Antônio
No dia seguinte às 8:00, eu, Roberto e Lú, estávamos na arena, mas percebi que tinha mais 40 pessoas de diferente idade.
– Bom dia a todos, os novatos foram divididos em quatro grupos, por ser um grupo grande de novatos pela primeira vez temos mais de 10, como este ano são 24 vamos decidimos fazer quatro grupos ficandos com 12 em cada - disse Ita.
Recebi que o Ray não estava e Ita estava com um vermelho na testa, será que era da batalha. Feito o sorteio nós ficamos em grupo separado.
– Mas antes de vocês se juntarem aos seus grupos vamos aprender a levantar o escudo - disse Ita - primeiro vocês vão descobrir qual palavra ativa o escudo, pode ser qualquer uma. Exemplo, eu penso em escudo e meu escudo está ativo, vocês percebem que meu escudo é branco porque eu sou elemental da luz. Para desativar é só pensar em baixar o escudo. O escudo tem a cor do seu elemento. Agora vocês.
Eu pensei no escudo, não vi diferença, pensei em barreira e eu estava emanando uma luz azul.
– Muito bom, Antônio, seu escudo é azul da cor do seu fogo, você já pode ir para seu grupo.
Olhei em volta e percebi que nem todos estavam de escudo, minha adorável furacão era uma delas. Ela teve dificuldade em ativar o escudo.
Fui para meu grupo que estava com 10 pessoas e ainda faltam duas.
– Deixa eu me apresentar, meu nome é Diego, sou híbrido de fogo e ar, meu escudo é laranja da cor do meu fogo, não tenho dons, eu decidi que ano que vem vou para o treinamento de combate, mas enquanto não chega eu vou ajudar vocês a treinar seu elemento fogo e ar.
De repente escuto uma pequena explosão, quando olho é minha irmã sentada no chão toda encharcada.
– Você tem que controlar o seu fogo se não seu elemento água vem com tudo. - disse Ray que acabou de chegar. - precisa equilibrar, você é fogo e água, dois elementos incompatíveis e os dois são fortes em você.
– Eu não quero mais ser fada - dia ela chorando.
– Isso é impossível.
– Quero voltar para terra. Não quero ficar aqui.
Neste instante minha tia apareceu diante de Lú, se abaixou e a abraçou.
– Minha linda, eu senti sua agonia e tristeza, mas não se preocupe, eu estou aqui para te ajudar.
– A Rainha em pessoa na arena?! - dizem os alunos do meu grupo admirados.
– Ela é nossa tia, então é natural ela se preocupar conosco. - falo sem pensar nas consequências.
Todos eles se aglomeram à minha volta.
– Você tem sangue real?
– Você é burro, Tomás, o escudo dele é azul igual a mãe da rainha, é óbvio que ele é de sangue real, só o sangue real de luz.
– Mas eu não sou o único.
– Não, mas está no nosso grupo, e quando chegar a hora da gente batalhar no ringue será nosso grupo que ganha a gincana.
– Gincana?
– Sim, daqui uns quatro meses tem a primeira gincana, nós batalhamos no ringue o grupo que tiver o maior número de vitórias ganha gincana.
– Como eu disse, não sou o único, aquela é minha irmã de fogo e água.
– É pensando bem não quero ter que enfrentar sua irmã, se bem que teremos duas chances de lutar contra ela.
– Por que?
– Você falou fogo e água, dois elementos, dois períodos, dois grupos diferentes, duas lutas.
– Não entendi.
– E que Tomás também tem dois elementos de fogo e natureza, ele luta duas vezes, uma como fogo e outra como natureza. Kkkk se ferrou Tomás. - diz Diego.
– Vamos para de conversa, é hora de treino, você Diego deveria ser exemplo por ser o veterano. - falou Ita se aproximando.
– Tudo bem, mestre. - Responde Diego.
Então fomos para um canto da arena destinado ao nosso grupo.
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Atualizado até capítulo 35
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