ATENÇÃO O CAPÍTULO CONTÉM VIOLÊNCIA
A água começa a derramar, então desligo a torneira levando o balde até ela o derramando nela novamente que acorda gritando pela dor que deve estar sentindo
— Sabe tu foi tão convincente que tenho que ver com os meus próprios olhos que não há mesmo nada aqui (coloco a mão sobre seu abdômen aberto)
Pego novamente o meu bisturi e volto a cortá-la camada por camada, ela apenas gritava cada vez o seu volume diminuindo, pois já não tinha mais forças
— Pelo visto não há mesmo, nenhuma criança aqui, digo a abrir seu útero como se procurasse algo, olho para seu rosto e constato a sua morte, ela está com os olhos abertos
A pego levando para fornalha, abro a porta e o local já estava a queimar de longe, a pego e dou impulso a jogando lá dentro, fechando a porta atrás de si, aumentando a temperatura para Mil e duzentos °C, já que para chegar a cinzas leva um processo que pode levar em média de 2 a 5 horas.
Observo pelo vidro seu corpo em chamas, e acendo outro cigarro apenas observando, fico parado ali acredito que por uns quinze a vinte minutos no máximo, como pretendo esperar até que ela suma de vez deste mundo, começo a juntar tudo que usei e jogo no tanque os lavando, pego uma mangueira a pressão e começo a limpeza da sala, a deixando intocada, desligo todo o equipamento de vídeo, o guardando no seu devido lugar, na mais perfeita calma, depois de tudo limpo, olho-me e a minha roupa está banhada a sangue, vou para o banheiro me despindo e tomo um banho demorado, com tudo pronto pego um conjunto de roupa que sempre deixo num armário por aqui me vestindo adequadamente saio e tudo está no lugar, é como se há sala nem tivesse sido usada hoje me deixando bastante satisfeito, saio já tarde da noite, nem os vapores estavam por aqui apenas Rafael estava sentado ali, me aguardando
— Quer conversar, não sei o que está a sentir nesse momento, mais desabafar ajuda, cara
— Apenas deixe todos pensar que punir uma traição, nunca mais quero que toquem nesse assunto beleza (saio dali indo para casa)
As semanas se passam, e pelo morro não se fala em outra coisa entre os vapores todos estão assustados de como punir minha fiel, até as marmitas deram uma sumida tudo com medo do que posso fazer
Depois de outra reunião esgotante, cheguei no morro do meu pai ainda de madrugada e entrei indo direto para meu quarto, apaguei logo de cara, aqui é o único lugar que durmo tranquilo por ser uma fortaleza com muros tão altos ninguém entra ou sai sem ser identificado, pois meu pai construiu justamente pela proteção da minha mãe, depois que ela parou de ir para o hospital e começou a tomar conta só do pessoal da comunidade ele ficou ainda mais protetor com ela
O dia amanhece é acabo passando um pouco da hora pois quando desço meu pai já havia saído, justo eu que nem queria ir na sede agora não terá outra forma vou ter que partir para lá, me despeço da dona Stela, que não diz uma palavra mais sei que está ciente do que aconteceu comigo pois meu Coroa não esconde nada dela,
Já chego entrando na sala dele, e tinha uma mulher, muito bonita, tentando abrir uma das gavetas da mesa dele
— Posso saber a quem devo a honra, de conhecer (digo escorando no batente da porta cruzando os bracos, ela se assusta ao me notar e olha ao seu redor acho que procurandopor algo que a ajude)
— É eu sou Amanda, sou esposa do Dono daqui, (diz se sentando no lugar do meu pai, será que ela pensa que sou otario tem base isso não)
— Sério Amanda, e qual é o nome desse dono, pois meu pai tenho certeza que não é casado com tu (ao perceber quem sou, ela levanta num pulo da cadeira)
— Merd@, tinha que ser logo o filho dele (diz baixo, porém escuto, ela tenta passar a correr por mim, e a pego a abraçando pelo meio, lhe encaixando em mim)
— Porque a pressa Amanda, acabamos de nos conhecer, não é educado sair assim, que tal um passei um, (digo a sorrir o que a deixa inda mais desesperada para se soltar de mim)
— Me solta (grita, e nisso chama a atenção de alguns caras ao nosso redor, apenas faço sinal de que está tudo sobre controle e volto minha atenção para ela)
— O que acha de uma visitinha no nosso galpão Amanda, tu vai adorar os brinquedos que temos por lá (a carrego lhe jogando no ombro e vou na direção das escadas com ela gritando agitada, nisso dou de cara com meu pai)
— Sombra, que palhaçada é essa já falei para ficar com suas sem-vergonhice fora da sede, não vai usar o galpão para transar denovo
— foi só uma vez pai, e essa distinta senhorita, se chama Amanda, e é esposa do Senhor, pelo que fiquei sabendo (meu pai olha para ela com as sobrancelhas levantadas) a peguei tentando abrir uma das suas gavetas no escritório então estou levando ela para um passeio e com uma longa conversa descobri quem é ela
— Nesse caso vou lhe acompanhar, pois fiquei curioso, nem sabia que tinha outra esposa, pelo menos, não me informaram isso (olha para ela que estava chorando desesperada) Dependendo do que estava procurando talvez possa lhe entregar pessoalmente querida esposa
— Nunca vou falar nada para vocês, todos tem que morrer
— Que bonitinha, tão simpática, pelo visto nossa manhã será divertida (segura o rosto dela que se solta dele com ignorância) Tufão chama o Hacker, diz para ele que estou esperando ele no galpão e manda os moleques descer pois teremos muito trabalho hoje
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Atualizado até capítulo 169
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