(Ravena Narrando)
Já estou na casa dos Cuch a um mês, e tô adorando a pequena nayna ela é um amor de menina, apesar de ser pequena ela é muito inteligente e adora brincar e falar que ela quer ser heroína quando crescer.
Eu e o senhor Herbert já estamos nos falando normal como patrão e empregada, mas tem as vezes que a nayna nos fazer dormir com ela isso é meio desconfortável para mim, mas isso deixa ela feliz então eu aguento ficar do lado desse homem e não me jogar em cima dele.
Não sou de ferro e quando ninguém ta reparando fico de olho nele bem discretamente, acho ele uma pessoa muito atraente principalmente quando inventar de andar sem camisa pela casa, esse homem é um pedaço de pegado pena que é meio arrogante, a arrogância dele tira toda aquela beleza que ele tem.
Hoje é domingo e a nayna tá na casa ontem o senhor Cuch perguntou-me se eu não queria sair para ver a família e essas coisas.
Se ele soubesse que não tenho família ele não me perguntaria isso.
Hoje até o senhor Cuch tá em casa, ele tirou o domingo para ficar com a filha eu achei isso fofo já que ele nem sempre tem tempo para filha.
Estamos almoçando, ele tá grudado na filha passou a semana toda muito atarefado que quase não ficou perto dela.
Herbert — Filha vamos toma um banho de piscina hoje?
Nayna — Obaa picina (piscina) eeehh — bato palminhas, olho para tia Ravena — voxe vem também?.
— Não princesa, isso é só momento entre pai e filha.
Nayna — Entendu. — falo meia tristinha.
Herbert — Ravena se quiser pode ir com a gente vai ser bom se divertir em três.— não gostei de ver minha menina triste, me levanto— vamos nos arrumar filha.
Os dois sai, e fico lá pensando se vou ou não para piscina.
Observo eles voltando com roupa de banho e passando para piscina, a Nayna tava com um biquíni vermelho com bolinhas brancas e Herbert, aí pai, ele estava só de sunga branca que valorizou as suas partes da frente que desacordado já é grande, adoraria ver acordado.
Me recomponho para não dá bobeira e vou para o quarto.
(Herbert Narrando)
Convidei a Ravena para vim connosco, mas acho que ela não queria toma banho de piscina, fiz a minha parte em convidar o problema e dela se não, quiser vir.
Essas semanas notei que ela não pede por folga e nem sair para ver a família, e toda a vez que falo sobre isso ela diz que não era necessário.
Um dia qualquer eu perguntei para Carla se ela sabia o porquê da Ravena não querer ver a família, a minha mãe falou que é porque ela não tem família aqui, os familiares dela estão tudo no Brasil.
Agora entendo por que ela não se preocupa para sair e visitá-los.
Estou na água com minha filha e com os pensamentos meio longe quando ela faz eu voltar a terra falando.
Nayna — Noxa (nossa) que pincesa (princesa) papai.
Ela aponta para frente levanto o rosto para ver para onde ela aponta, fico paralisado a olhar para Ravena chegando na piscina.
Ela é linda não imaginava que as roupas que ela usa escondia toda a beleza dela.
Ravena estava como um biquíni verde-água e com uma saída de praia branca aberta mostrando a sua cinturinha perfeita.
Quase tive um treco quando a vi assim.
Nayna — voxe é muito linda.
Ravena da um sorriso meia tímida e fala.
Ravena — Obrigada princesa.
Vejo a minha filha fechar a cara tão rápida que quase achei que ela ia pular na Ravena para arrancar os cabelos dela.
Nayna — É rainhaa. — Falo ao mesmo tempo cruzo os bracinhos na altura do meu peito.
Ravena — Me desculpe rainha eu ainda estou me acostumando.
Ela fala com uma voz doce e gentil com a minha filha, que continua com cara emburrada.
Nayna — só aceito a discupa (desculpa) se voxe entrar e mi dá um beijinho.
Ravena tira a sua saída de praia e entra na piscina e vem até nós pegando a nayna no colo e dando um beijo na bochecha dela.
As duas tão ficando bem apegadas eu Reparo isso toda a noite.
Nayna — Agora xim (sim) aceito as discupas, vamo binca (brincar) de barco?
Ravena — De que?
— de barquinho, é que coloco ela sobre a água e a jogo para outra pessoas e a mesma vai flutuante sobre a água até a pessoa.
Nayna — isso é divertido vamo?
Ravena — tá bom, acho que vai ser bom — sorrio .
Ficamos brincando bastante de barquinho até a nayna cansar, saimos da água e ficamos conversando um pouco enquanto a nayna brincava do nosso lado.
