Eu estava um pouco desconfortável, estava em um carro com o Denahi, ele era mais educado que Kenai e isso era notório.
— Bem, antes de qualquer coisa, peço desculpas pelo comportamento do meu irmão, ele ainda é muito novo — Eu cruzei os braços, sinceramente... Não me importo se ele é muito novo ou não, ele disse que me pagaria e é isso que estar me importando no exato momento.
— Olha, sinceramente, eu não me importo, ele vai me pagar e é com isso que eu estou me importando — Vi surpresa em seus olhos.
— Bem, sendo assim... Devo perguntar, sabe aonde estar pisando, Yejin?
— Ele é um lunático, sem ofensa.
— Não ofendeu.
— Eu sei aonde eu estou pisando.
— E pretende continuar com isso? Quanto sua vida vale?
— Isso seu irmão irá dizer quanto me pagar, agora... Já acabamos? — Ele concordou com a cabeça, eu abri a porta do carro e sair dele, fiquei parado vendo o carro ir embora.
— Qual o problema dele? Eu definitivamente tenho que saber quem é esse Kenai... — Eu suspirei depois fui andando até o ponto de ônibus para poder ir para casa, eu me sentei no banco do ponto e acendi um cigarro, estava cansado.
— Ei, gracinha — Claro, felicidade dura pouco, Kenai estava em minha frente com seu carro extremamente extravagante, uma Lamborghini vermelha.
— Quer uma carona?
— Não — Falei olhando para o lado aonde o ônibus deveria vim, orando que algum ônibus desgovernado aparecesse e amasse esse carro, seria uma visão melhor.
— Você vai negar uma carona do seu noivo? — O olhei com nojo, levantei e fui até ele.
— Não diga isso e voz alta
— Estar com nojo de mim? Ontem a noite você estava bem receptivo pra mim e o mais importante, não abusei de seu corpo — Eu joguei o cigarro fora e cruzei os braços.
— E o que você quer por não ser um filho da puta? Uma medalha?
— Não se confunda, eu sou filho da puta, só não sou um lixo abusador — Ele abriu um sorriso.
— não me faça força você a entrar nesse carro, me deixe fazer uma boa ação — Franzi o cenho, o que ele estar tramando?.
— Boa ação meu cu, diga de uma vez o que você quer
— Se eu disser o que eu quero, você vai me dar?
— Se isso for necessário para você ir embora, sim.
— Eu quero comer você. — Eu fiquei surpreso, mas não deveria, já que isso aparentemente é normal vindo dele.
—...
— E então? Vai me da o que eu quero? Se você me da... Eu vou embora
— E como eu faria isso? Pretende me comer aqui, na frente de todas essas pessoas
— Hum... Eu até poderia gostar de uma plateia, mas eu duvido que você gostaria — Eu revirei os olhos e suspirei, mesmo que eu tentasse ir embora andando, não gostaria que ele me seguisse por sete quarteirões pedindo que entrasse nesse maldito carro.
— Está bem. — Eu falei dando a volta e entrando no carro, ele nem esperou que eu falasse aonde eu morava, ele saiu assim que entrei no carro. Eu quem fui o idiota ao achar que ele não teria investigado minha vida.
— O que meu irmão queria com você?
— Conversar
— Sobre?
— Você, eu, nós
— Nós? O que disse sobre "nós"?
— Disse que você é um lunático e que sei aonde estava pisando — Eu estava mexendo no celular, mas ele soltou um suspiro pesado e isso fez eu olhar pra ele, ele tinha um sorriso lunático nos lábios.
— Não, você não sabe aonde estar pisando. — Ele negou com a cabeça, eu cruzei os braços e o analisei, ele olhou para mim depois para a pista.
— Então me diga aonde eu estou pisando
— Achei que tivesse feito uma pesquisa sobre mim
— Não sou você — eu falei dando de ombros, ele já deveria saber até aonde eu nasci, se minhas dúvidas estivessem corretas, ele não é só um mimadinho que nasceu em berço de ouro.
— Eu? Acha que investiguei você? — Ele parou no semáforo e olhou pra mim.
— Sim, você sabe meu nome e aonde eu moro
— Isso é o mínimo que deveria saber sobre você, eu não investiguei você, você disse que não deveria me meter em sua vida e é isso que estou fazendo
— E por que?
