capítulo 12

— Ela desconfia Jensen que não estamos namorando de verdade — Falo a Jensen assim que a vó está longe o suficiente.

— Por que diz isso? — Jensen pergunta a franzir o cenho

— Por que ela me falou, que achava que você tinha mentido sobre o namoro e que estava arrumando uma namorada para enganar ela, e agora mesmo, ela deu a entender que nós não parecemos namorados— Constato o óbvio, parece até que eu fui a única a ouvir a desconfiança na voz dela.

— Então vamos fazer com que ela tenha certeza que nosso namoro e real — Jensen fala e entãoe puxa pela mão em direção cavalo.

— E o que sujere que façamos Jensen?

— Exatamente o que a vovó falou. Vamos passar mais tempo juntos, andar se mãos dadas e se importa com beijo?

— Não vou te beijar na frente dos meus filhos Jensen! — Respondo quase gritando

— Claro que não né garota, apenas celinho, na frente dos meus pais e da minha avó. Kath, eu quero tanto quanto você isso, não estou nada animado — Ele diz agora me olhando entediado e apenas viro os olhos para ele.

 Jensen me ajuda a subir no cavalo e sobe logo em seguida atrás de mim, me mantendo entre seus braços e começamos o passeio, fiquei desconfortável no início, mas confesso que logo me acostumei. Ficamos em silêncio, apenas olhando ao redor, em alguns momentos Jensen comentava sobre algo ou algum lugar que passávamos, mas fora isso, mantemos um silêncio confortável.

— Tem uma cachoeira aqui perto, quer ir lá? — Jensen quebra nosso silêncio.

— Quero sim! — Falo animada de mais e Jensen ri. Paramos mais na frente e Jensen desce do cavalo e me ajuda a descer, ele prende o cavalo em uma árvore.

— É lá em baixo, temos que ir andando daqui. Cuidado que está bem liso o caminho — Jensen fala e segura-me quando de primeira já escorrego.

Continuamos descendo através da trilha e eu levo mais dois escorregões, no segundo eu caio e Jensen tentando me segurar acaba caindo junto comigo. Agora estamos os dois a rir feito idiotas.

— Acho melhor você se segurar em mim Kath, ou é capaz de descer rolando daqui apouco. – Jensen fala me ajudando a levantar.

 Descemos o resto do caminho comigo agarrada em Jensen, quase o derrubei mais algumas vezes e pude ouvir ele resmungando o quanto eu era desastrada.

— Uau que lugar lindo! — Falo adimirada quando chegamos a cachoeira, era lindo de mais, e bem escondido no meio do mato.

— Sim, é muito lindo mesmo! Vamos entrar ? — Jensen fala

— Eu não tenho roupa para entrar — Falo vendo Jensen tirar a camisa, e uau! Não resisto a vontade de olhar cada pedacinho de pele exposta, ele tem os músculos bem definidos, uma barriga tricada e por fim meus olhos acompanham a faixa de pelos loiros descendo do seu peito até sumir dentro da bermuda. Jensen é muito gostoso.

— Kath! — Percebo que Jensen está me chamado, então tiro os olhos de seu corpo e percebo pela expressão de seu rosto que fui pega, sinto minhas bochechas queimar de vergonha.

— Kath, Kath, é melhor parar de me olhar assim, e pare de morder esses lábios, ou vamos ter problemas.—Jensen fala em tom provocativo mas soltando um riso no final. Sinto meu rosto esquentar mais ainda percebendo que realmente estava a morder os lábios o que faz Jensen rir mais ainda.

— Vamos Kath, entre de calcinha e sutiã para não molhar as roupas — Ele fala agora, enquanto tira a bermuda e entra na água apenas de cueca. Sério isso! penso comigo mesmo, precisava ficar só de cueca Jensen.

— Eu não vou entrar sem roupa — Falo o óbvio

— Eu já te vi de biquíne, qual a diferença? — Jensen grita da água, e pensando assim até que faz sentido mas isso não me deixa menos constrangida. Por fim decido tirar a blusa, agradecendo por ter colocado um sutiã descente.

— Vire-se de costas Jensen. — Falo o olhando, ele está não muito longe da margem, seu corpo todo submerso com apenas a cabeça para fora da água, ele vira-se e eu tiro o shorts rapidamente pulando na água e me segurando em suas costas fazendo muita água espirrar na cara dele.

— Está maluca garota? quer me afogar ? — Jensen fala tossindo e esfregando o nariz, eu vou esticando os pés e percebo que consigo encostar as pontas dos pés no fundo, então solto as costas de Jensen.

— Aí que bom me dá pé, fiquei com medo de ser muito fundo já que não sei nadar.

Jensen vira-se e me olha como se eu fosse maluca — Você pulou na água sem se quer saber se era fundo e sem saber nadar?

— Mas eu não pulei na água, eu pulei em você! Se fosse fundo ou você me salvava, ou se afogava junto. — Falo seria e Jensen parece agora que está olhando para um alienígena, começo a gargalhar da cara dele.

— Estou brincando Jensen,eu sei nadar um pouco, e eu vi que você entrou caminhando e abaixou-se então mesmo que não desse pé para mim, eu sabia que não era fundo para você.

