso dormir.
– Tudo bem.... Depois te passo as anotações. – ela respondeu sorridente.
Não há motivos para ficar na faculdade, preciso de ar.
O anfiteatro é bem
grande, é como se fosse uma sala de cinema, cada fileira de cadeiras
fica em um degrau, em baixo o quadro, a mesa do professor e a porta. As
portas das maiorias das salas são iguais, de madeira com uma pequena
janela de vidro em algumas o vidro é como um espelho falso, a pessoa que
está fora da sala pode te ver, mas você não pode ver o que acontece do
lado de fora. Do lado da porta um lugar para dependurar agasalhos. Fui
em direção a saída, peguei meu agasalho bem grosso com pelos em volta do
capuz, vesti-o e me retirei do recinto.
Os corredores que dão
para as salas e os anfiteatros são em frente a um grande pátio coberto
por grama verde, mas por esta muito frio, a grama está com aspecto
amarronzado, com uma fonte bem chamativa no meio, mas está desligada. A
temperatura está quase perto de zero e está bem úmida, talvez comece a
nevar.
Na saída da faculdade um
lado dá para uma floresta preservada, onde somente os alunos e pessoas
autorizadas podem entrar e mesmo assim, tem que seguir uma trilha, já
que é fácil se perder e o outro caminho da para uma estrada longa de
terra até a cidade.
Entrei na floresta e continuei andando seguindo a trilha marcada por uma faixa amarela.
Não lembro muito bem o
que aconteceu no meu passado, apenas me recordo que aos dez anos de
idade fugia de alguém, eu estava cansado, com frio e muito ferido. E
nesta cidade encontrei uma cabana nesta floresta de uma beta, uma
senhora sozinha e bem velha. Ela me acolheu como se fosse seu filho,
sete anos depois ela faleceu. Foi minha primeira perda e agora teria que
ficar sozinho nesse mundo enorme.
Pulo a faixa e continuo andando dentre as árvores e deixo minhas coisas em um canto e permaneço caminhando.
O vento sopra forte.
Sinto a falta de em uma
situação dessa o jeito que aquela senhora, que eu chamava de mãe me
abraçava, acariciava meus cabelos e dizia que iria ficar tudo bem,
depois ela fazia chocolate quente com marshmallow e biscoitos. O cheiro
da lenha queimando enquanto ela balança na cadeira antiga dela e tricota
roupas para mim. Daria qualquer coisa, para poder dar um abraço nela e
dizer o quanto sinto saudade.
Bem... não é hora de
pensar nisto. Tiro minha blusa de frio e jogo no chão. Talvez se eu
vivesse como um lobo? Não seria má ideia deixar minha humanidade de
lado, todavia não há mais lobos vagando por aqui a maquinas caçando
cervos de tempos em tempos, caçadores em determinada época, mesmo sendo
poucos há sempre caçadores, ou lenhadores, ou contrabando de animais,
com certeza se um deles me vesse eu estaria perdido.
Paro e retiro toda minha
vestimenta e jogo no chão, fico de quatro enquanto cresce uma pelagem
misturado com penas cinzas e brancas nascem devagar, sinto meus ossos
movendo lentamente, minhas costas sendo rasgadas, longas asas aparecem,
meu corpo vai deformando até ficar na forma de um lobo.
Não sou um ômega normal,
posso me transformar e vagar como um animal, ou melhor, como um lobo
alado, todavia com cuidado, já que um lobo vale milhões e um hibrido
como eu no mercado negro, nem posso imaginar o valor.
Começo a farejar o ar.
Sinto o cheiro de fumaça misturado com carne e está próximo.
Provavelmente são caçadores, algo que não deveria existir em uma área
preservada como esta.
A faculdade decidiu
preservar uma grande parte da floresta para estudo, sendo proibida a
entrada de visitante, fora da linha amarela e caçadores. Seres malditos!
Tinham que estragar minha paz?
Pego minhas roupas com a
boca e começo a correr o mais rápido que consigo, passando entre as
árvores e moitas. Paro meio distante e observo, dois homens que mataram e
estão cozinhando um cervo e perto deles um filhote de cervo acorrentado
e bem ferido. Posso escutar os grunhidos dele, seus olhos mostrando o
pavor que sente com a cena. Meu sangue ferve de raiva.
Como aquelas pessoas podem ser tão cruéis?
O ponto da floresta que
eles estão não é qualquer lugar, é um ambiente sagrado que poucos
humanos conhecem e tem coragem de voltar. Pedras grandes em volta
formando um círculo, com símbolos. Uma foi derrubada para eles sentarem,
no meio à fogueira que fizeram. Além de judiar de um podre cervo estão
desrespeitando um ambiente sagrado, isto é intolerável!
