ATENÇÃO O CAPÍTULO CONTÉM VIOLÊNCIA
Afasto-me dela indo na direção da poltrona que tem ali, e acomodo-me, ela fica parada observando o vídeo, (acredito eu que pensando numa maneira de escapar, e num ato de desespero, olha para saída bem atrás dela e corre até ela, nesse momento a porta é fechada bem na fusa dela, solto a minha risada mais profunda e maldosa que tenho que com o contraste da escuridão onde estou, deixa o ambiente ainda mais assustador iluminado apenas pela luz dos refletores que estão a exibir o filme
— Valeu apena, Paula, arriscar sua vida por nada, afinal sua vida acabou no exato momento que subiu naquela moto para me provar uma mentira
— Alex, eu posso explicar, eu... (para de falar no momento que as luzes são acessas e o seu amante aparece todo destruído, pendurado como carne em açougue, praticamente ao seu lado) pelo amor de Deus, não faz nada comigo, eu só tinha que entregar os seus documentos, não tenho envolvimento direto
— Bom, para dizer a verdade Paula, nem estou preocupado com o que você supostamente queria com essa farça pois disso já estou ligado, o seu doutor já abriu o jogo, e para o seu azar em detalhes, incluindo como forjaram o exame de DNA de um bebê que nem existe, (ela continua tentando abrir a porta, e nesse momento perco a paciência me levantando, caminho até ela lentamente, por fora com toda calma do mundo porém por dentro transbordando em ódio, transformando minha dor em raiva)
Paro a centímetros dela que se encolhe, nunca a havia visto tão pequena e frágil, pena para ela, que não ligo para isso, e essa sua farça não me comove, a pego pelo pescoço a levantando do chão, porém não aperto, apenas caminho com ela, e lá está novamente se debatendo, tentando se soltar de mim, sem sucesso
— Por favor, eu assumo meu erro, deixa eu ir que sumo da sua vida que nunca mais me acha, não faz nada comigo (chora tentando tirar minha mão do seu pescoço) era só trabalho, não tenho nada contra você, por favor me solta
— Sinto em lhe dizer que de onde eu venho, eliminamos os Ratos, não dá para deixar ter proliferação, pois senão o problema fica pior (digo olhando bem dentro dos olhos dessa traidora mentirosa)
A coloco na maca, e prendo suas mãos e braços, demora um pouco mais do que pretendia por esta sozinho, e ela consciente, mais quero que ela veja cada detalhe do que vou fazer com ela, e não quero que ninguém saiba o motivo real disto, sei que para os outros só estou punindo minha namorada puladora de cerca, mais aqui a história é mais profunda, se fosse apenas isso tava tranquilo, meu filho nascia e ela seguia a vida de cachorrada dela para lá,
Com ela gritando para ser solta, me afasto dela, e aciono o mecanismo que acende a fornalha, deixando numa temperatura de oitocentos e cinquenta °C, só para começar aquecer, pois quando acabar ja quero que ela esteja pronta, vou até a minha mesa, pegando um maçarico e o acendo aproximo-me dela subindo ele por sua perna que pipoca igual pururuca na mesma hora, soltando um grito agudo que certamente veio do fundo da tua alma, repito o processo pela outra, como se tivesse marinando um delicioso bife, não havia pressa ali, e faço o mesmo com os seus braços, paro bem próximo ao rosto dela, que está banhado em lágrimas,
— Pelo amor de Deus Alex, perdoa-me, não queria trair-te eles obrigaram-me, desculpa (diz quase sem voz) estou te implorando para parar, olha se é um filho que você quer te dou um mais para com isso por favor (paro o que estou fazendo olhando bem para ela)
— Voce não pode me dar o que não existe (grito jogando o maçarico longe) mais respiro fundo limpando a lágrima que insiste em descer por meu rosto) não se preocupe querida afinal não posso te decepcionar, você mesma me disse que teria que lhe dar tudo que merece afinal você é a mãe do meu filho, (pego o machado que está na beira da maca acertando suas juntas com tudo separando seu braço do corpo, ela não aguenta e desmaia) ainda não é hora de dormir querida, pego o balde de água com sal que estava ao meu lado e jogo nela a acordando e volto até a minha mesa, a sala já está banhanda com seu sangue, mais ainda não estou satisfeito ela vai sofre até seu último suspiro olho para o que tenho a minha disposição e pego um bisturi,
— Sabe querida, eu acreditei em você, mesmo sabendo que não tinha como ter engravidado você, tu tinha as provas, e nesse momento você errou saca, coração de homem é terra que não se pisa e tu brincou comigo, (rasgo o vestido que ela está usando a deixando exposta para mim) mesmo não te amando eu até que te curtia Paula, tínhamos uma foda legal aí tu vacila deste jeito comigo
Encosto o bisturi, na base da sua barriga e venho a desenhar um risco de fora a fora, enquanto ela começa novamente com os seus gritos, pedindo que eu parasse, e apaga novamente
Deixo o objeto de lado e limpo as minhas mãos na toalha, verifico o pulso constatando que ela ainda está viva, vou até o tanque e boto o balde para encher novamente virando um pacote de sal, acendo o meu cigarro e nesse momento escuto a porta ser destravando e Rafael entra, observando a minha obra, vem até mim parando na minha frente com um olhar de pena que me deixa ainda mais irritado,
— Cara você prec...
— Apenas saia, depois conversamos beleza (ele olha mais uma vez para Paula e concorda a sair fechando a porta atrás de si,
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Atualizado até capítulo 169
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