Ainda no carro, Asuka põe as suas mãos sobre o rosto e começa a respirar mais rápido.
“Asuka, você está bem?” Perguntou Alex.
“Eu… Eu não entendo, porque eu?” Perguntou ela. “Porque eu tenho que ser o motivo de tantas mortes?”
Alex olhou para Asuka com preocupação, vendo-a tão abalada.
"Asuka, não é culpa sua", disse ele, tentando confortá-la. "Você não tem controle sobre o que os outros fazem. A organização Kuroba é responsável por isso, não você".
Asuka balançou a cabeça, ainda com as mãos sobre o rosto.
"Mas por que eles querem me matar?", perguntou ela, com uma voz trêmula. "O que eu fiz para merecer isso?"
Alex suspirou, sabendo que não havia uma resposta fácil para essa pergunta.
"A organização Kuroba quer você porque você é uma peça importante no seu plano", disse ele. "Eles querem usar você para alcançar sua mãe, a Juíza Elizabeth Suzuki, e não vão parar até que consigam".
Asuka olhou para Alex, com uma expressão de medo e confusão.
"O que eu posso fazer?", perguntou ela. "Como eu posso parar isso?"
Alex olhou para ela, com uma expressão firme.
"Por enquanto, você não pode, mas estou aqui para protegê-la", disse ele. "E vamos encontrar um jeito de parar a organização Kuroba, eu prometo".
Asuka assentiu, ainda com uma expressão de medo, mas também com uma ponta de esperança.
“Agora… Preciso que se acalme,” disse Alex baixando as mãos de Asuka. “Eu não quero te ver chorar.
Asuka assentiu, ainda com lágrimas escorrendo pelo rosto.
“Tá bom,” respondeu Asuka.
Vendo que as lágrimas no rosto de Asuka não paravam, Alex resolveu usar os polegares para as enxugar.
“Não vou te pedir para sorrir porque é uma coisa que eu pouco faço mesmo nos meus dias mais tranquilos,” disse ele. “Mas eu preciso que você seja forte.”
Excelente continuação! Aqui vai uma possível continuação:
Asuka olhou para Alex, vendo a preocupação em seus olhos. Ela sentiu um calor no coração, sabendo que ele estava realmente preocupado com ela.
"Eu vou ser forte", disse ela, com uma voz mais firme. "Eu não vou deixar que eles me machuquem".
Alex sorriu levemente, vendo a determinação em seus olhos.
"Eu já sabia que você era forte", disse ele. "Mas eu estou aqui para ajudá-la a ser ainda mais forte".
Asuka assentiu, sentindo-se segura com Alex ao seu lado.
Eles continuaram em silêncio por alguns minutos, até que o motorista quebrou o silêncio.
"Chegamos", disse ele. "Este é o local".
Alex olhou para fora da janela, vendo um prédio grande e bem movimentado.
“Fica no 68° andar,” disse o motorista. “Apartamento 613, ela estará lá esperando por vocês.”
Alex assentiu e saiu do carro. Ele dá a volta e abre a porta para Asuka sair também.
Asuka saiu do carro e olhou para o prédio, sentindo um misto de nervosismo e curiosidade.
"Quem é essa pessoa que está esperando por nós?", perguntou ela, olhando para Alex.
"É alguém que pode nos ajudar, de acordo com sua mãe", respondeu Alex, sem dar mais detalhes.
Asuka assentiu, confiando em Alex para tomar as decisões certas.
Eles entraram no prédio e pegaram o elevador para o 68° andar. Quando as portas do elevador se abriram, Alex e Asuka saíram e se dirigiram ao apartamento 613.
Alex bateu na porta e quem abriu foi uma mulher de meia idade, olhos castanhos e certamente uma cidadã japonesa.
“Tia Kuti!” Asuka estava tão emocionada em ver sua tia que se esqueceu dos modos e a abraçou imediatamente.
“Olha só, se não é minha pequena pandinha,” disse Kuti. “Você cresceu bastante, comer broto de bambú te fez muito bem.”
