Aqui vai uma possível continuação:
No dia seguinte, Asuka e Alex saíram para o parque Shinjuku Gyoen, como planejado. Alex estava vestido com roupas civis, mas ainda assim chamava a atenção com seu tamanho e presença imponente.
Asuka, por outro lado, estava relaxada e feliz, aproveitando o dia ensolarado e a companhia de Alex.
"Eu adoro vir aqui," disse Asuka, enquanto caminhavam pelo parque. "É tão tranquilo e bonito."
Alex assentiu, mantendo-se alerta e vigilante, observando os arredores.
"Sim, é um lugar muito agradável," disse ele ainda com sua expressão neutra no rosto.
“Posso te fazer uma pergunta?” Perguntou Asuka.
Alex direcionou seus olhos a ela.
“Tudo bem, eu não vejo problema algum,” Respondeu Alex.
“Desculpa ser inconveniente, mas preciso saber,” disse Asuka. “Porque você não sorri?”
De repente, Alex parou e olhou em volta, seu olhar se fixando em algo.
"O que foi?" perguntou Asuka, notando a mudança na expressão de Alex.
"Não sei," respondeu Alex. "Mas eu sinto que estamos sendo observados."
Asuka olhou em volta, mas não viu nada fora do comum.
"Não vejo nada," disse ela.
Alex franziu a testa, seu instinto de luta se manifestando.
"Vamos sair daqui," disse ele. "Agora."
Asuka concordou e seguiu Alex, que a levou rapidamente para fora do parque. Uma vez na rua, Alex olhou em volta, procurando por qualquer sinal de perigo.
"O que você viu?" perguntou Asuka novamente, curiosa.
Alex hesitou por um momento antes de responder.
"Eu não sei," disse ele. "Mas eu sinto que estamos sendo vigiados. É um instinto que eu desenvolvi ao longo dos anos."
Asuka assentiu, começando a entender a natureza de Alex.
"Você é muito cuidadoso, não é?" perguntou ela.
Alex assentiu, seu rosto ainda impassível.
"Eu preciso ser," disse ele. "Para proteger você e a mim mesmo."
Asuka sorriu levemente, apreciando a dedicação de Alex.
"Obrigada, Alex," disse ela. "Nos conhecemos literalmente ontem, mas eu me sinto segura com você por perto."
Alex não respondeu, mas seu olhar se suavizou ligeiramente, revelando um lampejo de emoção.
“Só estou fazendo o meu trabalho,” respondeu Alex.
Aqui vai uma possível continuação:
Asuka sorriu novamente, mas desta vez com um toque de tristeza.
"Eu sei que você está apenas fazendo seu trabalho," disse ela. "Mas é bom saber que alguém se importa com a minha segurança."
Alex olhou para Asuka, seu rosto ainda impassível, mas seus olhos revelando uma leve curiosidade.
"Você não tem ninguém para se preocupar com você?" perguntou ele.
Asuka hesitou por um momento antes de responder.
"Minha mãe está sempre ocupada com o trabalho," disse ela. "E eu não tenho muitos amigos. Eu sou uma pessoa bastante solitária."
Alex assentiu, seu rosto ainda impassível, mas seus olhos revelando uma leve empatia.
"Eu entendo," disse ele. "Eu também sou uma pessoa solitária."
Asuka olhou para Alex, surpresa com a revelação.
"Por quê?" perguntou ela.
Alex hesitou por um momento antes de responder.
"Eu não tenho muita experiência com relacionamentos," disse ele. "Eu sempre fui uma pessoa muito focada no meu trabalho."
Flashbacks de todas as suas lutas clandestinas, tomaram a cabeça de Alex por um instante.
Asuka assentiu, começando a entender melhor a natureza de Alex. Asuka olhou para Alex com uma expressão de compreensão.
"Eu entendo," disse ela. "É difícil ter relacionamentos quando você está sempre se preocupando com a sua própria segurança."
Alex assentiu, seu rosto ainda impassível, mas seus olhos revelando uma leve gratidão por Asuka entender.
"Sim, é difícil," disse ele. "Mas eu não me importo. Eu estou acostumado a estar sozinho."
Asuka sorriu levemente, tentando animar Alex.
"Bem, agora você não está sozinho," disse ela. "Você tem mim, e eu tenho você."
