"Às vezes, na vastidão das alturas, somos desafiados pelo vento e pela escuridão. É nesses momentos que a coragem é forjada, e o verdadeiro espírito de liderança se revela.
Mesmo quando o caminho parece íngreme e a jornada interminável, lembre-se de que cada passo, por mais difícil que seja, nos aproxima do destino.
No confronto com a adversidade, é a determinação que nos guia e a esperança que ilumina o caminho.
Portanto, continue avançando com fé e resoluta coragem, pois é nas alturas mais desafiadoras que descobrimos nossa verdadeira força."
Após certos eventos, atualmente Kiay, Alada e Rimei têm materiais para fazer armas básicas, como lanças e flechas, armas que são frágeis, mas infelizmente e o que elas podem fazer com os materiais atuais.
Elas estavam em uma grande árvore coletando cordas de galhos grandes do tamanho de uma árvore, e as cordas que eram ramos de folhas, que elas haviam feito de antemão.
Kiay: "Como você faz isso? Não é grande demais para carregar, somos só duas, esqueceu?!" [Que frio! Esse lugar venta demais!] ela tava amarrada em uma dessas cordas com Rimei próximo a ela.
Rimei: "Geralmente são 10 pessoas que carregam isso e quando as folhas gigantes caem lá em baixo, mas já que temos a Alada do nosso lado, vai ser bem mais rápido e fácil—" ela quase cai e respira pesado. [Rimei, não olhe para baixo, não olhe para baixo.] Rimei olhou para baixo e ficou com muito medo, ela viu o quão alto elas estavam e quanto mortal seria se caísse de um lugar tão alto, morte certa.
Kiay a segurou pela sua pata de raposa, "Não se descuide só porque ela (Alada) está ao nosso lado! Ou vai morrer! Não fique com medo ou vai piorar a nossa situação!!" Kiay já havia cortado vários talos de folhas e estava os colocando junto ao tronco que elas estavam amarrando, a pequenina estava como medo mais não exitava em fazer o que era preciso.
Rimei assustada: "Desculpa... Vou tomar mais cuidado!" [Se recomponha, Rimei! Você não vai morrer de jeito tão patético assim!] Ela deu um tapa com força na cara, fazendo a sangra pela boca e começou a corar mais talos de folhas e amarrar igual ela tinha visto Kiay fazer com muito cuidado.
Então ambas usaram cordas de talos amarrados nas cordas de folhas grandes, e amarraram um tronco que elas sabiam que Alada iria cortar e levar com elas o montando e amarradas nele.
Kiay: "Você acha que estão seguras? Essa corda me deixa preocupada!" Kiay estava amarrada com mais uma corda.
Rimei: "Eu não sei, eu só fiz o melhor que pude com pouco tempo que eu tinha, mas Kiay, vai ficar tudo bem. Apenas se segura! E vamos terminar logo para sair desse lugar horrível." Rimei colocou uma corda amarrada em seu corpo para ter certeza que não ia cair.
Kiay estava amedrontada e nunca tinha feito nada assim.
Espero que isso baste. Precisamos de galhos para fazer um abrigo e pedras para fazer ferramentas. A faca da Rimei é ótima, mas é extremamente frágil. Essa faca feita de pedra de vulcão (obsidiana) é incrível.
"Alada... Estamos prontas, pode ir, seja rápida!" Alada em seguida cortou o tronco que havia sido amarrado, com os talos de folhas grandes e ambas caíram com ele então alada voou com velocidade e o pegou antes que caísse e o segurou firme e o segurou e quando ia cair no chão ela puxou para cima e ergueu.
"ACHEI QUE IA MORRER!" Kiay estava gritando e feliz.
"EU TAMBÉM ACHEI QUE IA!" Rimei e ela gritavam de alegria voando em cima do trinco pesado como se estivessem aproveitando o passeio.
Então, Alada segurou nas cordas de folhas e as levou para a caverna com ambas em cima de Alada amarradas com força para não cair, com os ventos que a cada segundo pareciam ficar cada vez mais fortes e assustadores daquele ângulo.
Já na caverna, ambas estavam morrendo de frio. Alada as aqueceu com suas asas quentes e longas. Assim que Rimei se aqueceu, ela saiu de baixo da asa, pegou os galhos e começou a cortar as madeiras ou, nesse caso, galhos, com a sua faca pequena recém-feita por ela mesma.
Naquele momento, ela queria acordar adormecida Kiay, mas ela não queria acordar já que estava tão cansada.
Apesar de já ter maturidade no seu corpo, ainda é uma criança. Ela deve estar exausta e estressada demais, já que quase morreu muitas vezes lá em cima. O que é muita coisa para ela ainda, enfim. [Olhando para Kiay dormindo nas asas de Alada.]
