(Ravena Narrando)
O fim de semana com a nayna e o Herbert foi divertido, tirando a parte que o Herbert me estressou. Parece que ele gosta de ver-me estressada e com raiva da cara dele.
Depois do que fiz na piscina ele não falou, mas comigo assim foi bom, pelo menos eu não fiquei com vontade de soca a cara dele.
Já estava escurecendo quando nós decidimos voltar para casa, amanhã era segunda-feira e a nayna tinha que ir para creche.
Chegamos em casa era umas nove da noite a nayna já estava dormindo na cadeirinha dela dentro do carro, o Herbert a pego no colo e levou ela para o quarto da mesma. Fui para cozinha toma uma água estava com a garganta seca, a Carla e o Paulo não estavam na casa, eles chegariam só no outro dia.
Eu ainda estava surpresa por eles serem um casal, nunca tinha reparado que eles eram casados até porque eles não mostravam carinho amoroso na minha frente. Vou demorar para me acostumar com essa história.
Estava em pé com os cotovelos encontrados no balcão da cozinha, bebendo a minha água quando o Herbert vai entrando na cozinha sem camisa e com uma calça moletom.
(Herbert Narrando)
Entro na cozinha indo direto para geladeira pegar um suco para mim. Coloco o suco num copo e fico bebendo encostado na porta da geladeira que fica atrás da Ravena um metro e meio de distância.
Devo confessar que o bumbum dela é bonito para se admirar, mas lembrei que tô put0 com ela devido à piscina.
Quando falei do beijo sem sal, falei para provocar sabia que ela ficaria com raiva, só não imaginava que essa doida ia reagir daquela forma.
Queria dá, o troco nela para ela ver como era bom ficar excitado.
Então lembrei que os meus pais foram comemorar o aniversário deles de casamento, e a nayna está dormindo então praticamente só está eu e ela na casa.
Um plano muito perverso surgir na minha cabeça.
Me aproximo, mas da Ravena e fico bem atrás dela colocando o meu corpo no dela, a mesma se espanta com a minha aproximação, e fala.
Ravena — se-senhor o que está fazendo?
— te mostrando o quanto gostei do seu beijo na piscina, fiquei o resto do dia pedindo para ter uma chance de ficar assoes com você e aqui estamos né.
Beijo o canto do seu pescoço e depois mordo o lóbulo da sua orelha, vejo os pelinhos do seus braços levantarem, fiquei feliz com a reação dela.
— Você é gostosa Ravena só o gostinho do seu pescoço me deixou excitado.
De uma certa parte isso não foi mentira o que falei, queria fazer ela pagar pelo que fez na piscina, mas vi que vai ser nos dois tomando um banho gelado depois.
Ela fala.
Ravena — Senhor pare com... com isso...
Estava vendo que ela tava controlando a sua respiração, acho que não vai ser difícil deixar ela excitada.
— Infezlimente não consigo Ravena, ainda mas você me chamando de senhor... sente para ver o que você tá fazendo comigo.
Encosto ainda mais nela e impresso ela contra o balcão fazendo a mesma sentir minha erosão que não tava pequena, em sua bund@.
Ravena — Nossa... — mordo os lábios inferior sentindo sua erosão, me deixou excitada — Isso é.... só por causa do do beijo?
— A maior parte sim senhorita Ravena.
Me afasto um pouco dela e a faço virar para mim, seguro nos dois lados da cintura dela e a levanto sentando a mesma no balcão.
Começo a dá selinhos em seu pescoço, e vou passeando as mãos nas suas coxas sem pressa alguma vou subindo as mãos e levando com elas a saia que a Ravena tá vestida o que facilitou ainda mais a minha brincadeira.
Com carinho passo o dedão em cima da sua intimidade que ainda está coberta pela calcinha, o mas gostoso de se ver é a Ravena não me impedindo de nada só pela calcinha molhada já dava para sentir sua completa excitação.
Mordo novamente o lóbulo da sua orelha, e escuto o seu suspiro de tesão, ela tava entregue a mim naquele momento, pensei que se eu deveria mesmo fazer o que estava pensando ou acabar comendo essa preciosa que está chamando pelo, o meu companheiro.
Mais aí lembro que tenho que dá, o troco nela.