— então Ravena por que você sair do Brasil?
Ravena — é eu... não tava conseguindo emprego.
— Mas sair do Brasil por isso? Você poderia ir para outra cidade do Brasil, não precisava vim para um lugar tão longe né.
Ela não fala nada e fica quieta pensando.
Nunca reparei que não sei nada dela, a contratei para ficar com a minha filha sem saber quem é, e agora estou curioso para conhecer mais da Ravena.
Nayna — Estou com fome.
Ravena— então vamos comer né querida. Licença senhor.
Ela se levantar da espreguiçadeira e pega a nayna e vai em direção a casa, fico lá pensando um pouco.
(Ravena narrando)
Não queria falar sobre a minha família, ainda bem que a pequena falou que estava com fome,
Chegamos na cozinha.
— quer comer o que?
Nayna — bolo.
Vou até a geladeira e pego um pedaço de bolo e coloco num patinho de plástico para ela a sento num banco.
— prontinho.
Entrego para ela.
Nayna — Obrigada mamãe.
Olho para ela.
— você falou o que?
Ela me olha meia sem jeito e com medo de repetir.
— você me chamou de mamãe!
Ela confirma com a cabeça, fico toda boba.
— Você que eu seja sua mamãe?
Nayna — xim, voxe (sim, você) tão legal comigo, nhão mi tata (não me trata) mal, quelia (queria) ser sua filha.
Ela fala de um jeitinho que derrete meu coração.
— E eu quero muito te chamar de filha.
Beijo a bochecha dela e vou ajudando ela a comer o bolo.
Depois disso famos para o quarto dela, a mesma não queria, mas toma banho de piscina então dei um banho nela e depois coloquei um pijama nela, já escurecia mesmo.
Famos pro o meu quarto ela não quis mais desgrudar de mim até esqueceu o pai lá fora.
Estou-me vestindo quando ela pega a foto do meu filho em cima da banquinha.
Nayna — mamãe quem é?
— Meu filho.
Nayna — Por quê ele não tá aqui com voxe?
— Ele não mora comigo filha, ele mora no céu.
Me sento do lado dela acarecio a foto.
— ele virou um anjo e fica de olho na gente lá de cima.
Nayna — ele não vai fica chatelado (chateado) se eu fica ti chamando de mamãe?
— Não minha rainha, tenho certeza que ele tá muito feliz em saber que tem uma irmã tão linda e fofa como você.
Abraço ela e a pego no colo.
— Vamos desce para brincar um pouco?
Nayna — xim vamos! — deixo a foto no lugar e desço para o chão.
Famos lá para baixo, ficamos brincando com as brinquedos e depois famos jantar.
Nayna — mamãe pega pa mim. — aponto para o suco.
Todos na mesa olham para mim na mesma hora.
Pego a jarra e coloco um pouco de suco no copo para ela sorrio fofa, mais fico muito sem jeito principalmente com o senhor Herbert olhando-me.
Depois do jantar nayna pediu para ir dormi, ela estava bem cansada.
Como todo o dia conto histórias para ela dormir, o senhor Herbert ficou no quarto connosco até a filha dormir. Depois saímos e ele fala.
Herbert — Não sabia que ela te chamava de mãe.
— Ela começou hoje depois da piscina me perguntou se eu podia ser a mãe dela, não aguentei aqueles olhos me olhando e falei sim... mas se o senhor achar ruim, eu entendo, e aos poucos vou falando para ela que...
Ele me interromper.
Herbert — Não precisa estragar a felicidade dela Ravena, ela sempre quis uma mãe e tô feliz que ela te considera mãe, você é uma mulher boa e cuida muito bem dela.
Sorrio aliviada com suas palavras.
— Que bom senhor.
Herbert — Me faz um favor. Para de me chamar de senhor.
— Mas eu tenho que lhe chamar assim, você é o patrão.
Herbert — E você a mãe da nayna, então não precisa dessa formalidade toda.
— Mais...
Ele me interromper de novo e fala meio grosso.
Herbert — Isso é uma ordem Ravena.
Ele tem um jeito muito chato de acabar com a paciência das pessoas.
— não precisava falar grosso senhor, licença.
Entro no meu quarto e bato a porta. Esse homem não saber ser elegante com mulheres mesmo.
No outro dia levei a Nayna para creche.
— tchau filha até mais tarde.
Nayna — chau (tchau) mamãe — beijo a sua bochecha e entro na creche.
Não consigo esconder o meu sorriso bobo quando ela me chama assim.
Sou a nova mamãe dela e adoro muito essa sensação.
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Atualizado até capítulo 67
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