(Dhilam Narrando)
A Eva me acordou da forma mais deliciosa que eu poderia ser acordado, e quando ela terminou fez a cara de menina sapeca fiquei doidinho.
Puxei ela para se deitar na cama e me enterrei nela, brincamos muito naquela cama foi tantas posições que não consigo contar, nossa manhã já começou da melhor forma possível.
Estávamos deitados na cama.
— A gente tem que ir toma café.
Eva — Você não pode pedir pra trazer para cá? Estou com preguiça de sair do quarto.
— Tá minha Eva, vou fazer isso.
Ela sorrir e me dá um selinho retribuo com todo carinho, depois pego o telefone do quarto e ligo para cozinha da pousada para pedir o nosso café no quarto.
Vejo a Eva se levantar da cama e ir em direção a piscina que tem dentro do quarto, aquela visão era magnífica, ela com algumas marcas da minhas mãos na suas pernas e na sua bund@.
Ela mergulhar na água e fica nadando, pego um roupão e me visto antes que eu esqueça e atenda a porta pelado.
Se passa uns minutos e nosso Café chega pego o carrinho na porta e logo depois fecho a porta.
— Minha Eva nosso café.
Ela sai da água e pega um roupão e coloca nela.
Nos sentamos para toma o nosso café juntos, as coisas entre nós dois estava diferente.
Um diferente bom, um diferente delicioso.
— Mas tarde a gente tem que voltar para casa.
Eva — Infezlimente né? Esse fim de semana foi tão bom.
— sim Infezlimente! E verdade foi muito bom, na verdade ele foi perfeito!
Ela sorrir e continuar a tomar o seu café.
Passamos o dia todo colados a gente nem sabia o que era roupa, fizemos sex0 em todo aquele quarto. Desda cama até o chão.
No finalzinho da tarde a gente se arrumou para ir embora.
(Eva Narrando)
No caminho para casa fiquei pensando nesses dois dias, se eu fiz realmente o certo em ter fraquejado, e me render a ele outra vez.
Mais depois de muito pensar lembrei que ele falou sobre ele erra e aí a gente podia se desvocia, bom se ele realmente tiver me enganando , vou ter o meu dirvocio mesmo amando ele eu não iria aceitar continuar na mesma situação.
Minha vida toda foi ficar amecer de homem, e minha decisão de não querer mas viver assim é definitiva.
As ações do dhilam que vai nos mostrar o novo rumo das nossas vidas.
Saio dos meus pensamentos com ele falando.
Dhilam — Minha Eva poderíamos sair para jantar hoje, o que acha? Vamos chegar em casa por volta das oito da noite.
Olho para ele ainda tentando entender o que ele falou.
Dhilam — Eva está tudo bem?
— Sim está! Eu só... só estava com a cabeça nas nuvens. Pode repetir a pergunta.
Dhilam — percebi — Rio fraco — Perguntei se você gostaria de jantar fora hoje? Já que vamos chegar em casa às oito da noite.
— Acho que vai ser bom.
Ele continua dirigindo e fala.
Dhilam — Vou te levar para um restaurante bem legal, bom foi o que me falaram.
— Agora fiquei curiosa.
Sorrio, ele sorrir também.
Ao longo do caminho fui olhando para estrada e percebi que eu conhecia aquele caminho. Pensei.
'Ai não, que isso só seja uma coincidência'
Quando ele para o carro na frente do restaurante eu falo mentalmente,
'Merdaaaaa.'
— Eu... nunca tinha ouvido falar desse lugar.
Tentando parecer que não sei aonde estamos.
(Dhilam Narrando)
Olho para ela, queria falar que ela não precisava fingir, só que pensei e queria ver até onde ela ia mentir.
— Sério? falam que aqui é um restaurante moh legal, na empresa só escuto falar desse restaurante. Achei que você tivesse ouvido por aí.
Eva — Eu quase não saio de casa.
— Estanho já tem dois meses que vejo você saindo toda noite de casa.
Ela fica me olhando como se tivesse pensando no que responder.
Confesso que aquilo tava bom, a carinha dela de preocupada que tenta esconder foi a melhor parte.
Eva — Eu só saio para passear um pouco e respirar um ar puro.
Confesso que a resposta dela foi convincente, se eu não soubesse da verdade acreditaria nela de olhos fechados.
— Eu entendo você, vamos entrar né, estou com uma fome.
Saímos do carro, seguro em sua mão e entramos no restaurante.
Um garçom nos leva até uma mesa, puxo a cadeira para ela sentar, uma forma de cavalheirismo que eu sei que ela ama esses pequenos detalhes.
Ela se senta com um sorriso de lado, deu para sentir o nervosismo dela, acho que esse jantar vai ser muito bom.
— Então o que você deseja?
Eva — Eu vou olhar o cardápio primeiro.
Ela fala pegando o cardápio eu faço o mesmo, fico olhando os nomes dos pratos.
— Será que isso é gostoso, Raviolli?
Eva — Eu gostei.
— Você já comeu?
Eva — Uma vez.
O garçom chega até nós.
— Eu vou querer esse raviolli.
Garçom — Ok, a senhorita vai querer o mesmo de sempre?
