Saímos de onde estávamos, voltei para o sofá, Nick foi buscar a minha bebida. Ao voltar me entregou o copo na minha mão, peguei a minha bebida e voltei a dançar. Nada mais aconteceu, um tempo depois eu fui para minha casa, Nick até tentou me levar até a minha casa, mas eu recusei, falei que já havia chamado um Uber. Em casa, fui para o meu quarto, deitei na cama e capotei.
Nick Joni
Passei quase a noite toda implorando para Mariana ir comigo até um lugar mais reservado, mas ela se negou, eu queria muito foder com ela, o meu mastro já estava doendo de tão duro. A noite não passou disso, beijos e amassos, a Mariana acabou com o meu ego. Eu dispensei a Natália, que era a minha foda certa para ficar com a Mariana, que só me instigou.
Na hora de ir embora me ofereci para levá-la em casa, mas ela não aceitou, preferiu ir de Uber.
Fiquei esperando o Uber dela chegar. E assim que chegou, Mariana se despediu de mim com um selinho, enquanto ela caminhava até o Uber, foi inevitável não ficar olhando para bunda gostosa e empinada dela. Mariana entrou e mandou um beijo no ar para mim. Fui para a minha casa, já eram quase 2 horas da manhã, eu ainda estava com uma vontade do caralho de comer uma cona, e indo para o meu quarto, ao passar em frente o quarto onde a Estela dormia, parei ao perceber que a porta estava entre aberta, fiquei pensando no jeito que ela me olhou hoje mais cedo, em como ela estava me querendo. Estela deve ainda estar cheia de fogo, acho que eu vou entrar nesse quarto e apagar esse nosso fogo.
“É melhor não, a coitada da Estela já é gamada em mim, depois vou me arrepender.”
Quando eu ia saindo, Estela apareceu na porta, me olhou sonolenta.
— Você quer entrar? — falou abrindo a porta completamente.
— É melhor não, Estela. — falei passando a mão no meu rosto.
Estela então tirou a camisola, que estava vestida, deixando os seus seios pequenos e durinhos amostra, que tentação... Não resisti e fui para cima dela, comecei a beijá-la loucamente.
Joguei ela na cama, e chupei os seus seios, Estela gemia alto, ela abriu a minha calça jeans, enfiou a sua mão dentro e tirou para fora o meu mastro completamente duro, fui passando as minhas mãos por cada centímetro do corpo dela, e a todo momento Estela se arrepiava e gemia a cada toque meu.
— Não devíamos, Estela. Isso é um erro.
“Não devia mesmo, mas parar estava cada vez mais difícil, que mulher gostosa!”
— Faz amor comigo, Joni? — pediu entre gemidos.
Enfiei a minha mão dentro da sua calcinha, e vi que ela já estava toda molhada, coloquei o meu dedo no seu clitóris e fui massageando o mesmo, os seus gemidos foram se intensificando. Estela me arranhava enquanto eu dava prazer à ela, desci os meus dedos para a entrada da sua cona, e enfiei dois dedos, ela parou de gemer e me olhou, parecia incomodada.
— Tá tudo bem? — perguntei tirando os meus dedos de dentro dela.
Estela concordou com a cabeça depois voltou a me beijar.
— Faz amor comigo, Joni? — sussurrou entre o nosso beijo.
— Estela, é melhor não. — eu me afastei dela.
“Caralho! Que vontade louca de fazer amor com essa mulher!”
— Por que não, Joni? Eu sou sua. Eu sou sua mulher.
— Não, Estela. Isso tudo é uma grande mentira. Esse casamento é uma mentira! Sabe por que eu estou assim? Porque não consegui comer a outra na rua, só por isso. — saí imediatamente do quarto dela.
Isso não deixava de ser verdade, mas eu só falei para deixá-la mal, e fazê-la desistir de ir adiante comigo. Mas confesso que eu queria muito atender ao seu pedido, foder muito com ela a noite toda.
Entrei no meu quarto cheio de ódio, peguei um porta-retratos que estava em cima do criado mudo e joguei na parede.
Que raiva de mim por estar desejando loucamente essa maldita da Estela, que raiva, por ter gostado de navegar pelo corpo dela, que raiva por ter achado ela uma tremenda gostosa.
Tirei a minha roupa e fui para o banheiro, liguei o chuveiro e deixei a água quente escorrendo pelo o meu corpo. Ao sair do banho, peguei uma cueca na gaveta, vesti e fui me deitar.
Acordei no dia seguinte com o despertador do meu celular, desliguei e fiquei um pouco deitado, ouvi batidas na porta do meu quarto, me levantei e fui abrir.
— Você ainda está assim? — falou com o seu olhar fixado no meu amigo, que estava super ativo.
— Marquei algum compromisso com você? — perguntei indo até o banheiro tirar água do joelho.
— Precisamos ir na DMdeco hoje.
— Eu não vou. — falei saindo do banheiro.
— Você vai sim. — disse olhando para o meu corpo semi nu.
— Eu não quero ir. — falei seriamente olhando para ela.
— Te espero lá embaixo.
Ela foi saindo, me aproximei e a segurei forte no braço.
— Escuta aqui caralho, nunca mais você se oferece daquele jeito pra mim. — olhei com a expressão séria para ela.
— Foi você que me procurou. — disse puxando o braço, saindo em seguida do quarto.
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Atualizado até capítulo 80
Comments
Odila Costa
MAIS MAIS MAIS MAIS MAIS MAIS
2022-12-28
4
Solange Lopes
mais capítulos por favor
2022-04-21
2