Detetive
— Eu tenho provas.
Ana
— Se realmente as tivesse não estaria aqui como um urubu cercando minha família, estaria levando meu pai preso como tanto quer, o motivo por qual não está, é por que não tem prova nenhuma e só está me fazendo perder tempo, se me der licença tenho mais o que fazer.
Ana entra no carro e acelera, Heitor que estava saindo logo depois viu ele encarando o carro da Ana .
Heitor
— O que está fazendo?
Detetive
— Olá senhor Jones, festa incrível.
Heitor
— Por que estava encarando o carro da minha irmã? A conhece ?
Detetive
— Ah sim eu conheço bem a sua família.
Heitor
— Que bom, então sabe que não deve se meter com a gente, se eu vir você perto da minha irmã, não serei tão gentil.
Os olhos frios que Heitor herdou de seu pai faz o detetive dar um passo atrás e Heitor da um sorriso e vai em direção ao seu carro.
Detetive
— Essa família só tem loucos.
Ele também entra no carro e vai embora , ao chega em casa Ana tira seu salto alto e vai até a geladeira pega um copo de água toma e vai em direção ao quarto perdendo o cabelo e removendo o vestido, ela entra para se refrescar e depois coloca o seu pijama indo para cama Ela antes de dormir da uma verifica em seus e-mails responde alguns e depois vai se deitar, ali ela fica pensando no que o tal detetive disse, e no seu pai que não quer se livrar da Helena que permanece presa no casarão por todos esses anos, muita coisa aconteceu a polícia e até mesmo a sua mãe e seu avo já haviam dado a helena como morta. Então cada dia que ela era mantida lá só iria trazer mais problemas, se o seu pai estava com medo do que sua mãe faria se descobrisse. Ela iria precisar resolver por conta própria, ou se não a família deles seria arrastada para o fundo do poço, e ela não poderia permitir que isso aconteça.
Por fim o cansaço a vence e ela caba pegando no sono, na manhã seguinte ela se levanta bem cedo e começa a se preparar para o trabalho, mas sua campainha toca , quando ela chega para abrir da de cara com o seu pai.
Sebastian
— Oi, Ana bom dia.
Ana
—Pai? O que faz aqui tão cedo?
Sebastian
—Eu estive pensando no que você disse ontem sobre o tal detetive e sobre ele estar investigando a nossa família e você tem razão, está na hora de resolver as pontas soltas.
Ana
—Que bom que pensa assim pai , se esse detetive sentir o cheiro de coisa errada ele não vai parar.
Sebastian
— Sim, espero que não tenha tomado café.
Ana
— Eu não entendi.
Sebastian
— Você vem comigo.
Ela arqueia uma sombrancelha para o pai e o encara bem séria .
Sebastian
— Odeio quando faz isso, sua mãe sempre faz isso quando está brava comigo.
Ana
— Sabe que eu preciso ir para empresa né?
Sebastian
— Acho que isso é mais importante.
Ana
— Pode resolver isso sozinho pai , afinal é um problema do seu passado.
Sebastian
— A Helena não é um problema é uma praga , ela matou a Virgínia e fez de tudo para matar a Ingrid , ela é louca .
Ana
— Todos nós somos, no final das contas.
Sebastian
— Não como ela, nunca ! Vamos eu quero estar em casa para almoçar com a sua mãe, sabe como ela fica quando não cumprimos nossas promessas.
Ana
— Nem me fale, vou pegar minha bolsa .
Eles saem e vão em direção ao casarão, quando chegam são recebidos pela mesma empregada que trabalha lá a mais de 20 anos .
Funcionária
— Senhor Jones.
Sebastian
— Não vamos demorar.
Funcionária
— Entendo senhor .
Ela sai e os dois descem até o porão.
Helena
— Hora voltou tão cedo sua idiota ?
Sebastian
— A mesma arrogância de sempre.
Helena
— Ah ! É você cunhado? Não sabia que viria me ver , já faz muito tempo.
Ao escutar o salto no piso e o perfume mais adocicado ela diz.
Helena
— Ah, não me diga que dessa vez trouxe minha irmã para me ver ?
Ana
— Desculpa te decepcionar titia pisicopata .
Helena
— Ah Ana não é? Da última vez que veio me ver era só uma garotinha assustada querendo me matar pelo que fiz com a sua mãe patética.
Ana da um passo a frente mas é barrada pelo seu pai.
Sebastian
— Não caia na provocação dela .
Helena
— ha ha ha ha ha, sempre tão previsíveis, aí eu adoro a visita de vocês sabia? Torna minha vida sem graça nessa posilga um pouco divertida .
Sebastian pega um pequeno canivete no bolso em um movimento fluído ele atravessa a carótida de Helena , quando ele puxa a lâmina um esguicho de sangue voa na calça e no salto de Ana que leva a mão a boca muito surpresa .
Sebastian
— Essa vai ser a última vez que vamos nos ver.
Helena
— Arrrrhhh ..
Sebastian
— Nos vemos nos inferno.
Helena vai ali sangrando e Ana segura a vontade de vomitar ao ver uma poça de sangue se formar abaixo dela .
Sebastian
— Respira fundo querida, as vezes precisamos sujar nossas mãos e você precisa ser forte, você está a frente da empresa e muitos problemas vão surgir , meu passado sempre vai ter algo para nós persiguir e seus irmãos não estão prontos para isso.
Ana
— Pai.
Sebastian
— Sei que te previono demais desde que era nova mas faço isso por que sei que é forte e que vai conseguir.
Ana confirma com a cabeça e ajuda o seu pai a levar Helena até um buraco que estava preparado a vários anos, mas nunca teve coragem de terminar o serviço por medo de que a Ingrid não o perdoasse, após jogar ela ali dentro Ana se afasta , não podendo mas conter sua ânsia. Sebastian usa uma betoneira para preparar o concreto , enquanto Ana tenta recuperar o fôlego, sua respiração ofegante a tontura, ela fecha os olhos e tenta se concentrar , focar sua atenção no que é preciso .
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Atualizado até capítulo 100
Comments
Denise Sousa
Autora vc é top demais!!!!
2025-03-20
0
Luzia aparecida Araújo
Uma surpresa e tanto Helena viva! 😱😱😱😱
2025-01-09
1
Maria Pinheiro
Fiquei surpresa de ver Helena falando!! Sebastian não tinha mandado o JP chefe da gang cortar fora a língua dela ?? 🤔
2024-09-24
2