Após o anúncio de que Daniel estava indo para a fazenda, se alegra Helena.
— Amor! Fico muito feliz que você venha pra ficar comigo este o restante do dia, mas você não está cansado não? Passou a noite de plantão... Diz Helena preocupado com o marido.
— Não meu amor, não se preocupe, estou bem e descansado, a noite no hospital foi tranquila, pude dormir, estou bem descansado responde Daniel.
Assim eles se despedem pelo telefone, e Daniel segue viajem, Helena estranha o desejo do marido de sair de Teresina aquela hora, embora fosse apenas 1 hora de viajem, já eram 15:00 horas da tarde, mas o que Helena não sabia, era da enorme culpa que Daniel carregava dentro de si, por conta da traição que havia cometido contra sua esposa com Janete, aquela culpa o consumia de tal maneira, que ele perdeu completamente o rumo, estava nervoso, seu desejo era de se redimir com Helena, fazendo algo que demonstrasse carinho, pois assim, ele buscava acalmar a sua consciência.
Enquanto isso, Janete recebia a visita de um homem em sua casa, aquele homem que aparentava uns 45 anos, cabelos grisalhos, porte físico forte, se chamava Gusmão, era um agiota, a quem Janete devia muito dinheiro, acostumada a um alto padrão de vida, após a falência de seu pai, e o corte da mesada que era dado a ela, Janete se vê obrigada a trabalhar, fazendo uso do diploma de medicina que ela conseguiu na universidade, mas mesmo como médica, a falta de experiência era um empecilho para ela conseguir trabalho em um hospital, para manter o padrão de vida, e pagar algumas de suas muitas dívidas contraídas, ela recorre a Gusmão, um agiota.
— Gusmão... Eu ainda não consegui o dinheiro para pagar você este mês, mas se me der um pouco mais de prazo, olha, eu até consegui um trabalho, vou começar amanhã inclusive - diz Janete.
— Não tem o dinheiro, novamente esta conversa de não ter o dinheiro... onde você vai começar a trabalhar então? Preciso saber onde, assim terei certeza que vai mesmo me pagar o que me deve, pois tenho sido bonzinho demais com você, se você não fosse tão bonita... Diz Gusmão acariciando o rosto de Janete.
— Gusmão, por favor... Peço que tenha só um pouco mais de paciência, vou pagar você metade do que eu ganhar, assim que eu começar a receber, eu juro... Diz Janete.
— Tudo bem então, mas você sabe que não sairei daqui de mãos abanando não é? Se não tem dinheiro para me pagar, pagará com o seu corpo, assim como tem feito todos estes meses.... Diz Gusmão já desabotoando sua roupa, e ficando nú na frente de Janete.
Janete tinha transado com Daniel horas antes, e havia sido algo bem intenso, além de não estar muito afim, ela estava meio dolorida devido ao ato anterior, mas Gusmão não perdoa, e ela sabe o que acontece quando se deve dinheiro para um agiota, e mesmo querendo ou não querendo, ela tem que ceder a Gusmão, e lhe satisfazer.
— Muito bom Janete, sabe que de todo não acho tão ruim que você me pague com seu corpo, pelo contrário... Afinal, não é todo dia que se come uma mulher assim do seu nível, diz Gusmão sádico.
Quando ele termina, Janete está sentindo-se humilhada, usada, e bastante dolorida.
— Esta foi a última vez Gusmão, foi a última vez que me deito com você, irei conseguir lhe pagar cada centavo que lhe devo, e nunca mais você tocará um dedo em mim. diz Janete.
— Será mesmo Janete? Acho que você no fundo gosta de me servir como mulher... Diz Gusmão com certo deboche, típico de machista escroto, que se acha o maioral.
Gusmão vai embora, prometendo voltar no mês seguinte, deixando Janete com o coração aflito, em lágrimas pela humilhação de ser usada, por causa de uma dívida em dinheiro, o que lhe fazia sentir-se como uma prostituta.
— Daniel... Eu preciso de você, preciso do seu dinheiro para poder me livrar dessa vida, dessa vida fútil e miserável... Desta vida indigna de mim, de qualquer jeito, te reconquistarei Daniel. Diz Janete, sem se importar com o fato de Daniel ser casado e possuir uma esposa.
Daniel nesse momento chegava na fazenda, onde Helena o recebe.
— Meu amor, eu já iria voltar amanhã... Não precisava se dar ao trabalho de se deslocar até aqui... Diz Helena.
— Não é trabalho algum meu amor, estar ao seu lado, é algo que desejo para o resto da minha vida, quero que saiba que te amo muito, a você e ao nosso bebê que está sendo gerado na sua barriga.
— Nossa! Como está romântico! Assim vou ficar mal acostumada... Diz Janete chegando perto do marido, o abraçando, e o beijando.
Dona Sueli, mãe de Janete ao ver o genro, vai ao seu encontro.
— Olha só! Quem apareceu por aqui...! Diz Sueli.
— Pois é minha sogra, ouvi dizer que a senhora disse que eu não vinha mais por aqui, porque não queria saber da senhora, pois aqui estou eu... Diz Daniel.
— Deixa de ser falso! Se fosse assim, você vinha mais vezes... Retruca.
— Calma... Não vão discutir os dois ... Diz Helena apaziguando.
— Eu? Discutir com minha sogrinha? Eu nem tenho sogra, eu tenho uma mãe! Fala Daniel abraçando a sogra e a beijando no rosto.
Logo ele entra na fazenda e cumprimenta Tomás seu cunhado, Bárbara a esposa do cunhado e o pequeno sobrinho Gustavo.
— Dr... Queria se não fosse incomodo, você desse uma olhada no gustavinho, ele anda sem apetite.
— Bárbara! Por favor! Não me chame assim, afinal além de você ser casada com o irmão da minha esposa, Gustavinho é meu sobrinho e afilhado, somos todos uma família só.
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Atualizado até capítulo 55
Comments
Vó Ném
Cansado de transar com a piranha ....mas vamos ver o que irá acontecer!!
2025-03-23
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Tereza Pontes
Não esta trocando os nomes bardara é à cunhada
2024-06-03
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Jaqueline Cavalcante
tá trocando os nomes de novo
2024-04-22
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