Então coloco a mão por dentro da sua calcinha e continuo o carinho, tava difícil me controlar para não ter essa coisa gostosa, melada e quentinha entre as pernas dela.
Continuo o carinho na sua intimidade, faço um chupão em seu pescoço e quando sinto que ela quer soltar o seu orgasmo, paro tudo que eu estava fazendo e me afasto dela, sorrio satisfeito.
— Tenho que ir dormir, boa noite Ravena.
Saio de lá com um sorriso vitorioso nos lábios, e ouvindo os xingamento dela foi o melhor de tudo, ver ela com muita raiva com certeza dela mesma.
Saio da cozinha e vou para o meu quarto, depois do banho bem gelado fui dormir feliz da vida.
(Ravena Narrando)
Estava pronta para jogar o meu primeiro orgasmo aí ele para do nada e sorrir como se tivesse conseguido o que ele queria, isso me deu tanta raiva ele usou meu momento fraco para brincar com a minha cara, comecei a xingar ele.
— Seu Pau no C*, Fudid0, canalhaa.... miserável... seu put0 do caralh0 eu te odeio Herbert..
Ele saia da cozinha sem se abalar pelos meus xingamento o que me deu mais raiva ainda.
Tava put@ com ele e comigo por ter caído na mentira daquele verme.
— aaah que ódio.
Agora eu tô excitada e com ódio pelo mesmo homem.
Bebo um copo cheio de água e vou para o meu quarto e fecho a porta tiro minhas roupas e vou toma um banho gelado para aliviar o tesão.
— Eu vou me vingar Herbert cuch, espere e verá.
Outro dia~
Acordei e como todos os dias acordei a nayna e a ajudei a se arrumar para ir a creche.
E dou graças a Deus que aquele arrombado do Herbert já foi para empresa, tomamos o nosso café e depois a levo para creche.
Como sempre a deixo na porta da creche e espero ela entra na sua sala, depois volto para o carro o Paulo nos leva para casa.
Chego lá vou para cozinha falar com a Carla.
— Oi. Bom dia.
Carla — Oi bom dia, como foi o fim de semana de vocês?
— É para contar tudo?
Carla — Tudinho! cada detalhe.
Respirei fundo e comecei a falar sobre tudo o que aconteceu para Carla, eu e ela viramos boas amigas ela já até sabe dos meus maiores traumas.
Conto tudo para ela.
— E foi isso.
Carla — xocada gente.
Ela fala e depois rir.
— Não rir Carla.
Carla — Desculpa, mas foi engraçado principalmente porque o Herbert se prestou a fazer isso. – Rio de novo e depois falo — Então como vai ser a sua vingança?
— Porvque você acha que vou me vingar?
Carla — Porque eu no seu lugar e qualquer outra mulher se vingaria, se quiser eu te ajudo.
Ela sorrir sacana. Eu sorrio do mesmo jeito.
— Ok fala seu plano.
Ela me conta que ele esqueceu o pasta de documentos dele na mesa e que ele vinha almoçar e pegar a pasta, eu podia fazer um teatro para me vingar dele, uma boa vingança deixa ele excitado e perde uma reunião.
— Adorei o plano.
Carla — Para ficar melhor eu e o Paulo vamos sair de casa e deixa a casa só para vocês.
— Você é perfeita.
Abraço ela, e depois ajudo ela a organizar as coisas e fazer o almoço.
O horário de almoço chego ela e o Paulo saíram e eu fiquei sozinha na casa, fui para o meu quarto tirei as roupas de cima e fiquei só de roupas íntimas.
Escuto barulhos de pegadas vindo do corredor, a porta do meu quarto estava aberta então fingir que estava entrando no banheiro e cair, comecei a berrar como louca.
Escuto a voz dele e ele entrando no meu quarto.
Herbert — Ravena o que aconteceu?
Ele vem até mim e me pega no colo e vai me colocando na cama, Finjo está chorando.
— Eu eu... tava ... indo toma ba-banho e ca..i, aaaiiii tá doendo.
Penso.
'Eu deveria trabalhar como atriz.'
O meu choro foi tal realista que as lágrimas caiam como cachoeira.
Herbert — Aí Ravena calma... vou te levar para o hospital.
— Não, Não precisa.... Um gelinho resolve.
