Em casa...
Laiza e Rebeca ficaram em casa, e então, Laiza entra de uma única vez com as sacolas em mãos, e se senta no sofá.
— AMIGA! TU NÃO SABE QUEM ESTÁ AQUI NO MORRO.
— Quem, criatura?! — Pergunta rindo.
— MAGNUS!
— Magnus? Quem é Magnus?! A única coisa que eu sei sobre ele, é que ele é o dono de um morro e aliado do Baruc.
— Amiga, Magnus é muito pior que o meu marido e o seu marido juntos! O homem é o próprio capeta encarnado. Ele matou a mãe biológica e todos irmãos.— Laiza diz, e Rebeca arregala os olhos. Então, Laiza se aproxima ainda mais da amiga. — Pelo o que o Ragnar comentou comigo, a mãe biológica do Magnus foi embora deixando ele sozinho com o pai dele, que na época, era o dono da Penha. O Magnus acabou sendo criado pela madrasta, a dona Safira, que se casou com o seu Edrick quando o Magnus ainda era muito novinho, e daí, um dia, a mãe biológica do Magnus apareceu, e junto com os irmãos dele, quase mataram a dona Safira! Dizem que esse homem virou o próprio capeta na terra, foi atrás da mãe, que já tinha de escafedido no mundo, achou a mulher, fez ela testemunhar a morte dos filhos, a matando em seguida. Dizem que ele prometeu a madrasta ainda em coma, que arrancaria o coração da mulher que tinha feito aquilo com ela. Se essa parte é verdade, eu não faço a mínima ideia, porque ele não gosta de comentar no assunto.
— Valha! — Rebeca se benze.
— Ele é maior que o teu marido. Ele é todo fortão, com uma cara de quem vai matar alguém a qualquer momento. Só de olhar, dá um frio na espinha.
— Que isso!
Nesse momento, a porta é aberta e um homem entra acompanhado por uma moça.
— Boa tarde!
— Boa tarde, senhor Edrick! — Laiza sorri.
— Boa tarde! Rebeca dá um meio sorriso.
— Meninas, essa daqui é a Dalila, a minha nora. Dalila, essa é a Rebeca, mulher do Barcu, o dono desse morro e aquela ali é a Laiza, esposa do gerente geral. — Dalila dá um sorriso tímido para as meninas, que logo retribuem. — O meu filho veio resolver algumas coisas no morro, e eu trouxe a minha nora para passar um tempinho aqui com vocês. Tudo bem?
— Claro! — Rebeca sorri. — Seja muito bem vinda! Pode ficar a vontade.
— Obrigada, Rebeca! — Dalila sorri.
— Eu vou indo, porque eu tenho que voltar para o morro. — Ele olha para Dalila. — Filha, qualquer coisa é somente me ligar.
— Pode deixar, senhor.
Ele dá um sorriso, se despedindo das moças e por fim, dá um beijo na testa de Dalila e sai.
— Senta aí! — Rebeca sorri para Dalila. — Quer tomar alguma coisa? Alguma água, um suco ou um refrigerante?
— Não, não... obrigada! — Dalila sorri.
— Percebi que o teu sotaque não é daqui... de onde você é? — Laiza pergunta.
— Sou natural de Pernambuco, mas fui criada em São Pablo.
— Sério?! — Rebeca sorri. — Eu também sou pernambucana! De qual cidade você é?!
— Sou de Jaboatão dos Guararapes. E você?
— Sou de Olinda.
— É uma cidade muito linda! Eu já tive a oportunidade de conhecer. É muito linda, e eu espero alguma dia poder voltar, porque a visita .e deixou com um gostinho bom de quero mais. — Elas riem.
— Eu nunca fui em Jaboatão. Sempre tive muita vontade de conhecer, e o pessoal diz que é uma cidade muito linda também.
— Caramba! Duas pernambucanas? Não gustei. Asmei! — Laiza brinca. — Você é muito brava?
— Sou um pouquinho. Eu só fico muito brava, quando as pessoas me tiram do sério, mas geralmente costumo ser um amorzinho.
— Ah! A Rebeca também é assim. Pelo visto, sou a única esquentadinha do trio. — Laiz suspira.
— Calma, amiga! Isso nem é tão ruim.
— É bom ter uma esquentadinha! — Dalila concorda.
— Hum... eu vou fingir que eu estou caindo no papinho de vocês. Mas, é somente porque eu nunca tive amigas.
— Estamos quites então. Eu também nunca tive amigas.
— Sério?! — Laiza olha para Dalila, que confirma com a cabeça.
— Então, somos três! Vocês são as primeiras amizades da minha vida!
— Eu nunca tive amigas, porque as meninas daqui desse morro quando não são as Marias fuzil, que só quer sentar pra quem é envolvido sem ligar se é casado ou não, e quando são casadas, são pessoas que não aguentam ouvir a verdade sobre o que penso delas ficarem aguentando porrada, chifre e humilhações.
— É... é bem complicado. — Dalila ri.
Nesse momento, um bip é ouvido e Rebeca olha a mensagem. Ela começa a tremer, a chorar e assustada com a reação da amiga, Laiza pega o celular da mão dela.
— Dalila, por favor, peça algum vapor para chamar o Baruc.
— Ok... — Dalila sai desesperada, mas não encontra nenhum vapor na contenção.
Então, ela sai procurando por alguém, até que finalmente encontra um vapor e o pede para que a leve até a boca e nas mãos ela está com o celular de Rebeca. Assim que ela chega na boca, Magnus se assusta com a presença dela, e vai até a esposa.
— Dalila? O que aconteceu? Você está bem?!
— E-eu estou b-bem. É a Rebeca! A Laiza pediu para que eu mandasse um vapor vim chamar o marido da Rebeca, mas eu não achei nenhum deles na contenção, então eu vim até aqui para entregar isso...
Baruc pega o celular e começa a ler as mensagens e o seu semblante muda na hora.
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Atualizado até capítulo 50
Comments
ROSIMEIRE DA CONCEIÇAO FRANÇA
Qto sofrimento da Rebeca....Caramba
2024-09-01
1
Taynan Alves
representou 🥳❤️
2024-02-22
0
Patricia Sousa
vixe que perseguição nessa garota 😡tomara que ela leve a gravidez adiante e seja gêmeos 🙏🙏
2023-08-06
7