Fico na minha forma humana, visto minhas roupas e vou ao encontro deles.
– Senhores, não podem ficar aqui. – falei enquanto caminho pelas costas.
Eles me olham de rasteiro e depois dão as costas para mim.
– O que ele faz aqui?! Você não disse que ninguém vem aqui?! – o homem da esquerda fala.
– Não me ignorem.
Os dois se viram e puxam a corrente do filhote de cervo com força, o machucando um pouco.
– Saiam daqui, por favor, e soltem o cervo.
– Não. – o da direita me respondeu friamente.
– Não queremos machucar você, ainda mais que você é um ômega.
― É garoto! Você não nós intimida por ser um ômega.
Eles são alfas...
– Acham que alfas me assustam?
Os dois se levantam, o
que está segurando a corda do cervo o solta, ambos têm mais de dois
metros. Um deles é musculoso e outro tem músculos no braço, mas uma
barriga, ambos com barba comprida.
– Acho que não tenho escolha. – falo depois suspiro.
Minhas unhas transformam em garras negras e afiadas e minhas presas aparecem.
– Vamos nos divertir rapazes.
Eles não notarão na minha aparência, isto é melhor ainda, odeio quando saem correndo de uma luta.
O da esquerda veio com
um direto em minha direção, pulei tão alto que parei nas costas dele,
depois uso minhas garras para cortar a garganta dele. Saiu de cima dele e
ele cai no chão.
– Quanto maior o homem, maior será sua queda. – disse sorrindo.
– Miserável... O que é você? – o outro pergunta recuando.
– Um ômega, não é? Sou o seu fim.
Ele começa a correr, mas em segundos eu o alcanço e corto sua garganta.
– Alfas... Sempre se acham demais.
Posso ver o desespero em seus olhos querendo se agarrar a vida enquanto se engasga com seu próprio sangue.
– Qual é a sensação da morte? – questionei enquanto ele deu seu último sobro de vida.
Aproximo devagar do
cervo encolhido e assustado. Volto na minha forma totalmente humana. Ele
está muito machucado e é muito novo para se virar sozinho. Se algum
animal não o devora-lo, os caçadores de metal irão fazer isto.
Tirei a corda do pescoço
dele e segurei-o em meus braços, ele é tão leve e nem se quer faz
movimentos para tentar se afastar de mim, acho que lá no fundo ele sabe
que sou o herói dele. Apaguei o fogo que aqueles malditos fizeram.
Amanhã dou um jeito nos corpos.
Caminhei até onde deixei minhas coisas, peguei e sai da floresta.
***
– Você o trouxe a tempo. – fala a medica veterinária Haley.
Ela é morena com cabelos
anelados, usa óculos e um jaleco branco. A sala de espera dela é bem
limpa e arrumada, possui dois sofás, uma TV e uma lixeira no canto.
– Eu agradeço por ter aceitado a cuidar dele.
– Ele não é minha
especialidade, já que me especializei em pequeno porte e o especialista
de silvestre estão fora, todavia é o mínimo que posso fazer.
– Ele ficará bem?
– Sim. – ela responde
tirando as luvas ensanguentadas e jogando no lixo – Poderia me informar
aonde conseguiu achar esse filhote de cervo?
– Perto da faculdade.
– Pensei que os cervos nem chegassem perto da faculdade, por ter muitas pessoas. – ela me falou com um olhar meio de dúvida.
Não posso falar para ela que achei dois caçadores alfas e os matei, muito menos que entrei na floresta fora da trilha.
– Ele estava perto da trilha com uma corda no pescoço, parece que ele conseguiu fugir dos caçadores.
– Isso explica os hematomas no pescoço.
– Preciso falar do pagamento, você poderia parcelar?
Ela respirou fundo, depois soltou o ar.
– Sei que você foi
despedido do seu último emprego injustamente, sua amiga veio conversar
comigo. Você tem que pagar aluguel, comida, água e faculdade e ainda é
um ômega, tornando as coisas mais difíceis.
Infelizmente ser um ômega significa não ter muitos privilégios, há não ser na área da prostituição.
– Por isso estou pedindo para parcelar. – disse de um jeito bem óbvio.
– Já entendi, porém, estou tentando te ajudar, já que mais cedo sua amiga Alice veio conversar comigo.
– Desculpe... – falei arrependendo.
– Tudo bem. Minha faxineira se despediu ontem, preciso de um novo faxineiro. Gostaria de trabalhar para mim?
Meus olhos nesse momento brilham.