Alex olhou para Asuka, seu rosto ainda impassível, mas seus olhos revelando uma leve surpresa com a declaração de Asuka.
“Que tal um acordo?” Perguntou Asuka.
Alex levantou uma de suas sobrancelhas.
“Que tipo de acordo?” Perguntou Alex.
Asuka sorriu levemente, com um tom misterioso em seu olhar.
“Eu conto um pouco da minha vida para você, se você me contar mais sobre a sua,” disse Asuka.
Alex hesitou por um momento, considerando a proposta de Asuka. Ele não estava acostumado a compartilhar detalhes sobre sua vida com ninguém, mas havia algo em Asuka que o fazia querer abrir-se mais.
"Está bem," disse Alex finalmente. "Eu aceito o acordo."
Asuka sorriu, parecendo satisfeita com a resposta de Alex.
"Ótimo," disse ela. "Eu começo. Minha mãe é uma juíza muito respeitada aqui no Japão. Ela sempre foi muito ocupada com o trabalho, então eu cresci praticamente sozinha."
Alex ouviu atentamente, seu rosto ainda impassível, mas seus olhos revelando um interesse genuíno.
"E você?" perguntou Asuka, olhando para Alex. "O que você fez antes de se tornar um... um protetor?"
Alex hesitou novamente, considerando o que revelar sobre seu passado. Mas algo em Asuka o fazia querer confiar nela.
"Eu fui um lutador," disse Alex finalmente. "Um lutador de rua. Eu lutei em torneios clandestinos para ganhar dinheiro."
Asuka olhou para Alex, surpresa com a revelação.
"Um lutador de rua?" repetiu ela. "Isso é incrível. Você é muito corajoso."
Alex sorriu de lateral levemente, sentindo-se um pouco mais confortável com a conversa.
"Não é coragem," disse ele. "É apenas uma questão de sobrevivência."
"Eu entendo," disse ela. "Mas é corajoso da sua parte ter feito o que foi necessário para sobreviver."
Alex olhou para Asuka, seu rosto ainda impassível, mas seus olhos revelando uma leve gratidão por Asuka entender.
"Obrigado," disse ele. "Mas eu não fiz nada de especial. Eu apenas fiz o que precisava ser feito."
Asuka sorriu levemente, sentindo-se mais conectada a Alex.
"Eu acho que você está sendo muito modesto," disse ela. "Você é uma pessoa muito forte e corajosa."
Alex olhou para Asuka, seu rosto ainda impassível, mas seus olhos revelando uma leve surpresa com a declaração de Asuka.
Depois de caminhar por alguns minutos, Asuka parou e se espreguiçou de pé.
“Eu estou cansada e com fome,” disse Asuka, enquanto fazia uma careta. “Podemos parar para descansar e comer?”
Alex olhou em volta inspecionando o lugar, mas preocupado com o bem estar de Asuka, ele assentiu com a cabeça.
Asuka pensou por um momento antes de falar.
"Eu sei um lugar bom para comer," disse ela. "Um restaurante japonês que minha mãe sempre me leva quando estamos juntas."
Alex olhou para Asuka, interessado.
"Qual é o nome do restaurante?" perguntou ele.
"Se chama Sakura," respondeu Asuka. "É um lugar muito aconchegante e a comida é deliciosa."
Alex assentiu, impressionado com a recomendação de Asuka.
"Vamos lá," disse ele. "Eu confio no seu julgamento."
Asuka sorriu, satisfeita com a decisão de Alex.
"Ótimo," disse ela. "Vamos."
Eles caminharam até o restaurante Sakura, que estava localizado em uma rua tranquila. O interior era aconchegante e decorado com elementos tradicionais japoneses.
Asuka olhou em volta, sorrindo.
“É um ambiente acolhedor,” disse Alex.
"Eu sabia que você ia gostar," disse ela.
Alex assentiu, sentando-se à mesa.
"Sim, é um lugar muito agradável," disse ele.
Eles pediram comida e começaram a conversar novamente, sentindo-se mais confortáveis um com o outro.
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Atualizado até capítulo 21
Comments
Larissa Marques
começando lê hoje, até agora tô gostando ,mas gostaria que tivesse foto do personagem. fica mas interessante.
2025-03-06
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