(Ravena narrando)
Entro na sala de cabeça baixa, fecho a porta atrás de mim, levanto a cabeça e vejo uma visão de um homem incrivelmente lindo na minha frente, aqueles olhos azuis (piscina) me olhando seriamente deixou-me meia nervosa, mas tento não mostrar o meu nervosismo.
— Senhor Herbert Cuch, sou Ravena.
Ele continua- me olhando com aquele olhar de que tá Procurando algo, só não sei o que é.
Herbert — olá, senta-se
Me sento, ele pega o meu currículo e fica olhando atentamente como se tivesse analisando cada palavra escrita ali.
Herbert — senhorita Ravena já foi enfermeira, mais nunca trabalhou de assistente por que quer esse emprego?
— Eu gosto de desafios e também não tenho muito o que exigir, só quero trabalhar não importa a área, eu aprendo as coisas rápido se for isso a sua preocupação.
Ele olha-me com atenção.
💭aí para de me olhar assim, esses olhos me dão medo.💭
Herbert — você já trabalhou com crianças?
Não entendi porque essa pergunta repentina, fiquei um tempo olhando para ele até responder.
— Sim, já cuide de criança!
Herbert — você quer trabalhar como babá? Ou melhor, como mãe?
Fico calada essa pergunta foi muito sei lá, estranha?
— é como assim mãe?
Herbert — Tenho uma filha de três anos e ela não tem mãe e, é complicado para mim, cuidar dela e, ao mesmo tempo, cuidar dos negócios, tem coisas que só mulher sabe fazer, essa é a verdade por trás dessa entrevista, nem uma das mulheres me deixou podemos dizer.— fico procurando uma palavra adequada. — Seguro para confiar a minha filha, você passou-me confiança, as suas palavras passou-me confiança.
Fico pensando se aceito.
— Eu não posso aceita antes da menina me aceitar, se ela gosta de mim eu aceito o trabalho.
Falo olhando para ele e vejo que o seu olhar procura achar algo no meu, só não sei o que ele tanto procura.
Herbert — Ok isso é justo, então vá amanhã na minha casa, é sábado ela não vai para escola e vocês se conhecem, caso ela lhe aceite podemos falar sobre o contrato — penso que é a primeira vez que vejo uma mulher preocupada com o desejo da criança e não com o dinheiro que ela pode ganhar, é estranho não achar nem um interesse nela, o olhar dela mostra doçura e gentileza mais só isso. — entregue o seu número para minha secretaria e ela vai lhe ligar dizendo a localização da minha casa.
— tá bom, até amanhã senhor Cuch.
Me levanto e viro-me saio da sala dele sinto o seu olhar em mim ainda, isso me dá arrepios. Chego até a secretária dele.
— licença, o senhor Cuch falou para deixar o meu número com você.
Molly — a pode falar — ela vai falando e anoto o número dela, na caderneta — pronto, vamos entrar em contato.
— Obrigada, até logo
Sorrio sendo gentil, vou saindo da empresa ainda raciocinando o que aconteceu lá dentro. Principalmente o fato de eu ser mãe contratada.
💭Isso é muita loucura.💭
Chego no meu apartamento e recebo uma mensagem dizendo.
>Senhorita Ravena Amanhã um carro irá-lhe buscar em sua casa às 8:00, esteja arrumada.
— Nossa que rápido.
Fico meia nervosa pensando se vai da tudo certo, olho para foto do lado da minha cama seguro ela, sorrio sem mostrar os dentes.
— estou tentando por Você.
(Herbert Narrando)
Já era (19:00) horas, quando chego em casa totalmente, cansado.
— Cheguei!
Deixo as chaves no lugar e tiro os meus sapatos, escuto os pacinhos vindo viro-me, sorrio.
Nayna — papai... — agarro as pernas dele.
Nayna Cuch
— Oi minha rainha
Pego ela no colo, beijo a sua bochecha, ela é tudo para mim.
— cadê a vovó Carla?
Nayna— tá na cuxinha.(cozinha)
Famos para cozinha.
— Oi mãe, cheiro gostoso.
Carla — Oi querido dia cansativo?
— Sim muito.
Deixo a Nayna na cadeira dela, vou até à pia e lavo minhas mãos depois volto para mesa e sento do lado da minha rainha.
— cadê o pai? Amanhã ele tem que buscar uma pessoa para mim.
Ela olha-me desconfiada.
— Não é o que a senhora estar pensando.
Rio, ajudo a minha rainha a comer.
