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— Filha... Cadê seu marido? — Ela falou com o bebê nos braços, ela colocou o bebê na cadeirinha e veio até mim, a menina correu para fica com sua irmã, eu olhei para elas e suspirei.

— De onde essas crianças surgiram mãe?

— Hum? — Ela me olhou confusa.

— Digo... A senhora não pode engravidar...  De onde elas vieram? — Minha mãe deu risada.

— Querido, não precisa se preocupar com isso, o que importa agora é que somos uma família... Quer dizer... Quase hahaha só falta seu pai voltar — Ela sorriu e depois foi pra cozinha, eu olhei pela janela e vi o carro de Kenai, não dava para ver o que ele estava fazendo porque os vidros eram escuros de mais.

—... — Espero que ele descubra algo sobre essas crianças...

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Eu já estava completamente desconfortável com várias coisas que estavam ao meu redor, minha mãe contando histórias para a Bomi, dizendo o quanto que ela seria feliz na nossa "família"  suas afirmações sem fundamentos, fala sério! "Nossa família é uma família feliz e amorosa" quando nossa família foi feliz? Muito menos amorosa!

A demora de Kenai sobre a informação que eu pedi, eu tenho certeza que ele estar fazendo de pirraça!

— Mãe, eu já volto — Falei visivelmente irritado, eu me levantei e sair da casa, o carro de Kenai estava no mesmo lugar, eu caminhei até lá e bati no vidro, ele abaixou o vidro, eu levantei uma de minhas sobrancelhas para o que vi dentro do carro, tinha uma mulher do seu lado, ela tava com o batom borrado e na boca de Kenai estava o tal batom.

— Desculpe atrapalhar sua diversão

— Sem problemas

— O que você descobriu? — Falei tampando um pouco da visão que minha mãe teria se aparecer da janela.

— Sobre as crianças?

— Não, sobre o papai Noel, óbvio que é das crianças! — Eu realmente não estava me importando com o fato de ter uma mulher ali ou que os dois estavam quase transando, eu só queria saber se minha mãe não era uma criminosa total.

— Eles não tem pais, o pai deles trabalhou pra mim por um tempo, ele estar morto e a mãe deles era uma prostituta, morreu no parto do menino

— Menino?

— O bebê, é um menino — Eu suspirei.

— Claro que é... O que mais?

— Eles são tem uma tia

— E?

— E que ela é a tia deles — Ele apontou para a mulher, ela me olhou limpando a boca.

— Outra prostituta? — Falei levantando uma das sobrancelhas, ela pareceu se ofender, mas não me respondeu, provavelmente porque eu estava certo.

— Você os vendeu para minha mãe, não foi?

—.... Sim.... — Eu senti nojo quando ela respondeu, ela não parecia arrependida, ela parecia não da a mínima para as crianças e isso me dava nojo, mas o que espera de uma prostituta de esquina?.

— Pode ir, se divirta com essa puta, mas lembre-se de se lava bem antes de me tocar — Falei olhando para Kenai com certa repulsa, ele pareceu ter ficado surpreso.

— O que foi? Acha que eu me importo com quem você fode? Hahaha Que piada — Eu dei as costas e me afastei do carro, voltando pra casa de minha mãe, de um lado eu fiquei feliz porque minha mãe não era uma criminosa mas por outro lado, estava preocupado, deixa essas crianças aqui é assinar uma ficha de óbito para essas crianças, principalmente para o bebê.

KENAI POV:

— Vai embora — O homem falou limpando a boca.

— O que? Mas... — Kenai tirou um dinheiro no bolso e jogou no rosto da mulher.

— Porra você é surda ou burra? Mete o pé! — A mulher recolheu o dinheiro e saiu do carro, Kenai olhou para a porta de onde Yejin tinha acabado de entrar e abriu um sorriso.

— Chefe? O que vamos fazer?

— Me leve pra casa

— Mas e o senhor Yejin?

— Ele é adulto... Pode ir sozinho — Kenai falou fechando o vidro do carro com um pequeno sorriso, a ação de Yejin claramente havia o deixado animado, animado o suficiente para ver mais daquela reação, mesmo que ele não tivesse a certeza que Yejin iria querer fazer sexo com ele depois de ver a mulher dentro se seu carro, Kenai estava disposto a irritar Yejin o suficiente para fazer o homem tomar o controle.

. . . . . . . . . . . . . . . . . .

Eu vi o carro de Kenai ir embora, eu não me importei muito com isso, estava pensando no que fazer com a mulher que eu chamo de mãe, a única solução era fazer o que eu já deveria ter feito antes, logo quando ela apresentou os sintomas de loucura... Eu havia ligado para um centro psiquiátrico enquanto minha mãe estava no banheiro, eu expliquei a situação de uma forma rápida mas não dei todos os detalhes e em poucos minutos eles estavam lá.

— Não!!! Elas são minhas filhas!!!! Yejin! O que você fez!? Filha!!! — Graças a loucura de minha mãe, não foi preciso muita coisa para eles acreditarem que ela estava instável.

— Senhor Soo? — Eu olhei o policial, eu estava com o bebê no braço e a menina estava "escondida" atrás de mim.

— Essas crianças, tem alguém que pode ficar com elas?

— Sim, eu. — O policial concordou depois foi embora, eu já deveria ter feito isso a muito tempo, minha mãe teria sua sanidade mental preservada se eu realmente tivesse me importando desdo início.

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Comments

juliana Sereno

juliana Sereno

Será que as leis no país deles é tão diferente das nossas./CoolGuy//CoolGuy//CoolGuy//CoolGuy/

2025-03-19

1

Paula Magerski

Paula Magerski

a atitude do policial é levar as crianças pro orfanato não entregar assim do nada não tem sentido ridículo

2024-09-17

0

Sofi ♥️

Sofi ♥️

Papai Noel, ainda tá no Polo Norte kkkkkk

2024-08-26

1

Ver todos

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