Capítulo 15
**Primeira vez na casa de Ana**
Meredith
Deixei a chave do carro de Rafaela na portaria. E dormi cedo no domingo tentei não pensar em tudo o que aconteceu, na minha mente fica o pensamento "Ana tem a idade de minha filha", farei por ela tudo que eu faria pela minha filha.
Não pense tanto Meri só faça ok. Graças a Deus peguei logo no sono praia cansa.
Pela manhã me arrumei e fui para escola, vesti uma calça jeans, camisa branca e sapatilhas. Na escola usamos avental.
Fiquei surpresa quando de manhã vi Bruce na escola, pois ele disse que não podia trazer a filha na escola, o vi na secretaria.
Bruce levou Ana até a sala hoje ela está sorridente.
-- Srta. Meredith eu autorizei a Ana sair com você dá escola.
-- Ah sim eu a levo.
-- As cozinheiras já estão orientadas para que a Srta. almoce com Ana.
-- Obrigada!
Nem discuto com esse homem, não vai adiantar. Ele me manda o endereço de sua casa e em seguida deixa a escola.
O homem já estava lindo e cheiroso logo pela manhã. Jussara da porta de sua sala me faz sinal para limpar a baba. Palhaça mexo os lábios sem soltar som.
Começamos a aula, a manhã correu tranquila e Ana esteve mais presente na aula, se desligou sim, mas por pouco tempo Ana consegue fugir da realidade. E faz muito isso em sala de aula.
Minha sorte é Ana sentar de frente comigo então posso chamá-la sem a expor. -- Pequena presta atenção aqui. E então ela volta.
No intervalo sou chamada na diretoria e sou questionada por dar aulas particulares para Ana.
-- Sra. Magda não consegui dizer não.
-- É que pode ficar cansativo para ela. Por já te ver na escola.
-- Foi o que eu disse, mas o pai quer tentar.
-- Tudo bem, mas fique de olho nisso.
-- Estarei. Digo saindo da sala.
Na hora da saída, Ana me espera na sala de aula e após eu terminar de guardar tudo vamos para o meu carro.
-- É muito legal sair com a professora da escola.
-- Você gosta né mocinha.
Ana ri sapeca.
Coloco uma música e seguimos cantando para a casa dela. Não foi difícil achar já que é o único condomínio de luxo da cidade. Meu carro já estava autorizado a entrar. -- Assim que eu gosto agilidade.
Na porta da casa tinha duas senhoras mal encaradas.
-- Boa tarde!
-- Boa tarde!
-- Ana vai guardar a sua mochila e venha almoçar.
Uma senhora diz grossa.
Eu acompanho Ana, entrando na casa sem me intimidar.
-- É assim que a senhora faz quando Ana chega? Qual a sua função?
-- Sou a babá.
-- Me mostre o seu quarto Ana.
Ana me levou até o quarto a mulher quis vir atrás, mas com um sinal de mão a impedi.
-- Querida você está suada, precisa de um banho para depois almoçar.
-- Pro a srta. me ajuda?
-- Ajudo sim.
Deixo a porta do banheiro do quarto de Ana aberta é uma suíte vejo que bons shampoos a menina têm, mas não sabe usar. Tiro a minha sapatilha e enrolo minha calça ajudo Ana a tirar a roupa.
Lavo seu cabelo como sempre quis lavar e depois hidrato, o meu coração para quando vejo que Ana tem uma mancha no braço como a minha e como a minha filha, e depois noto uma na barriga como minha filha tem eu não estou louca, lembro de cada detalhe da minha menina, imediatamente meus olhos se enchem de lágrimas por sorte Ana está de olhinhos fechados. Me controlo. Preciso pensar investigar, mas não é possível outra menina de sete anos com as manchas de nascença como a minha menina.
Espera o sorriso de Ana é igual ao da minha mãe, vitamina de morango...
-- O que foi pro?
Ana pergunta quando vê que chorei.
-- Nada querida espirrou shampoo em meus olhos acredita.
-- Ah.
Seco Ana e enfim limpo as suas orelhinhas.
Ana desce cheirosa e arrumada para almoçar, seu pai está na mesa. Com a cara nada boa.
-- Boa tarde!
-- Boa tarde!
-- Papai veio almoçar em casa.
-- Vim resolver uma coisa.
-- A pro me deu banho papai.
-- Você está linda e cheirosa filha.
-- Obrigada papai.
-- Obrigada srta. sei que está não é a sua função. Realmente a babá está deixando a desejar.
-- Precisamos conversar sobre isso, ela foi grossa com Ana se é assim na minha frente e nunca me viu, imagina sozinha.
Almoçamos com a Ana e Bruce estava bem bravo, mexia no celular em todo o tempo.
Quando Bruce se levantou eu vi as pernas dele e tive flashs da primeira vez que o vi mesmo usando máscara das pernas me lembro e também da voz. -- É ele o mascarado.
-- O que foi senhorita? Está branca como um papel.
Eu não consigo falar pois agora tenho ainda mais certeza.
-- Filha vai chamar a enfermeira da sua mãe.
Mãe?? Eu sou a mãe dela. Penso
Chega à mulher e mede a minha pressão. Ouço tudo muito longe.
-- Senhor a pressão dela caiu nada grave, mas ela precisa se deitar para recuperar-se.
Bruce me pega no colo e me deita em um quarto.
-- Aqui você pode descansar é um quarto de hospedes. Ficou nervosa com a babá? Eu vou demiti-la.
-- Não sei o que foi.
Sinto Ana subir na cama e a abraço.
-- Descansem vocês duas, deixem a aula para depois ou para amanhã.
-- Fica comigo?
Digo para Ana.
Ela faz que sim com a cabecinha e se deita perto de mim.
Preciso me segurar para não a encher de beijos. E dizer que esperei muito tempo por isso eu tinha certeza que não passaria a vida sem reencontrá-la.
-- Fiquem aí, filha o papai está no escritório.
-- Bruce. Digo baixo
-- Oi.
-- Você não vai mais trabalhar hoje?
-- Não, ficarei sem babá.
-- Eu fico com ela se quiser.
-- Mas você disse que tem que preparar as aulas de amanhã.
-- Só preciso de um computador eu preparo daqui.
-- Então vou aceitar, tenho uma reunião muito importante com empresários de outro país vieram só pra isso.
-- Pode ir.
-- Vou deixar meu notebook pessoal com você.
-- Obrigada.
-- A senha é a data de nascimento da Ana. Pergunta pra ela ok.
-- Obrigada.
-- Ele volta com o notebook e deixa na mesinha de cabeceira.
-- Ana já dormiu, com essa conversinha nossa.
Bruce sai do quarto ligo o notebook digito a senha e o computador destrava.
Se eu precisava de certezas agora tive. Sozinha, com Ana dormindo me entrego ao choro que eu estava segurando. Eu a encontrei, não posso dizer quem sou, mas a encontrei a beijo enquanto ela dorme. No computador de Bruce vejo fotos de Ana bebê dela maior. Gravações de aniversários, da primeira papinha, dela no chão brincando. Inacreditável...
Continua.
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Atualizado até capítulo 102
Comments
Léia Cardoso
infelizmente, ela foi barriga de aluguel..
2025-02-11
0
Carleuza Almeida
👏👏👏👏🥺🥺🥺
2025-02-01
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Dilma Candida De Miranda Dilminha
sua história é maravilhosa nos mostra que o amor quando é sincero e puro um dia se encontra, parabéns.
2024-12-27
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