Ele

...Francis...

foi no auge dos meus 30 anos quando resolvi tirar umas mini férias na minha casa de praia em Miami, foi lá que eu vi aquela pequena invasora, ela era a mulher mais linda que eu já tinha visto, ela parecia estar mergulhada nos seus pensamentos eu não ia me aproximar, mas o tempo estava ficando frio, e a minha curiosidade estava a mil, então peguei uma camisa e caminhei na sua direção, respirei fundo e criei coragem e então falei com ela, foi aí que observei a coisa mais perfeita desse mundo a mulher arrebatou o meu coração em segundos aqueles olhos tão profundos quanto o oceano e um sorriso acolhedor. Ainda bem que eu resolvi ir até ela ou então eu me arrependeria o resto da minha vida, eu descobri que além de linda era super inteligente eu não me senti entediando ou aflito enquanto conversamos, pelo contrário me senti feliz o meu coração batia acelerado e eu me senti um jovem de vinte anos, eu não me sentia tão feliz assim desde da morte da minha cachorrinha nina, ela faleceu a algum tempo, mas todas as coisas ruins me trouxeram a esse momento e ali na quela praia isolada ela me entregou sua virgindade e eu entreguei meu coração, passamos a noite fazendo sexo e dormimos abraçados. Mas pelamanhã o meuu telefone tocou, eu não iria atender, mas era do hospital onde a minha mãe estava internada tratando de um câncer de ovário, então resolvi atender ia ser bem rápido e então eu poderia voltar para o seus braços, tive que me afastar um pouco por causa do sinal, foi coisa de minutos, mas quando eu voltei ela já não estava lá, ela foi embora sem olhar para trás eu percorri aquela praia de ponta a ponta dois dias seguidos, também coloquei detetive partícula atrás dela, mas eu só tinha o seu nome e a imagem daquele anjo nas minhas memórias e então anos a pós anos eu voltei aquele lugar o nosso lugar e esperei por ela, mas ela nunca apareceu as pessoas falavam que eu criei essa mulher que ela não existia que tudo não tinha passado de fruto da minha imaginação até eu já estava começando a pensar isso quando ela sem aviso nenhum aparaceu na minha frente tão bela quanto da primeira vez. Senti um misto de sentimentos que iam do feliz ao apreensivo, me senti eufórico e apavorado ao mesmo tempo, eu não conseguia dizer uma palavra sequer tinha medo daquilo ser um sonho mas não ela estava lá na minha frente e o que me deixava mais aflito é que ela agiu como se não me conhecesse mas o que eu esperava que ela corresse no meus braços e me abraçasse me chamasse de amor? bem que eu gostaria disso, mas acho que para ela não passou de uma noite.

tentei ser o mais profissional possível, mas tudo que saia da minha boca eram mágoas e arrogância eu não queria tratar ela daquela forma, mas acredito que eu ainda estava magoado por ter sido deixado para trás, mas assim que eu parei na sua frente o seu corpo entregou o que ela realmente estava pensando o rosto dela estava vermelho a respiração dela estava pesada. Eu queria ter avançado e enfiado a minha língua na sua boca, queria poder arrancar aquelas roupas e comido ela ali na minha mesa, sexo de quase cinco anos; sexo foi um dos problemas que eu tive durante esses anos nenhuma mulher suficiente eu não conseguia terminar às vezes eu nem conversava e ele já estava mole era como se eu tivesse experimentado eu falé mignon pela primeira vez e depois as outras carnes tudo parecia de segunda, eu não queria deixar ela ir, mas agora eu sei onde e contar ela e ela não fugiria mais de mim.

assim que ela saiu da minha sala peguei meu telefone e liguei para o meu detetive particular dei o nome dela completo e a empresa onde ela trabalhava e ordenei que no dia seguinte todas as informações dela estivesse na minha mesa cedinho. Na manhã seguinte eu quis brincar um pouco com ela então pedi que ela estivesse cedo na minha sala e eu para isso dá uma lição cheguei um pouco mais tarde na empresa fui até a área do café comprar um café quando uma garotinha se esbarrou em mim e caiu no chão.

- aí!

- cuidado, garotinha.

- o meu nome não e garotinha, e Liz.

- então Liz, porque tá sozinha?

Ajudei ela a se levantar e me agachei para ficar na sua altura.

- estou esperando a minha mãe.

- ela trabalha aqui?

- não!

- mas então porque estão aqui?

- ela disse que um idiota precisava falar com ela.

- um idiota?

- sim!

eu comecei a sorrir, aquela garotinha era muito bela seus olhos pareciam os meus mas o resto ela era idêntica aquela mulher, eu devo tá ficando louco eu vejo aquela mulher em tudo e em todos.

- eu duvido que sua mãe te deixou zanzando por aqui. Você não devia tá no berçário?

- eu fugi de lá.

- porque?

- aqueles bebês eram muito chatos

- vem eu te levo pra lá.

Ela segurou a minha mão e eu a levei até o berçário, me abaixei novamente para me despedi quando ela me surpreendeu com uma pergunta.

- você e meu pai?

Quase ceu para trás, mas me mantive firme.

- porque você acha isso?

- minha mãe disse que meu papai era um homem muito bonito.

- então todo homem bonito e seu papai?

- não! Mas ela disse que meu papai era tão lindo quando as estrelas de uma noite de verão, que ele era doce e gentil assim como você.

não pude deixar de ficar feliz com o elogio.

- desculpa, mas infelizmente não sou o seu pai.

- você não poderia ser? Minha mãe não tem ninguém.

- bom, eu já tenho alguém no meu cordão.

- que pena, então me dê seu celular

Entreguei o meu celular e ela anotou um número.

- esse é meu número, vamos ser amigos.

- tudo bem.

Ela me abraçou e então voltou para o berçário e eu era hora de voltar para a minha referem, entrei no elevador e assim que cheguei no meu andar dei de cara com ela.

- onde acha que vai?

- eu tenho um compromisso importante, não posso ficar aqui esperando você.

- aquele compromisso mais importante que eu?

- exato!

- tudo bem você pode ir, mas antes dê o seu número.

- Você já tem o meu número.

- estou falando do número particular ou você me entrega ou então eu te mandei aqui o dia inteiro

muito contrariada ela pegou uma caneta no papel seu número me entregou e saiu correndo eu apareci está realmente com pressa. entra na minha sala com a minha manhã ganha, sobre a minha mesa estar todas as informações daquela mulher então eu pego para abrir.

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Nadia Araujo cesar

Nadia Araujo cesar

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2024-10-31

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