— Quero que me conte, sua arrogância me interessou... Não quero perder o interesse e você tão rápido — Eu revirei os olhos, era ridículo o fato de eu estar sentado no carro desse merda ouvindo ele fala de mim como se eu fosse um mero objeto! Nem da para acredita que eu agora sou "casado" com esse desgraçado... Que escolha de merda.
— Por que a pressa pra casar?
— Eu falei, quero tomar o lugar de meu pai
— Só isso? Que pensamento pequeno — Ele deu risada enquanto dirigia.
— Em minha família quem não se casa é sinal de má sorte, maldição para a família e eu quero tomar o lugar de meu pai, serei o chefe de todo mundo, serei um fantasma entre a polícia, bandido, cidadãos, todo mundo.
—... — Eu fiquei surpreso com a revelação que ele fez de repente, então minhas dúvidas estavam corretas, ele é um mafioso.
— Quantos anos tem?
— 21 anos — Agora entendo sua atitude imprudente, sua postura relaxada e o fato dele parecer uma criança mimada, ele é bem novo, dois anos mais novo que a Areum, estava me sentindo um pedófilo por estar casado com um cara que é só dois anos mais velho que minha irmã de 19 anos!.
— Deus...
— Que foi? Quantos anos tem?
— 28 anos — Ele deu uma risada alta, eu o olhei sem entender o motivo da risada.
— Qual o motivo da risada?
— Como vocês falam aqui?... Hyung... Não é? Quando alguém é mais velho ou seria oppa? — Eu senti uma pontada no peito, fiz uma cara de nojo e me encolhi no banco.
— Deus não me chame assim!
— Por que não, Oppa?
— Kenai! — Eu falei mais sério e é claro que não teve efeito nenhum sobre ele, ele deu risada e parou na porta de minha casa, eu dei graças a Deus e sai do carro o mais rápido possível, eu achava que não podia piorar aquela situação, mas Kenai a mostrou que tinha como aquela situação fica pior.
— Oppa! — Eu congelei, era ridículo ver ele me chamando de "oppa" com um sotaque e uma voz "suave".
— Quer para de me chama assim? — Falei indo até o carro de novo e tampando sua boca.
— Eu paro se você me da um beijo — ele falou tirando minha mão de sua boca, eu revirei os olhos e dei um selinho nele, mas ele segurou em minha nuca e colocou sua língua em minha boca, pelo menos ele sabia beijar.
— Hum! — Eu tirei sua mão de minha nuca e limpei minha boca.
— Agora sim... Tchau, querido — Ele piscou para mim e saiu com o carro.
— Lunático de merda.... — Falei antes de entrar, Minho estava em casa, ele estava encostado na janela assim que entrei ele me olhou com uma cara de surpresa e correu até mim.
— Você tá pegando o Kenai!? — Ele falou com um tom de surpresa, eu revirei os olhos e empurrei sua cabeça.
— Isso tudo é sua culpa porra! — Falei indo pro meu quarto.
KENAI POV
— Denahi, iai maninho
— Você me ligando? O que posso fazer por você querido irmãozinho?
— Se afaste do Yejin
— Perdão?
— Você ouviu, sei que falou com ele hoje, vá atrás de sua esposa e deixe o que é meu
— O que é seu? O que ele tem que te atraiu tanto assim? Você o conheceu praticamente hoje.
— Faça o que estou mandando, odiaria ter que machucar meu irmãozão
—... Assim disse o rei. — Comentou Denahi antes de desliga, Kenai largou o celular no banco em que Yejin estava depois tocou seus lábios com um pequeno sorriso, Kenai estava sentindo seu coração disparar e seu membro reagir sobre o beijo que acabou de dar em Yejin, a sensação de algo "novo" estava o matando por dentro, Kenai adoraria devora Yejin por completo, ter ele para si e o irritado a hipótese de seu irmão estar entrando em seu caminho.
— Porra!... Maldição.... O que estar acontecendo comigo?
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Atualizado até capítulo 67
Comments
juliana Sereno
A história estar se desenvolvendo muito bem.
2025-03-18
1
Eternal Whisper
eu no meu dia mais tranquilo
2025-03-12
0
Eternal Whisper
grande bosta KKKKKKKKKKK
2025-03-12
0