“Muito bem, Kaito,” disse Alex. “Eu vou ajudá-lo, mas a que preço?”
Kaito sorriu e olhou novamente em volta, certificando-se de que ninguém mais ouviria o que estava prestes a dizer.
“Se a organização Kuroba cair, a Yakuza sofrerá um grande abalo econômico, mas se o meu grupo Oraki suprimir essa economia tomando a frente, a Yakuza será obrigada a nos aceitar,” disse Kaito. “Você jamais será esquecido, Alex Corson, eu sempre recompenso um benfeitor, e nunca, nunca me esqueço de um amigo”.
Alex olhou para Kaito com um olhar pensativo, analisando a proposta que lhe havia sido feita. Ele sabia que a organização Kuroba era uma parte importante da Yakuza, e que a sua queda poderia ter consequências significativas.
"Eu entendo o que você está dizendo, Kaito", disse Alex. "Mas eu preciso saber mais sobre o seu grupo, Oraki. Quem são vocês e o que vocês querem alcançar?"
Kaito sorriu novamente e começou a explicar.
"O grupo Oraki é uma organização que surgiu como uma resposta à corrupção e ao abuso de poder dentro da Yakuza", disse Kaito. "Nós somos um grupo de homens que querem restaurar a honra e a integridade da Yakuza, e que estão dispostos a lutar para alcançar esse objetivo".
Alex assentiu, começando a entender melhor a motivação de Kaito e do grupo Oraki.
"Eu estou disposto a ajudá-lo, Kaito", disse Alex. "Mas eu preciso saber que você está preparado para enfrentar as consequências da queda da organização Kuroba. A Yakuza não vai se render sem lutar".
Kaito olhou para Alex com um olhar firme.
"Eu estou preparado para enfrentar qualquer coisa, Alex", disse Kaito. "Eu sei que a luta será difícil, mas eu estou disposto a fazer o que for necessário para alcançar nosso objetivo".
Alex sorriu levemente e assentiu, dizendo: “Então temos um acordo, amigo”.
Kaito sorriu e disse: "É muito sábio da sua parte escolher ser um amigo a um benfeitor”.
Alex aceitou com a cabeça e Kaito se retirou.
Depois que foi dormir, Alex teve uma boa noite de sono e acordou bem disposto. Alex estava prestes a sair de sua cela para tomar o café da manhã logo que foi anunciado, mas um grupo de guardas o embargaram na frente de sua cela.
Alex olhou para todos eles e perguntou: “Posso saber o que está acontecendo, senhores?”
“Alex Corson, você será detido em solitária por uma semana por ter espancado um detento durante a noite,” disse um dos guardas.
Alex ficou surpreso com a acusação.
“Só pode ser sacanagem”, disse Alex.
"Eu não espanquei ninguém", disse Alex, tentando manter a calma. "Isso é uma mentira".
O guarda sorriu e disse: "Não importa o que você diz, Alex Corson. A testemunha já deu seu depoimento e você será punido de acordo com as regras do presídio".
Alex sabia que algo não estava certo. Ele não havia espancado ninguém e não sabia quem poderia ter feito tal acusação.
"Quem é a testemunha?" perguntou Alex.
O guarda hesitou por um momento antes de responder: "A testemunha é um detento chamado Tetsuya. Ele disse que você o atacou durante a noite".
Alex franziu a testa, pensando em quem poderia ser Tetsuya e por que ele faria tal acusação. Ele sabia que precisava descobrir a verdade por trás disso e limpar seu nome.
"Eu quero falar com Tetsuya", disse Alex.
O guarda sorriu e disse: "Isso não é possível, Alex Corson. Você será levado para a solitária agora mesmo".
Alex sabia que precisava agir rápido se quisesse descobrir a verdade e evitar a punição. Ele começou a pensar em um plano para se livrar da solitária e descobrir quem estava por trás da acusação.
“Não há muito a ser feito, Alex Corson,” disse o guarda. “Se não vier com a gente agora mesmo, seremos obrigados a usar a força”.
Os guardas estavam prestes a partir para cima de Alex, mas ele ergueu suas mãos para frente e disse: “Tudo bem, tudo bem, podem me levar”.
Alex foi algemado e levado para a solitária.
Enquanto Alex era levado para a solitária, ele não podia deixar de pensar em quem poderia ter feito a acusação contra ele.
Quando chegou à solitária, Alex foi jogado em uma cela pequena e escura. Ele sabia que precisava manter a calma e pensar em um plano para se livrar daquela situação.
Enquanto estava sentado na cela, Alex ouviu um barulho vindo do corredor. Ele se levantou e foi até a porta da cela, olhando pelo visor.
Ele viu um dos guardas do presídio se aproximando, acompanhado de um homem que Alex não conhecia.
"Alex Corson, você tem uma visita", disse o guarda.
Alex ficou surpreso. Quem poderia estar visitando-o na solitária?
O homem desconhecido se aproximou da cela e disse: "Alex Corson, eu sou Tetsuya. Eu sou a testemunha que o acusou de agressão".
Alex ficou furioso. Ele sabia que Tetsuya estava mentindo e que precisava descobrir por quê.
“Qual é a sua cara, porque fez isso?” Perguntou Alex.
Tetsuya sorriu e disse: “Porque me foi ordenado, Alex Corson, o senhor colecionador de unhas quer você em um lugar que possamos ficar de olho em você até o anoitecer, você tem uma reunião com o chefe e ele não quer ver você de conversinha com ninguém até lá”.
Alex franziu a testa, tentando entender o que Tetsuya estava dizendo. "O senhor colecionador de unhas?" repetiu Alex. "Você está falando do mesmo homem que me visitou ontem à noite?"
Tetsuya assentiu. "Sim, é ele mesmo. Ele quer que você esteja disponível para a reunião com o chefe Ryota Nakamura, e ele não quer que você tenha nenhuma chance de falar com ninguém antes disso".
Alex entende melhor agora. O senhor colecionador de unhas estava tentando controlar a situação, e Tetsuya era apenas uma peça no seu jogo.
"Eu entendi", disse Alex. "Mas nós já sabemos que isso não era necessário, não é?”
“Desculpa, Alex Corson, mas eu não estou aqui para questionar as ordens do chefe,” disse Tetsuya. “Mas enfim, eu só vim aqui para te explicar a situação, então adeus, Alex Corson”.
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Atualizado até capítulo 21
Comments
Fatima Vieira
tomara q nada aconteça com ele
2025-03-04
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