Carla – ele foi na faculdade da sua irmã — me sento para comer também. O meu menino tem tantas responsabilidades, queria que ele tivesse um pouco de sossego que encontrasse alguém para ele se relacionar, mas ele só encontra a aquelas piranhas que só querem o dinheiro dele e maltratar a pequena Nayna.
Carla Cuch, mãe adotiva do Herbert.
— entendi. Bom depois eu falo com ele.
Comemos e conversamos um pouco, depois vou brincar com a minha rainha como a gente faz todos os dias antes de dormi.
— como foi a aula hoje filha?
Nayna — comu sempe (como sempre) papai! — bocejo e esfregou os olhinhos com as mãos mostrando que o sono começou a bater forte.
— Tá na hora de dormir.
Sorrio, Levanto e pego ela no colo a levo para cima para o seu quarto, coloco ela na cama me sento na beira.
— Boa noite! Minha linda rainha.
Nayna — bua noti (boa noite) meu rei— fecho os olhos e não demora durmo.
Saio do seu quarto e vou para o meu, tiro as roupas e tomo um banho depois me deito na cama, fico um tempo pensando, mas durmo rápido.
Outro dia~
(Ravena Narrando)
Acordei cedo e me arrumei, sair para fora de casa exatamente as 8:00 é tinha um carro me esperando com um senhor do lado de fora encostado no capô do carro, me aproximo.
— bom dia?
Paulo — bom dia! Vamos temos um caminho meio grande ainda — sorrio abro a porta do carro para ela.
Paulo Cuch, pai adotivo do Herbert.
Entro no carro e fico olhando o caminho e conversando com o senhor que é muito simpático. Chegamos na casa e fico olhando vendo que o lugar é enorme, isso nem é casa e sim um castelo de tão grande que é. Saio do carro e o senhor fala para mim, entra, sigo para porta e uma moça abre.
— olá bom dia?
Carla — bom dia! Entre o Herbert contou-me que você vinha, a Nayna está dormindo ainda se quiser pode ir até lá, aproveita é acorde ela já tá na hora.
— Tá bom, qual é o quarto dela?
A Senhora me diz e eu subo para o quarto entro e já fico encantada com a menina dormindo, ela é tão linda e fofa, me apaixonei rápido.
— Nayna?
Me sento na beira da cama.
— fofa tá na hora de acorda.
Ela vai abrindo os olhinhos e me olha meia espantada.
Nayna — quem é vuxe ? (você)
— sou uma amiga.
Nayna — é namolada (namorada) do meu papai?
— Não fofa, sou uma amiga que vim ajudar a cuidar de você, se você quiser.
Ela sorrir para mim, aquele sorriso dela era tão lindo.
— posso te ajudar no banho?
Nayna — xim xim (sim) pode claro. — me levanto toda empolgada sempre quis ter alguém além dos meus avós aqui.
Ajudo ela que me aceita bem rápido, rápido até de mais e eu adorei isso, decemos para toma café e o senhor Herbert já estava na mesa.
— bom dia senhor Cuch.
Herbert — bom dia! oi filha. — beijo a bochecha dela, vi quando a Ravena chegou e como minha menina gostou dela, acho que achei a mãe temporária dá minha rainha.
Ajudei a Nayna a comer depois famos brincar juntas no jardim ela me mostrou a casa toda do jeitinho dela o que achei super fofo. No fim do dia o senhor cuch me chamou para seu escritório.
Herbert — Então, você viu que a minha filha gostou de você, vai aceitar ser mãe dela por contrato?
Fico pensando por alguns segundos e finalmente falo.
— Sim aceito.
Herbert — Ótimo aqui está o contrato pode ler a vontade — entrego o papel em sua mão.
Leio com atenção cada coisa escrita no papel, as regras que tem lá uma delas é "Não entrar no quarto do pai da nayna" Ainda bem que não tenho interesse de entrar nele, só quero cuidar da menina.
— aonde eu assino?
Herbert — aqui. — mostra para ela.
Assino o contrato
Herbert — Bom, pode ir para sua casa e segunda você começa a trabalhar, você leu que tem que dormir aqui né – ela confirma com a cabeça — então traga as suas coisas, segunda a Carla vai-lhe entregar os horários da Nayna para serem cumpridos.
— Ok senhor, segunda estarei aqui.
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Atualizado até capítulo 67
Comments
Anonymous
São pai e mãe mas pelo que está dando a entender também são empregados é isso?
Ele chama a mãe pelo nome e ela parece ser governanta, já o pai é motorista hummm estranho isso
2023-11-29
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