— O que finalmente quer senhor Kang?
Kang levanta e aproxima-se dela, a fazendo levantar a cabeça e olhar para ele, enquanto estava sentada e ele de pé, em frente a ela.
— Preciso que façam testes com o meu projeto antigo, anos atrás eu criei um holograma, capaz de dar a pessoas com deficiência visual, uma visão do que são e como são os objetos e lugares, quero ajudar um novo amigo e fã que conheci hoje, então, preciso que comecem imediatamente com os testes nele.
Ha-ri olha para Kang, emocionada, ela pensa logo que o seu filho poderia também se beneficiar desse produto e por impulso e entusiasmo, ela levanta e abraça o seu chefe.
Kang aproveita que está sendo abraçado e não deixa que a mesma saia de perto dele, sentindo o perfume dela, ele então acaba a beijando.
Ha-ri, por um momento pensa em se afastar dele, até que ela é tomada por uma lembrança, aquele beijo parecia familiar, ela se afasta por impulso e olha assustada para Kang.
Ele sorri e diz:
— Vai continuar a negar que não nos conhecemos?
Ela sai da sala dele incrédula, sempre acreditou que o pai do seu filho era um garoto de programa e imaginar que ela passou a noite anos atrás com o Kang, era algo confuso.
Agora, mais do que nunca, ela precisava continuar com sua vingança, afinal sua prima e tia iriam pagar por tudo que a fez passar anos atrás.
Ha-ri continuou com o projeto pedido pelo Kang e após um longo dia de trabalho, ela voltou para a casa da Yuna, assim que chega acaba levando um susto, vendo o seu filho, Chingu e Min-Ji com sua mãe, do lado de fora.
—Ha-ri, que bom que chegou, estamos com problemas, a casa está com infiltração e precisamos passar um tempo na casa do meu irmão, já peguei suas coisas e as nossas, vamos colocar as coisas nos carros.
— Titia, a mamãe deixou a banheira ligada enquanto preparava nosso jantar, mas o Chingu nos alertou do perigo a tempo de sairmos antes que o teto da sala caísse.
—O que importa é que estão todos bem, obrigada Chingu, por ter nos avisado— Yuna falou envergonhada com a sinceridade da sua filha.
—Não seria melhor alugarmos uma casa ou ficarmos essa noite num hotel?
—Mamãe, eu quero ficar na casa do senhor Kang, por favor vamos para o carro logo.
— Espera, Yuna o seu irmão é o meu chefe Kang?
— Achei que já soubesse amiga, nunca percebeu que meu sobrenome é o mesmo da empresa do meu irmão?
Ha-ri ficou perplexa, jamais imaginou que ela se tornou amiga da irmã do homem que supostamente pode ser o pai do filho dela.
— Vamos Ha-ri, as crianças estão com fome e amanhã eles tem aula logo cedo, o meu irmão está nos aguardando para jantar.
— Ficaremos só esta noite na casa do seu irmão, amanhã irei procurar um apartamento para mim, para Jinwoo e Chingu.
No caminho, Ha-ri só pensava naquele beijo e em como seria ter que ver ele novamente, agora na mansão dele.
Assim que eles chegam na mansão do Kang, Yuna abraça o seu irmão e logo entra com Min- Ji, Jinwoo e Chingu.
Ha-ri pega duas malas que estão dentro do carro e assim que vira, o Kang estava ali, parado, diante dela a encarando.
— Então é a melhor amiga da Yuna, interessante, procurei por você por um bom tempo desde que esteve no meu quarto no hotel a exatos cinco anos e alguns meses atrás, agora que a reencontrei a vejo com uma frequência maior— ele falou e em seguida a Ha-ri saiu de perto dele, entrando com as malas.
— Então ele é o homem com quem passei a noite, a Yebin vai pagar por tudo que me fez, eu vou fazer com que ela pague por tudo— ela falou para si mesma.
Logo depois o Chingu aproxima-se da Ha- ri e pega as suas malas que ela segurava e leva até um dos quartos de hóspedes.
Kang, entra na mansão e Yuna percebe que há algo estranho, ele não parava de olhar para Ha-ri, os dois pareciam se encarar com uma frequência intensa.
— Seja o que for que vocês dois tenham que resolver, façam isso agora, vou jantar com as crianças.
Yuna deixa os dois a sós e Kang ergue sua mão para Ha-ri, os dois se olham por um tempo, como se soubessem que teriam muito o que conversar.
Kang leva ela para fora da mansão e então no jardim, onde tinha uma linda cascata que jorrava água, ele senta e ela também.
— Você disse que me procurou? Por que?
— Naquela noite em que entrou no meu quarto, você foi inesquecível, fiquei obcecado por tê-la novamente .
— Senhor Kang, a mulher que conheceu naquela noite, sim, era eu, mas há algo que não sabe, anos atrás a minha prima, não queria que eu me casasse com o Kim, o meu ex noivo, então ela armou tudo para que eu dormisse com outro homem e assim eu fosse rejeitada, meus tios me expulsaram e o meu noivo terminou comigo, fui drogada naquela noite por ela, acabei entrando no seu quarto e não consigo me lembrar de nada que eu tenha feito, exceto depois de hoje após me beijar, desde aquele dia, minha vida toda mudou, sai de Seul e comecei a morar no Japão, onde conheci a Yuna, quando eu estava em trabalho de parto, sozinha no meu apartamento.
— O Jinwoo é o meu filho?
Continua...
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Atualizado até capítulo 41
Comments
Ana Silva
pra uma dirameira de carteirinha não existe história mais linda que a da ha-ri
2024-12-06
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Carmem Lùcia Pimenta
ISTO ESTÁ CHEIRANDO ARMAÇÃO DAS CRIANÇAS COM CHINGU KKK
2025-03-03
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Carmem Lùcia Pimenta
Kkkkkkk aí tem,mas será legal 😎 😎 estarão todos em família
2025-03-03
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