— Você é doida sabia? — Jensen fala jogando água na minha cara. Eu me afasto e mergulho subindo de volta alguns metros longe de Jensen. Ficamos na água não sei quanto tempo, brincando e jogando água na cara um do outro até que.

— Aaah!!!! Jensen!! Me tira daqui, me tira! Tem alguma coisa, alguma coisa — Começo a gritar desesperada enquanto tento nadar para fora da água, mas no desespero nao consigo.

— Calma Kath, o que houve? — Jensen fala assustado, me pegando no colo e caminhando pra fora da água enquanto eu grito.

— Passou alguma coisa nas minhas pernas, uma coisa fria, aí Jensen era uma cobra! Uma cobra — Grito e choro, tenho pavor de cobra, Jensen me coloca-me sentada no chão e fica ajoelhado ao meu lado.

— Você foi picada? — Ele pergunta preocupado, e começa a erguer meu pé e girar a minha perna de um lado para o outro. — Não vejo nenhum sinal de picada — ele fala por fim.

— Não, mas eu senti ela passando, ela passou e enrolou-se na minha perna — Eu falo a esfregar uma perna na outra sem parar.

Quando menos espero Jensen puxa-me para seu colo e me abraça, começa a passar a mão nos meus braços num movimento lento e calmo, gradualmente vou me acalmando e fico só soluçando.

— Pode ter sido, só um peixe Kath, essa cachoeira da num rio, então as vezes aparecem alguns peixes. — Jensen fala tentando tranquilizar-me.

— Era muito comprida para ser só um peixe — Falo ainda soluçando.

— Você estava assustada por sentir algo nas pernas e imaginou a pior situação, assim como aconteceu hoje pela manhã! Fica tranquila tá? Mesmo que fosse uma cobra, não seria venenosa. — Jensen fala calmamente, ainda passando a mão pelos meus braços.

Quando os soluços param, percebo que ainda estou no colo de jensen e que agora o mesmo se encontra muito calado. As suas mãos sobem e descem nas minhas costas me causando arrepios. Mexo-me desconfortável, Jensen para o que faz com as mãos e eu congelo. Olho para cima encontrando o olhar de Jensen, os seus olhos vão abaixando até chegarem nos meus lábios. Mexo-me novamente e ouço Jensen arfar, num movimento rápido ele vira-me de frente e surpreende-me com um beijo.

      É melhor que imaginei, seus lábios são macios, seu beijo é molhado na medida certa, ele me beija calmo e profundamente, chupa o meu lábio inferio e volta a beijar-me. Correspondo na mesma medida enquanto seguro nos seus ombros, sem desgrudarmos os nossos lábios sinto Jensen puxar as minhas pernas para circular sua cintura e eu deixo, fazendo assim eu ficar totalmente sentada no seu colo.

O nosso beijo começa a ganhar intensidade e Jensen explora meu corpo ccom as suas mãos ágeis, eu faço o mesmo, descendo as mãos pelo seu peito, seus braços. Jensen coloca-me sentada no chão novamente, me pressionando com o sei corpo, paramos brevemente o beijo para recuperarmos o fôlego.

 Antes mesmo que eu possa raciocinar, Jensen volta a beijar- me, agora com muito mais Intensidade, posso sentir todo o seu desejo bem pressionando na minha intimidade. Deixo escapar um gemido quando ele se esfrega em mim e chupa o lóbulo da minha orelha, ouço Jensen gemer no meu ouvido o que me deixa mais excitada ainda.

  Seus lábios começam a traçar o caminho em direção ao meu pescoço, onde ele chupa e mordisca, então continua descendo até chegar nos meus seios, jensen tira uma das mãos que está a apoiar seu corpo e começa a acariciar-me ao mesmo tempo que se pressiona contra mim, fazendo-me gemer mais alto.

No fundo da minha mente uma luz de alerta começa a piscar, a luz vai ficando mais forte até que eu entendo. Eu paro de beijar Jensen, enquando empurro levemente seu peito para cima, ele fica confuso mas se afasta um pouco e me olha nos olhos.

— É melhor pararmos Jensen. — Falo em um sofro, e se ele insistir eu cedo. Mas Jensen parece pensar o mesmo que eu nesse momento. Ele ajeita meu sutiã no lugar e senta ao meu lado me ajudando a sentar também.

— Está escurecendo é melhor voltarmos — Jensen diz e levanta-se, eu acompanho os seus movimentos com os olhos e vejo que começa a se vestir, levanto e faço o mesmo.

— Está pronta? — Jensen pergunta, seu rosto está normal, mas na sua voz percebo a frustração. Apenas aceno com a cabeça e viro-me para começar a subir, então Jensen me surpreende.

— Eu vou na frente Kath, e você segura em mim o tempo todo— Dito isso ele pega a minha mão e começa a subir, quando chegamos de volta onde deixamos o cavalo, Jensen ajude-me a montar e monta logo em seguida, voltamos em silêncio, dessa vez o silêncio não é tão confortável.

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Comments

Ana Luisa Medeiros

Ana Luisa Medeiros

Era uma sucuri.

2024-08-16

0

Livia Samilly

Livia Samilly

Tentação pura.

2024-07-10

4

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