(Herbert Narrando)
Acho até graça dela quando mostra língua para mim, vou para cozinha esperar as duas para toma café. Hoje vou levar a nayna na creche e ficar para tal reunião.
— bom dia mãe.
Carla — Bom dia querido. As duas já estão prontas?
— ainda não, quer ajuda?
Carla — Uma ajuda e sempre boa.
Ajudo ela a organizar a mesa.
Nunca conheci os meus pais verdadeiros desde que me entendo por gente vivi num orfanato e depois quando eu fiz oito anos a Carla e o Paulo adotaram-me, tenho uma irmã chamada Lana ela tá fazendo faculdade. Nós dois samos adotados, a Lana foi adotada primeiro que eu, ela ainda era um bebé. Nós tem uma boa convivência apesar das brigas e ela ser super ciumenta, amo a minha irmã e a família que ganhei.
As duas finalmente descem pro café. Tomamos nosso café com calma.
— Vamos filha.
Nayna — O sinhor (senhor) vai mi levar hoje papai?
— Sim, eu e sua mamãe vamos te levar!
Sorrio para ela.
Nayna — Tenho que ir para creche hoje?
— Sim filha você precisa, tem que estudar para ficar muito inteligente, vamos? Se não iremos nos atrasar.
Saimos de casa e famos para o carro as duas ficam conversando a viagem toda até chegamos na creche.
Ravena — Bom, vou ficar aqui esperando.
— Por quê?
Ravena — porque não tenho nada para fazer lá dentro.
— Tem sim, Você vai entrar comigo e participar da reunião.. shiiiu sem falar nada vamos.
Saio do carro sem da espaço para ela falar.
Entramos na creche a professora leva a nayna para sala dela, e eu e a Ravena famos para sala aonde vai acontecer a reunião entramos e os pais dos outros alunos olham para gente, seguro na mão da Ravena e nos sentamos.
(Ravena Narrando )
Não entendi por que ele segurou na minha mão mais fiquei quieta não queria discutir aqui.
A diretora entra e olha para nós como se isso fosse algo estranho.
Penso comigo mesmo.
'Também to achando estranho. Mais ele tem uma mão macia e forte, imagina essa mão na...'
Quando me dou de conta que estou pensando de mais e acariciando a mão dele com o meu dedão, paro na hora e fico olhando para frente querendo enterrar a minha cara na areia ou em qualquer outro lugar.
Sorte que é só pensamentos!
A diretoria começa a falar e falar, até que chega no assunto comportamento dos alunos e ela olha para o Herbert.
Diretora — Senhor Herbert Fiquei feliz que você veio, já que me preocupo com o comportamento da nayna ultimamente.
Herbert — O que está acontecendo com o comportamento da minha filha?
Diretora — Ela anda muito para baixo e nunca quer ficar perto dos amigos, na hora do lanche ela quer ficar na sala e não quer sair, alguém anda maltratando ela em sua casa? porque esse comportamento não é normal.
Quando ela fala, já me deixa logo preocupada com a minha menina, em casa ela sempre é alegre e sorridente, principalmente na nossa frente.
Herbert — Não ninguém a maltrata em minha casa todos amam a minha filha, eu e a mãe dela vamos conversar com ela para saber o que tá acontecendo.
A diretora olha para mim dos pés a cabeça e depois da um sorriso mais falso do mundo.
Diretora — Tá bom senhor Cuch.
Ela sorrir praticamente falando com o sorriso "queria ser usada por você Herbert" isso me dá até nojo, essas mulheres oferecidas não sabem se dá valor mesmo.
Finalmente aquela reunião acabou, as crianças estavam todos do lado de fora brincando, mas não vejo a nayna.
— Você tá vendo a nayna?
Herbert — Não, vem vamos perguntar para professora. — Famos até a professora. — Oi professora sol, Cadê a Nayna?
Professora Sol — Oi, ela está na sala não quis vim para fora com as outras crianças. — olho para moça — você deve ser a famosa nova mamãe da nayna?
— Famosa eu não sei, mais sou a nova mamãe dela sim.
Sorrio gentil ela retribue o com o mesmo sorriso e fala.
Professora Sol — A nayna vive falando de você e como você é bonita. Vamos até a sala
Ela nos leva até a sala da nayna, entramos e ela estava lá sentada na cadeirinha dela lanchando sozinha.
— minha rainha por que você está sozinha aqui?
Me aproximo dela e me agacho do seu lado e o Herbert se agacha do outro.
Nayna — Nhão gosto de ficar lá fola com eles.
Herbert — Por que filha? Você adora brincar.
Ela não responde a pergunta, eu e o Herbert nos olhamos preocupados, ela não parece a criança que sempre tá sorrindo dentro de casa.
— quer ir embora filha?
Ela balança a cabeça confirmando
Herbert — Vamos levar ela tá!
Professora Sol — tá bom, sem problemas até amanhã nayna.
Levamos a nayna para o carro e no caminho ela ficou calada. Chegamos na casa e entramos, sentamos ela no sofá para conversar.
— Estou preocupada com você filha, por que está triste? Ontem você estava do mesmo jeito quando fui te busca na creche.
