— Você não contou a Maria? — Nathan perguntou surpreso — Eu havia me esquecido de te contar Maria... — Eloíse abaixou a sua cabeça envergonhada e Nathan soltou uma pequena risada, enquanto Maria apanhava o gelo e o pano — Você é tão fofa! — com os olhos grudados em Nathan, Eloíse sentiu um arrepio na pele ao sentir os dedos de Nathan passarem por sua pele. O contato visual deles acabam, quando Eloíse desvia dele e se afasta.
— Me dê a compressa Maria. Irei cuidar dr Eloíse — ainda em choque Maria entrega as coisas e limpa a sujeira do chão. Nathan vai com Eloíse até a sala e eles se sentam no sofá. — Não precisa! Eu mesmo faço isso — Eu não quero! Eu irei fazer isso por você! — com os olhos semicerrados Eloíse tira da mão de Nathan a compressa de gelo e coloca na sua mão sozinha.
Num movimento rápido Nathan tenta pegar a compressa de gelo, mas Eloíse levanta a mão, deixando a compressa no alto. Como a blusa de Eloíse não era de manga, as suas axilas estavam expostas e com isso, Nathan começa a fazer casquinha na mesma que acaba a soltar os gelos.
— Ei! Isso é golpe baixo! Não vale! — Eu não sabia que havia regras, então usei os meus meios para recuperar a compressa. Agora chega de papo furado — Nathan pega a mão de Eloíse e coloca a compressa em cima da parte vermelha da sua mão — Espero que não fique uma queimadura grave — Não vai ficar, até porque eu sou ótimo cuidando de pacientes — Eloíse apenas revirou os olhos e esperou um pouco mais o tom vermelho sumir.
Depois de alguns minutos Maria volta colocando os pratos na mesa e verificando a mão de Eloíse — Você está bem querida? — Claro Maria. Não tem com o que se preocupar! A minha mão já está ótima — Que bom! Nós ainda temos que conversar mocinha. Você não me contou sobre o seu pacotinho que carrega — Eloíse deixa uma risada escapar, enquanto se senta na cadeira — Está tudo bem Maria, iremos conversar.
Maria sai deixando Nathan e Eloíse sozinhos de novo e em um silêncio agradável — Sábado teremos um almoço com meu avô. Ele quer te conhecer — Tudo bem então — Você tem trabalho amanhã? — Nathan fazia perguntas, enquanto Eloíse apenas comia — Sim... — Você deveria descansar mais, está com um semblante bem cansado — Eu não posso — Por que? Quer que eu fale com a dona? Eu posso resolver isso — Por que de repente?
Nathan a olhou sem entender — Por que de repente está sendo tão legal comigo? — Nathan não a respondeu — Apenas diga! Eu não me choco mais com suas repostas — Vamos apenas comer — Nathan fala já com uma carranca no rosto — Eu realmente não consigo te entender. A alguns dias você estava me agredindo e me chamando de puta, e agora você tenta ser fofo? — a mesa treme ao Nathan bater as suas mãos na mesa
— Sabe de uma coisa, você também estava sendo legal comigo e aí do nada você vem com esse assunto?! Que porra é essa? — A dor estava grande demais para eu discutir com você sobre uma compressa de gelo — Eu realmente tentei ser legal com você, mas parece que não funciona — com uma raiva absorvida, Eloíse se levanta e encara Nathan — Você só deve esta brincando? Você me bate, me chama de puta, me trai e aí depois de tudo isso você quer que eu finja que isso nunca aconteceu e aceite essas suas ações de gentileza?
— Já estou cheia! — Eloíse se levanta e vai para o quarto, deixando Nathan sozinho com seus pensamentos
***Faça o download do NovelToon para desfrutar de uma experiência de leitura melhor!***
Atualizado até capítulo 68
Comments
Edilce Gruber Cruz
Não entendi, no casamento estavam os pais do Nathan e agora nesse capítulo e eles estão mortos.
2024-09-14
1
Diana Áraujo
gostei. autora por favor não deixa ela sofrer mais e nem ninguém fazer o mal a ela e colocar seu senhorzinho no lugar dele pra ele se arrepender
2024-05-24
0
New Biana
Isso aí garota
2024-03-14
0