(Ravena Narrando)
Foi tão bom fazer isso com o Herbert, tô me sentindo tão bem.
O mais engraçado foi ver ele querendo que eu voltasse para o quarto, acreditei que ele ia me xingar ou se aliviar no quarto dele, mas ele me queria para termina o trabalho, por mais que seja uma grande tentação isso, mais não iria.
A Carla chega com compras e fica olhando para nós.
Carla — Oi meus queridos... estão brigando?
Herbert — Mais ou menos mãe.... ravena vamos conversar no quarto.
— Não, se quiser falar comigo pode falar aqui.
Herbert — Ravenaa..
Não Ligo para ele.
— vou ajuda a senhora com as coisas.
Ajudo ela com algumas sacolas e levou para cozinha deixando ele lá nas escadas bufando de raiva.
O Paulo nos ajuda a organizar tudo. A Carla fala.
Carla — pelo jeito deu certo o plano.
— Super certo, ele caiu como patinho.
Rimos o seu Paulo fala.
Paulo — Vocês duas tão brincando com fogo sabia? Não é bom deixa aquela muralha com raiva.
— Me perdoe seu Paulo mas ele foi o culpado, sempre fica implicando comigo só dei o troco
O Paulo rir fraco e para de falar.
Ficamos conversando sobre outras coisas até o Herbert aparecer na cozinha com os cabelos molhados mostrando que ele tomou banho, não conseguir conter e provoquei ele ainda mais.
— A água tava muito gelada senhor?
Rio debochando dele.
Ele olha para mim, dava para ver que ele tava com ódio, então preferir deixar a poeira abaixar.
O telefone da casa toca a Carla vai lá na sala atender e ela volta já desesperada.
— Que foi Carla?
Carla — A nayna ela, ela tá no hospital passou mau na creche.
Na hora eu e o Herbert mudamos de expressão de feliz e com ódio para expressão de preocupados
— A minha menina, o que, o que aconteceu?
Carla — A diretora falou que ela vomitou e depois desmaiou.
Herbert — qual é o hospital eu tô indo para lá.
— Herbert me espera eu vou com você
Herbert — vai se vestir rápido.
Subo as pressas para o quarto coloco a primeira roupa que vejo, vou no quarto da nayna e pego os documentos dela e desço de novo.
— Vamos.
Saímos da casa o mais rápido possível o Herbert começa a dirigir como um louco.
— Herbert mais devagar.
Ele parece que percebe que realmente tá exagerando e diminui a velocidade do carro.
Herbert — Eu tô nervoso, só espero que ela esteja bem.
Chegamos no hospital, saímos do carro e entramos no hospital.
Famos até a diretora que estava a nossa espera, ou melhor, só na espera do Herbert.
Diretora — É oi...
Herbert — Cadê a nayna?
Pergunto também.
— O que aconteceu com a minha filha?
Diretora — É ela tá passando por uma lavagem no estômago, parece que ela comeu algo estragado ou alguma coisa infecciosa.
Herbert — Como assim algo estragado?
Diretora — Isso foi o que o médico disse... vocês não deram algo para ela estragado? Sabe a moça pode ter dado algo estragado para ela e nem notou.
Fecho a cara para diretora "put@" que tá na minha frente.
— Olha aqui eu nunca que ia ter esse descuido com ela ouviu, melhor você abaixar as acusações.
Já ia me estressar com ela, quando o Herbert pega a frente da situação.
Herbert — Eu confio de olhos fechados na Ravena ela nunca ia da algo estragado para a nayna, e tem mais quem cuida da refeição é a minha mãe então se você está insinuando que isso aconteceu dentro da minha casa, você está comprando briga com minha mãe e pode ter certeza que ela adora uma boa briga.
Ele fala sério deixando a diretorazinha calada.
O médico chega até nós.
Doutor — Família da nayna.
Herbert — Aqui... cadê minha filha, ela tem medo de agulha preciso tá com ela.
Doutor — Ela está dormindo agora, ela passou por uma lavagem no estômago para tirar o que estava quansando os vômitos e desmaio nela.
— Doutor o que causou isso?
Doutor — Pelo diagnóstico foi uma verme Cisticercose, ela ingeriu, comeu algo diferente durante esses dias?
Herbert — Não que eu saiba.
— Doutor a gente passou o fim de semana na praia mais tudo que ela comeu lá ela é acostumada a comer diariamente.
Doutor — Então foi isso, ela provavelmente bebeu água da praia ou comeu areia que fez criar a verme Cisticercose, o importante é que já cuidamos do estômago dela... e ela vai ficar bem.
— Graça a Deus, podemos ver nossa menina?
Doutor — Sim claro venham por aqui.
O médico nos leva até o quarto aonde a nossa menina está. Entramos e ela estava dormindo.
— aí Herbert é horrível ver ela assim numa cama de hospital
Falo deixando as lágrimas caírem, ele me abraça com carinho e diz.
Herbert — Eu sei também detesto isso, mais o importante é que ela vai ficar bem.
Ficamos abraçados olhando para a nossa menina que permanece dormindo.
Ja era quase seis e meia da noite, quando a nayna acordou.
Nayna — mamãe
Ela diz com uma voz fraquinha, olho para ela sorrio fraco.
- oi minha rainha, que bom que acordou.
Nayna — aonde.... estamu?
— No hospital filha você desmaiou na creche.
O Herbert entra com o copo de água que eu pedi a ele.
Herbert — Que bom que acordou filha.
Agora estamos mais aliviados depois desse susto.
O médico liberou a nossa menina então levamos ela para casa com uma receita médica e também um laudo médico para entrega a creche.
Não vou levar minha menina para creche enquanto ela não estiver 100% bem, o Herbert concordou comigo.
Chegamos em casa a nayna recebeu todo carinho e amor dos avós que estavam loucos de preocupação.
Carla — Meu anjo diz para vovó o que você comeu quando estava no passeio com o seu pai?
Nayna — Nada, só bebi água do mar, quelia saber o gosto.
— Filha não pode beber água do mar isso faz mau para a nossa saúde, então nunca mais faz isso ok?
Falo carinhosa e calma com ela.
Nayna — nhao vou mamãe, num quelo (quero) levar aguada (agulhada) de novo.
Herbert — Ainda bem que você sabe que vai levar agulhada se fizer isso de novo.
Nayna — pus é (pois é) .
Depois da conversa levo a nayna para toma um banho e se vestir, fiz um penteado no seus cabelos e descemos para o jantar.
Logo depois do jantar eu e o Herbert ficamos assistindo desenho com ela até que a mesma dormiu no colo do pai, ele levou ela para o quarto dele e disse que ia dormir do lado dela.
O medo que ele sentiu de ter acontecido algo mais grave com ela foi tão grande que ele ficou grudado nela, e tenho certeza que a nayna tá adorando essa muralha como grude dela.
Vou para o meu quarto descansar um pouco hoje o dia foi cheio de travessuras e preocupação.
Brasil - Rio de Janeiro.
(??? Narrando)
Estou segurando uma revista nas mãos vendo uma foto de uma pequena família aparentemente feliz.
— Então foi para Londres que você se foi o meu amor, não se preocupa eu estou indo ao seu encontro.
Recorto a foto e colo o rosto dela, no mural que tenho dela.
Sorrio fechado e os olhos brilham de ansiedade para reencontrar a minha doce Ravena.
— Vamos voltar a viver juntos meu amor.
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Atualizado até capítulo 67
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