Ele abre a porta e depois fecha e se senta na frente de Dylan .
Detetive
— Senhor Jones, peço sinceras desculpas por como o policial agiu, irei repreende-lo, caso queira receber desculpas dele o trarei aqui.
Dylan
— Não, eu só quero ir para casa .
Detetive
— Claro.
Ele abre a porta para que Dylan saia e ele vai até sua irmã e a Jenny que quando o vê saindo esquece até do profissionalismo e corre para abraça-lo e ele retribui e sorri levemente o que não escapa aos olhos de Ana, que logo depois se aproxima do irmão e bagunça seu cabelo em um carinho de Irmãos.
Ana
— Você está bem ?
Na mesma hora a Jenny se afasta e pede desculpas pela forma que agiu.
Dylan
— Estou bem, foi só um mal entendido.
Jenny
— Não foi só um mal entendido, foi abuso de poder e aquele policial deveria responder pelo que fez .
Ana
— Quem foi o policial ?
Jenny aponta para o policial que abordou e prendeu o Dylan Ana o observa e depois se vira para os dois ali.
Ana
—Bom, vamos sair daqui , Jenny você leva o Dylan para casa e cuida dele.
Dylan
— Não sou criança para que cuidem de mim.
Ana
— Me desculpe, Jenny você faz companhia para meu irmão e não conte nada para nossos pais.
Dylan
— Sim, não podemos falar nada .
Jenny
— Mais se eu não relatar seus pais vão acabar me demitido.
Ana
— Eles vai te demitir se souber que isso aconteceu.
Jenny olha em direção ao Dylan e então confirma.
Ana
— Se principalmente a mamãe descobrir ela vai acabar levando o Dylan para morar com ela de novo, sabe como ela é super protetora.
Dylan
— Ninguém conta nada e tudo certo.
Depois de muito pensar Jenny finalmente concorda e leva o Dylan para casa, quando Ana está para entrar no carro o detetive chama por ela.
Detetive
— Senhorita Jones ?
Ana
— O que você quer agora detetive?
Detetive
— só para que saiba meu nome é Eduardo.
Ana
—Seu nome não me interessa nem um pouco eu só quero que você fique longe da minha família.
Detetive
—E eu só queria te dar um alerta, para tomar cuidado, porque da próxima vez que ameaçar um detetive não vai sair assim da delegacia entendeu?
Ana
— Olha detetive, deve está confundindo alguma coisa, o que eu te disse lá dentro não foi uma ameaça foi um aviso porque eu não preciso fazer nenhuma ameaça, mexa com a minha família de novo e vai descobrir isso.
Detetive
—Você acha mesmo que estou perseguindo sua família não é mesmo?
Ana
—Achar ?? Olha, você deixa isso muito claro apareceu na festa do Heitor agora meu irmão vem parar na delegacia porque um policial disse que ele está chapado por favor né me poupe.
Detetive
— Olha senhorita Jones, eu não tenho nada contra sua família na verdade nenhum de vocês me importa, sobre seu irmão o policial cometeu um equívoco e vai ser repreendido por isso, agora eu só quero chegar em Sebastian Jones porque ele precisa ser punido pelas coisas que fez o meu pai passou toda a carreira dele o investigando e foi chamado de louco.
Ana
—E você acha que jogar o meu pai na cadeia vai conseguir justiça para o seu? Presta atenção detetive ou vai acabar igualzinho ao seu pai perdendo sua carreira e sendo chamado de louco pelos mesmos que te dão um tapinha nas costas por um trabalho bem feito hoje. Isso não vai acabar bem para ninguém.
Assim que Ana está para entrar no carro uma moto passa com um homem todo vestido de preto ele saca uma metralhadora e o Eduardo consegue ver e puxar Ana para o chão bem a tempo quando os tiros começam, o motorista dela que estava de pé abrindo a porta para que ela entrasse foi atingida no pescoço, os barulhos do tiro são quase ensurdecedores e quando Eduardo se levanta para atirar no motoqueiro ele acelera e vai embora.
Ana ao ver o motorista ferido solta sua bolsa e se aproxima dele fazendo pressão em seu pescoço e Eduardo pega o telefone para chamar uma ambulância os policiais saem da delegacia todos preparados e armados mas toda ação já acabou e ninguém entende o que aconteceu o carro de Ana está completamente destruído.
Ana
— Aguenta firme ok?
Ela fala para o motorista que não para de sangra, o detetive então afasta e ele mesmo começa a fazer pressão no ferimento mas o motorista não resiste e acaba morrendo antes que a ambulância chegue, É só então quando que Ana também está com o braço sangrando alguns estilhaço deve ter batido no seu braço quando ele a puxou para o chão.
Detetive
—Preciso levar você para um hospital está sangrando.
Ana
—Eu estou bem.
Ana diz isso, mas está tremendo o que aconteceu foi muito rápido e muito louco ela ainda não consegue entender, e ela se sente mal ao olhar para o motorista morto ali ao seu lado e se sentir aliviada porque seu irmão não estava por perto quando tudo aconteceu, ele saiu dali antes dela.
Policial
— Alguém realmente tentou atacar uma delegacia?
Detetive
— Eu não acho que a delegacia era o alvo deles .
O detetive olha para Ana que está com seus olhos assustados ainda tentando entender a situação.
Ana
— Espera, você está mesmo achando que eles tentaram me matar?
Detetive
— Me diz você senhorita Jones, temos um homem morto aqui e os disparados foram na sua direção, no seu carro, quem iria te querer morta??
Ana
— Tirando você detetive? Acho que mais ninguém.
Detetive
— Se não vai colaborar com a polícia, deveria usar a fortuna da sua família para contratar seguranças, acho que vai precisar, por que acho que isso foi só um aviso.
A ambulância chega e acaba levando Ana para o hospital pois ela precisa tomar pontos e o detetive faz um boletim de ocorrência e o motorista levado também , Ana Então resolve ligar para o seu pai, para contar o que aconteceu e também porque ela ficou completamente apavorada com aquela situação.
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Atualizado até capítulo 100
Comments
Hilda Souza
Ou Henrique.
2025-01-14
0
Eliene Gândara
Será que sobrou alguém da turma do JP?
2024-06-15
0
Celma Rodrigues
Tentaram matar.Ana na frente da delegacia. Sebastian vai ficar louco com isso.
2024-06-06
2