Guerra silenciosa

...Lívia ...

O ambiente não era os dos melhores, nem mesmo aqueles lindos camarões que estavam a ser servidos no jantar estava-me parecendo apetitoso; mas a decisão de ficar foi minha, pelo Francis já teríamos ido embora antes mesmo do prato principal chegar a mesa, mas eu não corro de uma batalha sem ao menos sacar a minha espada, eu estava completamente blindada e pronta para retribuir qualquer ataque, mas nenhuma palavra era dita durante o jantar apenas trocas de olhares.

Sentado ao meu lado direito estava Francis com um mal humor visível mas o que me incomodava era a tal Barbara que estava sentada na nossa frente, ela não desviava o olhar e ela era bem descarada fazia questão de mostrar que suas intenções, dava para notar que ela queria o meu homem, me fervia o sangue em ver ela desejando, cobiçando algo meu.

- Gostou do terno do Francis?

Falei olhando para ela, ela me lançou um olhar de quem não tinha entendido, mas fez os olhares se voltarem para mim.

- am? Do terno?

- sim! Percebi que não para de admirar. E lindo não é?

Falei com um tom sarcástico. Minhas mãos deslizavam sobre o braço dele, Francis já tinha notado o meu encômodo.

- E Italiano, lindo feito por um artesão especializado, eu mesma que ajudei escolher.

- sim e lindo.

Ela estava meio sem graça

- após o jantar, eu te passo o contato do lugar onde compramos.

Francis dá um sorriso, o humor dele parecia ter melhorado, ele aperta minhas coxas por baixo da mesa que me faz ficar em alerta.

- Então quantos anos tem a nossa neta?

O simpático pai quer dizer, meu sogro fez questão de me olhar nos olhos e me perguntar.

- acabou de completar cinco anos.

- quando podemos conhecer ela?

Ele se mostrou muito animado, antes do jantar eu até cheguei a mostrar algumas fotos da Liz para ele e para meu cunhado que por sinal é um amor de pessoa.

- querido! Modos por favor.

Minha sogra falou com a voz calma, mas eu podia sentir o tom de desaprovação.

- então o que você faz, Lizia?

- E Lívia mamãe.

A voz do Francis saiu alta e grave.

- que seja.

- eu sou gerente de uma multe nacional, tenho um cargo de chefia e comando um setor inteiro

- tão jovem! Vejo que se dedicou bastante a sua carreira.

- bastante!

- e ainda, deu conta de criar uma criança sozinha, ela deve ser bem educada.

Lívia

Eu sei o que ela está tentando fazer, mas não vai funcionar.

- Liz puxou muito de mim, ela é inteligente, muito bem educada a primeira da turma assim como eu fui então tenho certeza que fiz um bom trabalho. Além de tudo, meus pais me ajudaram bastante e não me arrependo de nada.

- e naquela praia você transou com mais alguém além do meu filho.

- chega isso já e de mais.

Francis levanta e puxa a minha mão

- vamos embora, agora!

Eu tento acalmar ele.

- querido e rude sair no meio de jantar. Tá tudo bem, sua mãe só está preocupada.

- você não precisa responder se não quiser.

Disse a cobra em forma de sogra.

- Não tudo bem, eu passo questão de responder. Francis foi o primeiro e único homem com quem eu me deitei e planejo me deitar.

- então não se importa se eu pedir um exame de DNA.

Francis estava prestes a explodir, todos na mesa estavam esperando e pronto para ver comida voando pelos ares, então respondi bem rápido.

- por mim tudo bem.

- ótimo, então faremos isso o mais rápido possível.

mais com uma condição

_ você acha que tá em posição de por condições.

_ bom pelo que eu vejo e você que não tá em posição e opor nada, se eu me levantar e ir embora eu não perco nada, já você perde um filho uma neta e provavelmente os outros que viram no futuro.

Eu não deixava ela sair por cima, todos pareciam chocados com a minha atitude, aquela mulher era uma mimada que todos pisavam em ovos para não a deixar chateada, tudo era como ela queria, mas eu sei o quanto ela preza pelo filho e nunca vai conseguir viver longe dele.

- tudo bem! Diga qual é sua condição.

- quero um pedido de desculpa assim que for conformado que a Liz e mesmo sua neta.

- você não acha que tá pedindo de mais?

- e pegar ou largar.

- você é bem insolente para uma pirralha.

- e você é muito rude para uma idosa.

Eu já não conseguia engolir nada, se eu permanecesse ali eu possivelmente acabaria puxando os cabelos da minha sogra, graças a Deus Francis notou e me puxou para irmos embora.

-não estamos afim de sobremesa então tchau.

- foi um prazer conhecer todos vocês.

Me despedi e saímos o mais rápido dali e assim que entramos na limusine um fogo ardente começou a consumir os nossos corpos. A parte do motorista estava fechada então não daria para nós ver e isso nos deixou com mais liberdade. Ele me beijava com tanto desejo que eu cheguei a pensar que ele me devoraria de verdade, nossas roupas já estavam praticamente no chão do carro e eu já estava montando no pau dele.

- você foi incrível. Tão selvagem, tão sexy adorei como você não abaixou a cabeça para a minha mãe.

Ele beijava meu pescoço e mordia as suas mãos, agarravam os meus seios de forma simultânea, o pau dele deslizava para dentro de mim me arrancando gemidos altos e trêmulos. Era grande a pressão dentro da minha barriga, parecia que ele iria me rasgar, mas como uma boa lutadora que eu sou ainda sim eu quicava e rebolava na pica dele.

- você é incrível, Lívia. Adorei te ver com ciúmes também.

- odeio que cobicem algo que é meu.

_ Sim, eu sou seu, todo seu.

Mesmo em um espaço tão apertado ainda conseguimos várias posições e eu fui comida de forma imagináveis. Assim que acabamos ele me ajudou a pôr o vestido de volta para conseguir chegar no meu andar, hoje ele não vai dormir na minha casa e ele parecia triste.

- não gosto disso.

- poxa um minuto atrás você parecia tá gostando bastante.

- não é isso. Estou falando de vivemos separado, então que tal moramos juntos?

- assim de repente?

- pensa só você me ama, eu te amo, temos uma filha e precisamos ficar na mesma casa.

- não sei se curto a ideia.

Lá no fundo eu queria

- eu te proponho um contrato

- como assim?

- vamos criar regras e por no contrato e também vai tá no contrato que eu nunca vou tomar a nossa filha de você, você pode continuar com o seu apartamento e se por acaso vocês duas não se adaptarem na nossa casa vocês podem ir embora tranquilamente desde que isso não agente o nosso relacionamento.

- vou pensar nisso

- vou te enviar por e-mail o contrato, leia com calma eu posso adicionar mais coisas se precisar.

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