Descanse, jovem líder, espero que possamos ter ajuda logo. Há muito trabalho para poucas pessoas. Será que eu posso trazer algum deles?
Não é melhor não. Eles podem tentar matar ela, talvez um dos exilados da Grande Lagoa. Mais tarde eu falo para ela sobre isso.
Por enquanto, só descanse, criança. Amanhã vai ser um dia longo e difícil, talvez pior do que foi hoje. Que Alada nos ajude a sobreviver a tudo.
No dia seguinte, amanhecendo, Kiay acordava e via Rimei a dormir, após pernoitar cortando madeira. As suas patas-mãos estavam completamente cheias de calos e cortes. Ela fez várias tábuas e pedras para machado, facas e cordas.
"Obrigada, amiga, isso vai ajudar muito." Ela sorriu, pegou Rimei pelos braços e a arrastou para baixo da casa de Alada.
"Okay, armas, ferramentas e tábuas, faltam roupas e pedras para tampar os buracos em excesso. E também reforçar a casa… Uma deixa eu pensar, nesse ritmo vamos precisar de um mês ou mais para fazer uma casa, e precisamos de mais pessoas. Quando ela acordar, eu falo para ela sobre isso. Certo, precisamos de muitas coisas para ter o básico. Se a Alada se machucar, estamos mortas. Esse lugar só dá para chegar a voar em um lugar seguro, mas extremamente difícil de se chegar e sair. Precisamos fazer uma escada de cordas."
"E algo para cortar as madeiras mais facilmente. (Suspiro) Estou ficando com mais dúvidas que respostas. Talvez uma ajuda de—"
Kiay ouve um barulho que parecia lobos uivando perto do ninho. Ela aproximou-se e viu vários lobos olhando para cima, diretamente para onde a caverna na montanha íngreme ficava.
"Não é o que estou pensando, não é?! Eles não podem subir nessa altura. Estamos muito acima do solo para eles chegarem... ainda não fizemos muitas armadilhas!"
Kiay naquele instante se lembrou de algo que seu pai falou. "Filha, por mais que tenha motivos, evite brigar com lobos ou matar um deles. Eles sempre buscam vingança contra quem faz isso, e eles nunca desistem."
Kiay: "Mas não matamos nenhum lobo, não matamos nenhum lobo, mas aquele cão que a Alada matou estava andando com um."
"Então o que escapou avisou onde ficava o nosso esconderijo? Que lobo maldito."
"Pai, eu sei que disse para não matar lobos, mas prefiro que eles morram do que nós!"
Kiay acorda Rimei com vários tapas na cara: "Acorda, Rimei!!!"
Rimei: "Ai, o que está acontecendo?! Não posso dormir?"
Kiay: "Lobos, visando nosso abrigo. O que significa?"
Rimei: "Significa que eles vão nos atacar, no máximo em uma semana, e no mínimo em três dias."
Kiay: "Eles levam tudo isso para atacar?"
Rimei: "Não exatamente. Estamos bem longe daqui de cima, então até eles conseguirem chegar aqui em cima pode levar isso ou mais dias."
Kiay: "Quase morremos umas 10 vezes ontem naquela árvore que não parava de ventar um único segundo, e agora uma alcatéia está querendo nos matar... Temos muita sorte, né, Rimei?"
Rimei: "Sim..."
Kiay: "Vamos terminar logo as armadilhas e vamos atacar eles assim que estiverem no alto, e vamos derrubar todos eles, e fazer umas camas bem confortáveis. Mal posso esperar por mais roupas quentinhas!"
Rimei, embasbacada com a atitude da jovem: "Você é bem fora do comum..."
Kiay: "Precisamos ter coragem e precisamos de mais 2 pessoas, apenas isso. Mais que isso, a Alada não conseguiria carregar. Tem alguma ideia de quem pode nos ajudar ou está a precisar de uma tribo pequena igual à nossa?"
Rimei: "Tirando a minha família, somente os exilados da Grande Lagoa."
Kiay: "Porque eles foram exilados?"
Rimei: "Não sei, todos foram exilados por motivos diferentes. Eu queria convidar um amigo coelho. Ele sabe fazer ferramentas e é um ótimo cozinheiro, e uma amiga gata. Só esses dois da tribo da Grande Lagoa."
Kiay: "Mais tarde vamos pegar eles para nossa tribo e também matar uns lobos."
Rimei: "Sim... Líder Kiay." sorriu estava empolgada para ver o que ia acontecer e porque sabia que isso seria verdade, afinal sua líder havia dito.
Final do Capítulo Cinco.
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Atualizado até capítulo 111
Comments
Decapitator
Fiquei extremamente inspirada para seguir meu coração depois de ler esta história.
2024-02-29
5