Ana
— Não pai eu quero ir sozinho isso vai me dar um tempo para pensar.
Sebastian
—Tudo bem só tome cuidado e qualquer coisa me ligue na mesma hora entendeu?
Ana
— Pode deixar pai eu vou ficar bem não se preocupe, mãe eu sei que está chateada e tudo mais só espero que você entenda os meus motivos e porque eu tive que fazer isso e por favor por mais que esteja chateado não desconte no papai.
Ingrid se aproxima de Ana e abraça forte e mais uma vez sussurra para sua filha um pedido de perdão pelo tapa Ana beija a testa de sua mãe e diz que tudo vai ficar bem e logo depois sai. Assim que a porta se fecha Sebastian se vira para Ingrid e diz;
Sebastian
— Por mais que estivesse chateada eu acho que não precisava ter batido nela.
Ingrid
— Acha mesmo que eu queria bater na minha filha aquilo foi um ato impensado porque eu estava muito chateada e eu sei que a Ana não fez o que ela disse ter feito.
Sebastian
— Se você sabe que ela não fez então porque bateu?
Ingrid
—Tudo estava flor da pele vê ela falando aquelas coisas e mentindo para te proteger e ver você permitindo só para se safar me deixou furiosa.
Sebastian
— Sei que deve estar furiosa comigo, mas eu não pedi para que ela mentisse ela fez isso achando que você não me perdoaria se soubesse, mesmo que possa parecer cruel e que isso faça você me odiar eu não me arrependo nem um pouco depois de tudo que ela fez morrer foi a saída fácil para ela.
Ingrid
— Você não entende Sebastian, fazendo isso nos tornamos pior do que ela, a julgamos por tudo que ela fez e aí você pega e faz a mesma coisa?
Sebastian
—Já chega disso, eu te amo e sempre amei a sua bondade mas agora só está sendo ingênua para sermos se quer parecidos com elas deveríamos atacar pessoas inocentes eu só limpei a escória, eu vou ficar no quarto de hóspede hoje porque parece que você precisa de um tempo para pensar em tudo, espero que amanhã de cabeça fria você possa finalmente entender que essa era a única saída nossa melhor opção.
Sebastian se aproxima e dá um beijo na testa de Ingrid e vai em direção ao quarto de hóspede. longe dali Ana que estava dentro de um táxi a caminho de casa no último segundo pede para o motorista mudar a rota e o carro para na frente da delegacia ela paga e desce. seu carro ainda cheio de marcas de tiro está parado na frente da delegacia alguns policiais ali na frente a observam quando ela se aproxima.
Policial
—Ei moça o que tá fazendo? Precisa de ajuda? Não pode se aproximar daqui é uma cena de crime.
Ana
— Eu sei afinal é o meu carro parado aí.
Os policiais ficam sem entender e a Ana observa a cena porque ela também está tentando entender tudo o que aconteceu naquele momento ela tenta reconstruir tudo em sua cabeça, vendo se consegue se lembrar de algo que ela possa ter deixado passar. Só que quanto mais ela pensa no que aconteceu e nos detalhes mas assustada ela fica e ela odeia se sentir vulnerável, sentir medo e saber que a sua família está em risco só aumenta a sua raiva por se sentir fraca. Ela está perdida em pensamentos quando sente alguém tocar o seu ombro o susto é inevitável naquele momento.
Detetive Eduardo
— O que está fazendo aqui senhorita Jones?
Ana
— Você me assustou precisava chegar de mansinho assim?
Detetive Eduardo
— Eu não cheguei , e não respondeu à minha pergunta o que está fazendo aqui afinal ? Depois do que passou pensei que estaria em casa ou pelo menos cercado de segurança nesse momento.
Ana
— Pensou que eu estaria em casa chorando apavorado? Desculpa mas não faz o meu estilo!
Por fora ela parecia muito confiante dizendo aquilo até porque ela não queria mostrar fraqueza na frente do homem que estava perseguindo o seu pai.
Ana
— Eu vim até aqui na intenção de tentar lembrar de alguma coisa que eu possa ter deixado passar naquele momento.
Detetive Eduardo
— E você conseguiu lembrar de algo?
Ana
—Não.
Detetive Eduardo
— E se tivesse lembrado iria me falar??
Ana
— Não!
Detetive Eduardo
— Claro que não isso não me surpreende afinal você é filha de um...
Ele estava prestes a chamar Sebastian de bandido, mas para segundos antes ao ver o olhar furioso de Ana em sua direção.
Detetive Eduardo
— Você e seus irmãos herdaram esses mesmos olhos frios daquele homem.
Ana
— Detetive eu já disse várias vezes para não se meter com a minha família, mas acho que você não está levando o meu alerta muito a sério. a prisão do meu irmão , o ataque eu não consigo tirar a sensação de que você está por trás disso.
detetive Eduardo
—Você só pode estar brincando não é mesmo?
Ana
— Não! Você não acha bem conveniente meu irmão ser preso por um absurdo como a prisão dele foi? A intenção era que meu pai tivesse aqui ao invés de mim foi por isso que me protegeu não conseguiria arcar com as consequências.
Detetive Eduardo
—Não sabe quão errada você está senhorita Jones, se eu quisesse seu pai morto eu teria feito isso há bem mais tempo. Não me tornei um policial para me tornar um justiceiro eu vou levar o seu pai para a prisão porque lá é o lugar dele , por que é o certo a se fazer.
Ana
— Se é um homem tão justo assim deveria estar correndo atrás da pessoa que está tentando nos matar detetive porque essa pessoa sim merece estar atrás das grades você não concorda?
Detetive Eduardo
— E o que você acha que eu estou fazendo?? Só espero que nem você nem ninguém da sua família se meta nisso e tente interferir nas investigações ou então vão pagar as consequências.
Ana
— Interferir? Não detetive, não vamos fazer isso, nós queremos descobrir quem é essa pessoa mais do que você.
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Atualizado até capítulo 100
Comments
Celma Rodrigues
Eduardo e Ana sai faísca pra todo lado kkkkk Eta que vai der uma paixão avassaladora kkkkkkkk
2024-06-06
2
marciamattos mattos
nossa a Ingrid me surpreendeu
2024-04-10
3
Ediane Santos Araújo
esse André parece um cachorrinho atrás dela
2024-03-28
2