Quando ele vê a Ana fica bem surpreso.
Detetive Eduardo
— O que faz aqui senhorita Jones?
Ao ver ele ali com uma pergunta tão idiota Ana da uma resposta bem malcriada.
Ana
— Entrei aqui para comprar doces detetive e você?
Detetive Eduardo
— Doces ?
Ana
— Sim, me disseram que as balas daqui são de matar!
O atendente começa a rir mas para no momento em que o detetive olha sério na direção dele .
Detetive Eduardo
— Que engraçadinha , espero que tenha porte para isso, ou então vamos sair daqui direto para a delegacia.
Ana
— Aposto que ia adorar mesmo me manter algemada detetive, mas para o seu azar tenho toda a documentação e também , registros das aulas, precisa que eu te mostre ?
O detetive Eduardo franze o cenho na mesma hora para esconder um pouco seu desconforto para o que ela disse.
Detetive Eduardo
— Na verdade eu quero sim, espero que não esteja planejando fazer nenhuma besteira .
Ana pega toda a documentação e entrega a ele que começa a revisar.
Ana
— Que tipo de besteira detetive? Me matar por exemplo? Não faz o meu estilo.
Detetive Eduardo
— Claro que não, estou falando de tentar encontrar a pessoa que tentou te matar.
Ana
— Ah isso? Me desculpa mas encontrar quem está tentando me matar não é besteira detetive.
Detetive Eduardo
— Isso é trabalho da polícia senhorita Jones!
Ana
— É mesmo ? Então me diga detetive , descobriu algo novo sobre o assassino?
Detetive Eduardo
— Não, mas estamos trabalhando nisso, só...
Ana
— Ah mas é claro que não, e deixa eu ver se adivinho , vocês precisam de mais tempo né?
Detetive Eduardo
— Sim , para fazer um bom trabalho preciso de tempo.
Ana
— Uma pessoa já morreu, quantas mais vão morrer até que vocês tenham tempo suficiente para encontrar esse cretino?
Detetive Eduardo
— Se fizer alga besteira terei que prender você por obstrução.
Ana
— Para isso você precisaria descobrir alguma coisa , mas já sabemos que não é bom nisso né detetive, a única coisa em que se empenhar é perseguir meu pai.
Ana vai até o vendedor faz o pagamento e guarda a arma na bolsa e está saindo da loja quando o detetive segura sua mão.
Detetive Eduardo
— Olha , só para ok? Vai acabar se machucando.
Ana
— E desde quando isso é problema seu? Pensei que por você eu e minha família poderíamos implodir que você ainda aplaudiria.
Detetive Eduardo
— Quero que seu pai pague pelo que fez Ana, mas não quero machucar e nem ver pessoas feridas no processo.
Ana fica surpresa ou ouvir ele , e principalmente com ele a chamando pelo primeiro nome , Eduardo ainda segura a mão dela e quando os dois notam isso se afastam rapidamente .
Ana
— Bom saber que não é uma ameba completa detetive, faça o seu trabalho corretamente e assim não vai ter ninguém ferido , se me der licença tenho que trabalhar, sabe o que é isso ? Acho que não já que sempre nos encontramos.
Ela entra no carro e vai embora e o detetive fica parado ali por algum tempo olhando o carro dela ao longe e depois entra na loja de armas onde ele e Ana acabaram de sair.
Detetive Eduardo
— Eu preciso de uma arma em específico para uso pessoal.
Ele conversa com o vendedor e ele mostra algumas opções ele escolhe a que quer faz o registro e também o pagamento, ele sai e guarda a arma no porta luvas do carro e vai em direção a delegacia . na empresa Ana trabalha o dia todo até que sua secretária entra falando que tem uma ligação urgente mas a pessoa não se identificou, na mesma hora ela não atende até porque depois dos últimos acontecimentos ela está em alerta total e pode ser algo realmente importante.
Ana
— Alô?
Do outro lado da linha uma voz um pouco rouca e modificada começa com um tom ameaçador.
Voz
— Olá bastarda Jones, infelizmente naquela noite acredito que a pessoa errada morreu não é mesmo?
Ana
— Você é o babaca que atirou em mim ? Afinal o que quer?
Nesse momento a Ana coloca o seu celular para gravar a conversa para que assim depois ela consiga descobrir algo sobre esse maluco.
Voz
— O que eu quero? É é bem simples eu quero que o seu pai pague pelo fez.
Ao escutar essas palavras imediatamente Ana lembra do detetive e a obsessão que ele tem com seu pai, então ela continua puxando assunto tentando descobrir mais.
Ana
— E e pelo que meu pai tem que pagar a final? E o que nós temos a ver com isso?
Voz
— O o seu pai sabe o que ele fez, ajude uma fé trairagem e ele vai pagar por isso, e enquanto eu não consigo chegar nele , você , seus irmãos e até mesmo a sua mamãezinha vão sofrer as consequências, afinal deixar uma mulher tão frágil trabalhando até tarde naquele estúdio de música sozinha é algo bem idiota da parte de vocês não acha?
Ele desliga e Ana fica muito nervosa e sai correndo da sala só com o celular e as chaves do carro, sua secretária sem entender grita por ela , que entra no elevador sem nem responder nada , ela desce e entra no carro, faz uma ligação para seu pai.
Ana
— Alô? Pai ?
Sebastian
— Ana ? O que foi ?
Ana
— Está com a mamãe?
Sebastian
— Não, estou com o Jonatas , sua mãe está no estúdio.
Ana
— Precisa ir para lá agora , a mamãe está em perigo.
Sebastian
— O que ?
Sebastian gela naquele momento e Ana só escuta a vó dele falando com o Jonatas .
Sebastian
— Vamos para o estúdio ligue para alguns dos seus homens nos encontrarem lá .
Ana
— Estou a caminho de lá, não deixe ela ...
um estrondo é escutado e então a ligação cai.
Sebastian
— Ana ? Ana ? Alô?
Jonatas
— O que aconteceu ?
Sebastian
— Não sei, vamos até o estúdio e eu tento ligar para ela no caminho.
O que ele não sabia era que Ana por estar nervosa e falando ao telefone ao mesmo tempo acaba sofrendo um acidente e está inconsciente, algumas pessoas por perto começam a se aglomerar em volta dos dois carros envolvidos no acidente e começam a ligar para a emergência, Sebastian tenta falar com a filha mais não consegue e isso o preocupa muito.
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Atualizado até capítulo 100
Comments
Cristiane F silva
Tem mas gente nessa N acho que seja só dois
2025-02-17
0
Eliene Gândara
Certeza é o Diego e o Henrique
2024-06-19
2
Eliene Gândara
Agora com certeza é o Henrique atrás do Heitor
2024-06-18
0