– Mas não tenho como te
pagar muito, talvez seja o suficiente para você pagar a comida e a
vestimenta. Tenho um quarto nos fundos, que está vazio, era aonde ficava
estudando até mais tarde. Você pode vigiar a clínica e ficar no quarto
em troca. O que você acha?
– Aceito! Você me salvou! – falei contente – Espera... Por que uma beta está me ajudando?
– É raro ver um ômega
ter a força de vontade de ser alguém neste mundo e sei o quanto é duro a
faculdade. Quando era menor, eu não tinha família, apenas meus amigos,
por ser uma beta a faculdade ainda me ajudou em muitos aspectos, mas sei
que você é um ômega e eles estão te negando muita coisa que é de
direito seu, para que você saia de lá. Por isto quero-te dá um apoio.
Você me ajuda e eu te ajudo.
– Doutora, serei eternamente grato.
Agradeci novamente para ela e me retirei da clínica.
***
– Luke! – uma voz feminina vindo por minhas costas grita.
Olho para trás e a vejo Alice Jasen. Parei para esperar ela aproximar de mim.
– Ficou sabendo? – ela questionou.
– O quê?
– Você não olha o celular? – ela me fita – O que aconteceu com sua roupa? Por que está ensanguentada?
– Meu celular está dentro da mochila. E isto é sangue de cervo.
Ela rapidamente pegou o celular em sua bolsa e ficou mexendo.
– Você veio me encontrar correndo só para mexer no celular? Espera.... Como conseguiu me achar?
– Não é obvio? Se você não está aqui, está em casa.
– Onde está...? – ela resmungou.
– O que está procurando que não pode esperar até amanhã na aula?
– Encontraram dois
corpos na trilha que dá para floresta. Bem próximo à entrada da
faculdade. – ela fala concentrada mexendo do celular.
– Eles sempre encontram corpos de animais lá, é algo normal.
– Não é de um animal qualquer, é de um humano! E está todo despedaçado.
Ela me mostra a foto de
dois policiais da cidade juntando as partes dos corpos, e no momento da
foto, estão pegando a cabeça de um dos cadáveres. Posso reconhecer os
corpos perfeitamente, são os dois caçadores!
– Impossível... – retruquei.
– O que foi? Você conhece um dos falecidos?
– Nada, apenas fiquei surpreso. – disse friamente.
– Não é louco isto? Algo
tão brutal acontecer tão perto de onde estamos? – ela dá uma pausa –
Estão comentando que uma das maquinas caçadoras está com defeito, outros
que tem uma seita satânica.
Será que pode ser aquilo que me caçava quando era pequeno?
Que sensação estranha... sinto como se algo tivesse me observando.
De repente vejo dois olhos do nada é como se estivessem cravados na minha mente, deixei a mochila cair no chão.
– Preciso ir. – falei e sai correndo.
– Luke! – escuto ela gritando.
***
Abro a porta de casa rapidamente e a tranco, ofegante.
– O que está acontecendo? – questionei comigo mesmo, enquanto sento apoiando minhas costas na porta.
– Isto nunca aconteceu!
Mesmo que achem os
corpos, o estado de decomposição é muito avançado e a maioria dos
caçadores não tem família ou qualquer coisa do tipo, para preocupar com
eles. E sempre mato longe da trilha ou da faculdade.
Alguém achou minhas
presas e fizeram isto, justamente para que os corpos serem encontrado
com mais facilidade. Mas quem faria isto? E o pior será que ele ou ela
me viu?
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Atualizado até capítulo 72
Comments
Ana Regina Fernandes Raposo
E GENTE QUE MATA BO LUGAR SAGRADO, NÃO TEM PERDÃO. BEM FEITO. QUEM SERÁ QUE DESCOBRIU ELE.
2024-08-08
0
MS
sente dó do cervo morto 🦌 mas nata os alfas sem dó kk
2024-07-13
2
Bia Souza ♥️yaois♥️
nossa suas história é muito boa cheia de detalhes dá pra entender bem e consigo imaginar a história na minha cabeça tipo as pessoas, a floresta a faculdade a clínica gosto de quando posso ter uma imagem mais ou menos clara da história na minha cabeça 🤩🤩😍😍 o único problema foi imaginar a cena de luta o garoto cortando a garganta dos caçadores e só de imaginar jorrar sangue dos FDPS nojentos ugh me dá ânsia tirando isso e a parte do animalzinho coitadinho sofrendo ali tudo bem eu sou muito frágil com cenas assim mesmo assim eu vejo 🙃🥲😓😓😢😢🥺🥺😭😭
2022-07-24
1