Vou limpando as lágrimas que caíram na minha bochecha, queria rir da cara de preocupado que ele estava fazendo.
Herbert — Tá bom eu vou, eu vou pegar uma bolsinha com gelo tá espera.
Ele se levanta as pressas e sai atrás do gelo, começo a rir bem baixinho, depois paro e fico de cabeça baixa.
Ele volta com a bolsa de gelo e coloca no meu pé aonde eu disse que estava "doendo".
Herbert — Já vai passar, não chora.
Ele fala de um jeitinho carinhoso nem parece o arrombado que me fez dormir toda coberta por causa do banheiro gelado ontem.
— Tá bom.
Herbert — Quer um remédio?
— Não vai precisar, acho que é melhor eu ficar quietinha aqui.
Herbert — Concordo, vou trazer seu almoço para cá tá bom.
Confirmo com a cabeça e me deito na cama eu ainda estava só com roupas íntimas.
Ele volta com uma bandeja com comida e deixa na cama.
O mesmo me pergunta da Carla eu falou que ela foi visita a filha na faculdade e depois ia fazer umas compras para casa, ele não fez mais perguntas e foi almoçar lá em baixo.
Eu comi minha refeição e deixei a bandeja em cima da mesinha perto da cama, e me deito de novo Finjo que estou dormindo.
Escuto ele entrando no quarto me chamando, abro os olhos.
Herbert — Ravena já vou indo, tem certeza que você não quer ir ao hospital?
— Sim tenho, não precisa... só queria uma agulha me perfurando agora, mas acho que ela não vai querer entrar.
Ele me olha sem entender nada. Então começo a segunda parte do plano.
Fico de joelhos na cama, fazendo eu ficar na altura dele vou deslizando as mãos em seu peitoral.
— Passei a noite toda sonhando com você sabia?
Herbert — Não!
Ele fica me olhando.
— Tá sabendo agora senhor, Você poderia me fazer companhia quero tanto sentir suas mãos na minha pepek@ de novo.
Pego a mão dele e levo até a minha intimidade faço a mão dele passa por dentro da calcinha.
Herbert — Ravena....
Ele fecha os olhos quando sente ela quentinha aos poucos ele vai massageando os lábios da minha região íntima.
Vou gemendo baixinho no seu ouvido.
— Ah senhor.. que gostoso aah..
Vou descendo a mão até seu instrumento de prazer, que já está duro isso me faz sorrir perversa.
Afrouxo o sinto de coro da sua calça e desabou ela , coloco seu instrumento para fora da cueca e vou fazendo aquele carinho lento com as mãos.
Aos poucos sinto que ele está se entregando totalmente ao tesão que tá sentindo por mim.
Desço da cama e faço ele sentar, fico de joelhos em sua frente e logo colocando o instrumento dele na minha boca faço leves movimentos de soube e desci dentro da minha boca.
Aqueles gemidos roucos dele tava me deixando ainda mais excitada, mas não podia esquecer que eu só estava me vingando.
Fico fazendo esse carinho com a boca no seu instrumento por uns minutos, quando sinto que ele tá pulsando dentro da minha boca paro e desgrudo ela do seu p@u e me levanto.
— Troco dado senhor.
Rio pego um roupão e visto saio do quarto bem feliz e vou descendo as escadas.
(Herbert Narrando)
Quando ela para e fala isso percebi que cai na mesma armadilha que eu fiz para ela,
Merda mil vezes merdaaa.
— Ravena volta aqui e termina, Ravena não me deixa assimmm.
Me levanto e vou saindo do quarto arrumando as calças e vou atrás dela.
— Ravenaa... volta para quele quarto agora.
Ela se vira e quando ia fala. A Carla chega.
Carla — Oi meus queridos.
Ela entra com várias sacolas nas mãos e o pai Paulo vem com mais logo atrás dela.
Que odiooo da Ravena!
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Atualizado até capítulo 67
Comments
Anonymous
Cuidado nas correções
Não é "EROSÃO" e sim "EREÇÃO"
2023-11-30
0
Ivanilda Andrade
kkkkkkkkkkk,troco dado.Ai doeu emmmmm?
2023-11-17
2
Dora Silva
não aguento esses dois kkkkkk
2023-10-01
2