Olho pra Eva que fica mais nervosa ainda.
Eva — Vou querer o mesmo que ele por favor.
O moço anota os pedidos e sai, fico olhando para Eva que fala.
Eva — Acho que... ele me confundiu com alguém.
— É difícil isso acontecer, não existe outra mulher linda igual você minha Eva.
Ela sorrir para mim e eu retribuo o sorriso. Olho em volta.
— Aqui é bem bonito, me falaram que tem uma cantora aqui, será que ela canta hoje?
Eva — Não faço ideia.
Queria muito rir dela mais estava me segurando para isso não acontecer.
O garçom volta com nossas comidas, por graça pergunto pro garçom sobre a cantora.
— Licença, mais me falaram que aqui tinha show ao vivo, vai ter hoje?
Garçom — É não, a moça está de folga hoje.
Ele olha para Eva e depois sai, tava na cara que a eva estava nervosa, sei que já fiz muitas besteira e se eu fosse o dhilam de antes com certeza já tinha tirado ela daqui.
Eu tinha medo das pessoas descobrirem sobre o meu casamento forçado, só quem sabe é os meus amigos Lailom é Luciano.
Não queria que as pessoas riem da minha cara por ser trouxa acho que esse era o verdadeiro motivo pelo qual eu tratava a Eva mal.
Eu amava a mulher que me enganou e eu não saberia falar isso para as pessoas, tenho certeza que eles me achariam um idiota,
E hoje em dia me arrependo muito das besteiras que fiz, de fazer ela prisioneira dentro da própria casa.
Se eu estivesse deixando o amor falar mais alto que a raiva tenho certeza que eu descobriria a verdade sobre a noite que fui drogado e me deitei com a Eva.
Ela teria me contado, com toda a certeza ela teria me falado a verdade se eu tivesse demonstrado um pouco de carinho por ela ou tivesse mostrado que minha raiva duraria pouco.
Mas agora não adianta lamentar sobre o passado, o que importa é o nosso futuro e agora o nosso presente, aos poucos vou fazendo ela confiar em mim do jeito que tem que ser, não vou mas deixar ninguém fazer mal a ela.
Isso é uma promessa.
— Isso tá bem gostoso, nunca tinha comida Raviolli.
Eva — Eu também gostei bastante desse prato.
Nós termina a nossa refeição, conversa um pouco e depois famos embora.
Sei que ela ainda não tá preparada para falar do trabalho e eu vou esperar ela está pronta para isso.
Mas confesso que foi bem divertido ela mentir que nunca tinha ido lá, sendo que todos que trabalham lá a tratavam como se a conhecessem a bastante tempo.
Chegamos em casa tiro as nossas bolsas do carro e entramos, a casa tá em perfeito silêncio provavelmente a Emma e a Mara já estavam dormindo.
Subimos para os nossos quartos quando seguro na mão da Eva e ia puxar ela para o meu quarto que era para ser o nosso quarto, ela recusa-se a entrar.
Olho para ela e falo.
— Achei que nós dois poderia dormir juntos de novo.
Eva — A gente pode, mas não nesse quarto dhilam — respiro fundo e continuo falando — Dhilam, eu não me sinto bem dentro desse quarto, passei muito momentos horríveis aí dentro, já derramei muitas lágrimas de tristeza aí dentro, eu não consigo entrar aí e não lembrar da perda que tive, do sofrimento que passei.... Espero que você me perdoe, mas não entro nesse quarto para dormir.... Boa Noite.
Ela me dá um beijo e vai para o quarto dela, fico pensando nas palavras dela.
Realmente ela já passou por muitas coisas dentro desse quarto e na casa toda, acho que não é só o quarto que faz mau para ela, acho que toda a casa tem lembranças ruins.
A perda do nosso filho foi algo bem doloroso para ela na época, para mim também, mas foi, mas para ela.
O bebé ainda era uma semente no seu ventre quando eu cheguei aqui e comecei a brigar com ela, nem lembro o motivo, mas ela passou muito mau naquele dia.
E eu passei a noite chorando no escritório por ter estressado ela, depois descobrir que ela não podia ter, mas filhos e isso a deixou péssima que ela passou dias sem se alimentar devido à perda.
Entro no quarto e pego uma muda de roupa e vou para o quarto dela, bato na porta e segundos depois ela abre e logo em seguida ela da um sorriso, como se tivesse esperança que eu aparecesse.
— Posso dormir aqui?
Ela pula no meu colo e me beija, eu retribuo o beijo e entro no quarto fecho a porta com o pé.
Levo ela para cama me sento e a mesma fica sentada no meu colo de pernas abertas, paro o beijo e falo.
— Não quero passa mas nem uma noite sem dormir do seu lado.
Ela cola nossas testas e sorrir boba para mim, depois fala.
Eva — Eu também não quero, dormir ser não for abraçada com você.
Nos beijamos, aquele beijo apaixonado e cheio de carícias.
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Atualizado até capítulo 67
Comments
Ivanilda Andrade
Coitada, quanto sofrimento por causa da ganância do crápula daqueles que se dizem ser familia
2023-11-17
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