Sentimento de perda.

Considerando a ameaça que Alex representa, o atirador começou a seguir o rastro de sangue com cautela. Enquanto isso, o coração de Asuka estava disparado em seu peito, pois de seu esconderijo ainda de baixo da mesa, ela podia ver os pés do atirador seguindo para o corredor a qual Alex havia puxado sua tia, e isso a fez entrar em desespero, mas ela não se moveu do lugar pois estava em choque.

“Seja quem for, passou por esse corredor,” disse o atirador seguindo o rastro de sangue.

O atirador seguiu o rastro de sangue pelo corredor até a porta do banheiro. Ele se preparou para atirar no primeiro sinal de movimento, mas quando ele agarrou a maçaneta da porta, a surpresa foi literalmente chocante. O atirador recebeu uma poderosa descarga elétrica que percorreu todo o seu corpo e o derrubou.

O atirador caiu no chão, convulsionando e gritando de dor. A descarga elétrica havia sido intensa e o havia deixado temporariamente incapacitado.

Enquanto isso, dentro do banheiro, Alex havia preparado a armadilha elétrica, usando sua habilidade de improviso. Alex descascou o fio do secador de Kuti e o enrolou na maçaneta da porta para criar uma descarga que pudesse derrubar o atirador.

Asuka, que ainda estava escondida debaixo da mesa, ouviu o grito do atirador e se assustou ainda mais. Ela não sabia o que estava acontecendo, mas sabia que Alex estava tentando protegê-la.

Kuti, que estava deitada no chão do banheiro, olhou para Alex com uma expressão de gratidão. "Obrigada, Alex", disse ela, com voz fraca. "Você salvou nossas vidas".

Alex ajudou Kuti a se sentar. "Não há de quê, Kuti", disse ele. "Agora precisamos sair daqui e te levar a um hospital".

Mas justo quando Alex estava prestes a sair do banheiro, ouviu um barulho vindo do corredor. O atirador estava se levantando, ainda cambaleando devido à descarga elétrica.

"Não podemos sair ainda", disse Alex, olhando para Kuti. "O atirador ainda está lá fora".

Kuti olhou para Alex, pensativa.

“Você tem que fazer alguma coisa, Alex,” disse ela. “Você precisa matá-lo.

Alex olhou para Kuti, seu olhar demonstrou preocupação.

“Kuti, se eu fizer isso, existe uma grande possibilidade de você ser pega no confronto,” disse ele. “A Asuka nunca me perdoaria.”

Kuti olhou para Alex com uma expressão séria.

“Alex, você foi mandado do Brasil para cá, pra proteger a Asuka, não a mim,” disse Kuti com seu rosto pálido e suando frio. “Chega de joguinhos, e acabe logo com isso, Alex.”

Naquele exato momento, Alex agarrou a escova de banho e abriu bruscamente a porta do banheiro surpreendendo o atirador. O atirador, no entanto, foi rápido o suficiente para efetuar um disparo na direção de Alex, mas o mesmo esquivou antecipadamente e golpeou o atirador no rosto com a escova de banho.

O atirador levou uma das mãos até o rosto, e Alex aproveitou o momento para atacá-lo novamente.

Alex golpeou o atirador com a escova de banho novamente, dessa vez com mais força, e o atirador caiu no chão, desmaiado.

Asuka, que ainda estava escondida debaixo da mesa, ouviu o barulho do atirador caindo no chão e se assustou ainda mais. Ela não sabia o que estava acontecendo, mas sabia que Alex estava tentando protegê-la.

Alex olhou para o atirador desmaiado no chão e sabia que não podia deixá-lo vivo. Ele era um risco para Asuka e para ele mesmo. Com um olhar frio e determinado, Alex se aproximou do atirador e o matou com um golpe rápido e preciso na cabeça.

Mas, ao se virar para ajudar Kuti, Alex viu que ela estava caída no chão, com um olhar vazio e uma nova mancha de sangue no peito. O primeiro disparo do atirador havia acertado Kuti, e ela não havia sobrevivido.

Alex sentiu um golpe no coração ao ver Kuti morta. Ele havia falhado em protegê-la, e agora ela estava morta. Ele olhou para Asuka, que havia tomado coragem para sair de debaixo da mesa e estava parada ao lado dele, com um olhar de choque e tristeza no rosto.

"Asuka, sinto muito", disse Alex, com a voz trêmula. "Eu não pude proteger Kuti".

Asuka olhou para Alex, com lágrimas nos olhos. "Foi minha culpa, Alex", disse ela. "Minha tia está morta e a culpa é minha".

Alex sentiu um peso no coração ao ouvir as palavras de Asuka. Ele sabia que ainda tinha que protegê-la, e que não podia deixar que o atirador tivesse matado Kuti em vão. Ele se levantou, com um olhar determinado, e disse: "Vamos sair daqui. Precisamos encontrar um lugar seguro para você".

Apesar da situação difícil, Alex precisava manter o foco em proteger Asuka acima de tudo.

Alex ajudou Asuka a se levantar e a sair do apartamento, enquanto tentava processar o que havia acontecido. Ele sabia que Kuti era uma pessoa importante para Asuka, e que sua morte seria um golpe difícil de superar.

Enquanto caminhavam pelo corredor, Alex olhou em volta para garantir que não havia mais nenhum perigo. Ele sabia que o atirador poderia ter tido um cúmplice, e que precisava estar preparado para qualquer coisa.

Quando chegaram ao elevador, Alex pressionou o botão para chamá-lo. Enquanto esperavam, ele olhou para Asuka e viu que ela estava chorando.

Asuka olhou para cima e viu o rosto de Alex, que apesar de parecer estar neutro, seus olhos estavam cheios de tristeza e remorso.

O elevador chegou e Alex ajudou Asuka a entrar. Enquanto desciam, ele olhou para ela e viu que ela estava se esforçando para não chorar.

"Vamos encontrar um lugar seguro para você", disse ele. "E então vamos planejar o que fazer em seguida".

Asuka assentiu com a cabeça, ainda chorando. Alex sabia que ela precisava de tempo para processar o que havia acontecido, e que ele precisava estar lá para apoiá-la.

Quando o elevador chegou ao térreo, Alex ajudou Asuka a sair e a caminhar até a porta do prédio. Ele olhou em volta para garantir que não havia mais nenhum perigo, e então ajudou Asuka a sair do prédio.

Uma vez fora do prédio, Alex olhou em volta para encontrar um lugar seguro para Asuka.

Depois de alguns minutos de busca, Alex encontrou um hotel pequeno e discreto. Ele ajudou Asuka a entrar e a se registrar, e então a levou para o quarto.

Uma vez no quarto, Alex ajudou Asuka a se sentar na cama e a se acalmar. Ele sabia que ela precisava de tempo para processar o que havia acontecido, e que ele precisava estar lá para apoiá-la.

"Vou ficar aqui com você", disse ele. "Ao menos até que você possa… Bom… Para que você possa ter o seu luto".

Asuka assentiu com a cabeça, e caiu em prantos.

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Fatima Vieira

Fatima Vieira

coitada

2025-03-03

1

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