Nayna — Eu quelo muda de escola.
Herbert— por que filha?
Nayna — Porque aquelas crianças da creche nhão gosta de mi... elas fala que sou feia, e sou suja.
— suja? Quem fala isso pra você?
Não gostando nada disso, só pela expressão que o Herbert fez, ele também não estava gostando e queria soca a cara de alguém.
Nayna — Erick e henri, são dois meninos muito mau mamãe, nhao quelo mais ir pala quela escola. — Começo a chorar.
Herbert — Não chora minha rainha, você não é suja tá filha, pelo ao contrário você é muito linda uma obra de arte perfeita, eu vou conversar com os pais deles tá filha, eles vão te pedi desculpas e não vão mais falar essas coisas pra você.
Ele abraça a nayna e fica abraçado com ela, como crianças fazem essa maldade com outra criança? Com certeza os pais não dão educação para esses meninos.
O Herbert cancelou os seus compromissos só para ficar com a nayna. Ele ligou para escola e falou que queria uma reunião com os pais dos dois meninos ainda para hoje, ele ficou com muita raiva por falarem que a nayna era suja.
(Herbert Narrando)
Era de tarde e fui para reunião com os pais dos dois meninos ia tira essa história a limpo, levei a Ravena comigo e a nayna ficou com a avó Carla.
— Ravena se eles falarem qualquer besteira me segura que se não eu faço besteira.
Ravena — tá complicado porque eu já quero fazer besteira, tô muito afim de soca a cara de alguém hoje.
A Ravena assim como eu tava com muita raiva dessa situação.
— Eu decidi, se eles não tomarem uma atitude tiro a nayna dessa creche.
Ravena — Eu apoio com certeza a nossa menina merece amor e não esse racismo que estão fazendo.
Sorrio gostando dessa fala " a nossa menina" eu deveria não aceitar isso, mas acho tão fofo as duas juntas, consigo ver que isso não é fingimento a ravena realmente ama a minha filha como se fosse filha dela.
Chegamos na creche e famos para sala onde os pais dos dois meninos estavam esperando. Os primeiros a fala é ser arrogante e os pais do henri.
Pai do henri — espero que seja algo muito importante para me fazer voltar aqui.
Mãe do henri — Também espero estou atrasada para um compromisso.
Ravena — Se esse compromisso for educado o seu filho você tá mais que atrasada. — Falo arrogante é no mesmo tom que ela.
Mãe do henri — o que você falou, sua ninguém?
— Mas respeito com ela
Falo sério.
Diretora — por favor gente vamos manter a ordem e a calma. Senhor Cuch fale o motivo para pedir essa reunião.
— Bom, hoje a minha filha chegou em casa triste, por que falaram-lhe que ela era suja só por ser morena, e ela falou que foi seus filhos que falaram isso para ela, quero saber que tipo de pais é vocês? Que ensinam os seus filhos falarem coisas tão sem amor para uma criança de três anos.
Mãe do Erick — A sua filha está mentindo o meu filho não falaria nada assim.
Ravena — está chamando a minha filha de mentirosa? A nayna nunca iria mentir sobre algo assim.
Mãe do henri — Oh coisinha fica calada que a conversa é com os pais, e você nem deveria está aqui, porque nem mãe você é da menina.
Ravena — Sou mais mãe que você, pelo menos eu cuido e você que só vive em "salão" e “shopping” tenho certeza que quem cuida do seu filho é os empregados. — falo seria.
E eu que pensei que ela iria ter que segura-me, agora tô vendo é, quem tem que segurar sou eu se não ela pula no pescoço deles.
Pai do Erick — chega disso, olha o meu filho não falaria nada assim para ninguém, mais já que vocês estão falando vamos conversar com ele e se ele realmente falou, eu mesmo vou procurar um castigo para ele, não criei o meu filho para desrespeitar ninguém, principalmente mulher.
— muito obrigado por entender e ser um pai. A minha filha nem quer mais brincar por causa disso, cuidem dos filhos de vocês para que eles não cresçam homens escrotos.
Pai do henri — também vou falar com o henri sobre isso.
Não sinto muito firmeza no que ele fala.
Pai do henri — agora se acabou tenho que ir.
Ele levanta-se e vai embora com a esposa logo em seguida os pais do Erick também vão.
A diretora chega até nós.
Diretora — vou pedir para ficar de olho na nayna e se algo assim acontecer de novo, aviso você imediatamente.
— obrigado diretora. Vamos Ravena.
Seguro na mão dela e saímos da sala.
— achei que você ia pular no pescoço da mãe lá.
Ravena — se ela continuasse a falar merd@ eu ia mesmo, mulherzinha acha que é alguma coisa só por ter dinheiro.
— Adorei a forma que você agiu lá dentro mostrou ser mais mãe que elas.
Sorrio e beijo a bochecha dela que pega no canto da sua boca, vejo ela ficar meia rosada nas bochechas isso me alegra.
Saímos da creche e entramos no carro. Famos para casa, hoje o dia foi bem diferente da rotina que eu costumo ter.
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Atualizado até capítulo 67
Comments
Dayane Nany
empregados pq família nao vi ainda
2024-02-21
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