Asuka sorriu emocionada.
“Para tia, eu nunca comi bambú,” disse Asuka com um sorriso contagiante.
Alex por outro lado, estava sério e foi direto ao assunto.
“Então você é o contato que a juíza Elizabeth Suzuki me passou?” Perguntou Alex.
Kuti assentiu, com um sorriso sério.
"Sim, sou eu", disse ela. "A juíza Elizabeth me pediu para ajudá-los a se esconder".
Alex assentiu, avaliando a situação.
"Entendo", disse ele. "E você tem um plano para nos ajudar?"
Kuti assentiu novamente.
"Sim, tenho", disse ela. "Mas precisamos ser cuidadosos. A organização Kuroba é muito poderosa e tem muitos recursos".
Asuka olhou para Kuti, com uma expressão de curiosidade.
"Tia, como você sabe tanto sobre a organização Kuroba?", perguntou ela.
Kuti hesitou por um momento antes de responder.
"Eu... eu tenho uma história com a organização Kuroba", disse ela. "Uma história que eu não estou orgulhosa de contar".
Alex e Asuka olharam para Kuti, curiosos sobre o que ela poderia estar escondendo.
“Seria atrevimento de minha parte perguntar que tipo de relacionamento foi esse?” Perguntou Alex.
Kuti hesitou novamente, ela caminhou até seu sofá sinalizando para que Alex fechasse a porta e assim ele o fez.
“Por favor, sentem-se os dois,” disse Kuti.
“Tia, a senhora… a senhora trabalhou mesmo para a organização que está tentando me matar?” Perguntou Asuka com uma expressão entristecida.
Kuti suspirou pensativa, mas então começou a falar.
“Eu já foi uma advogada criminal da organização Kuroba, era eu que trabalhava para manter aqueles desgraçados na rua,” disse Kuti. “Era eu quem fazia os subornos e pagava as propinas em nome da organização.”
“Tia… A senhora sempre foi tão justa, o que te levou a tomar essa atitude?” Perguntou Asuka. “A senhora não pode ter feito isso de propósito.”
Kuti olhou para Asuka com um olhar entristecido.
“Eu sinto muito, minha pandinha,” lamentou ela. “A tia foi muito gananciosa na época.”
Alex com uma olhou para Kuti com uma expressão séria.
“Kuroba é uma organização pertencente à Yakuza japonesa,” disse ele. “Não podem simplesmente ter te deixado sair.”
Kuti assentiu, com uma expressão sombria.
"Sim, você está certo", disse ela. "Eles não me deixaram sair facilmente. Eu tive que fazer um acordo com eles para poder sair vivo".
Asuka olhou para Kuti, com uma expressão de choque.
"O que você fez, tia?", perguntou ela.
Kuti hesitou antes de responder.
"Eu... eu dei informações sobre alguns dos meus clientes para a organização", disse ela. "Informações que eles usaram para chantagem e extorsão".
Alex olhou para Kuti, com uma expressão de desaprovação, mas entendia muito bem a sua decisão.
"Você cometeu um grande erro", disse ele. "Mas eu também já fiz coisas terríveis para sobreviver.”
Kuti balançou a cabeça, com uma expressão de remorso.
"Eu não sei", disse ela. "Eu estava desesperada e eu não sabia mais o que fazer. Eu pensei que era a única maneira de sair viva".
Asuka olhou para Kuti, com uma expressão de tristeza.
"Tia, eu sinto muito", disse ela. "Eu não sabia que você estava passando por isso".
Kuti sorriu levemente, com uma expressão de gratidão.
"Obrigada, minha pandinha", disse ela. "Eu estou aqui agora e estou pronta para ajudá-los, não importa o preço que eu tenha que pagar por isso".
***Faça o download do NovelToon para desfrutar de uma experiência de leitura melhor!***
Atualizado até capítulo 21
Comments
Fatima Vieira
eita
2025-03-03
1