August no dia seguinte foi ver se ela havia morrido e se tinha muita coisa para que ele limpasse naquela cabana.
ele veio pelo seu caminho habitual pela lateral da cabana quase por trás e apenas quando chegou a frente da porta notou o rastro de sangue, ele não se lembrava de haver nenhum bicho grande o suficiente pra arrastar e comer um corpo humano naquele bosque, então ele começou a seguir o rastro até chegar ao local que ficava bem ao lado do estacionamento do hospital aquilo o preocupa.
ele segue até lá e vai a recepção.
-oi, senhorita, você poderia me dizer se hoje chegou algum caso extraordinário ou algo digno dos jornais?
-senhor não temos autorização para divulgar nada de nenhum paciente. por favor peço que procure manchetes em outro lugar, esta atrapalhando os paciente na hora de dar entrada.
- claro.
ele sai e tenta vasculhar os corredores e leitos sem notar o quadro de cirurgia com uma desconhecida em cirurgia a mais de doze horas e ele não viu ela em nenhum lugar daquele hospital que ele tenha visto e aquilo o acalmou porém resolve voltar a cabana e limpar até que não possam mais seguir seus rastros até a ele.
porém a neve que possuía o sangue perto do hospital não poderia ser retirada pois já havia sido vista de acordo com as pegadas que viu lá antes ele pensou por um momento antes de resolver acabar com a metade do rastro que levava até a cabana.
com metade do caminho apagado e a cabana totalmente estéril a única coisa que ele precisava fazer era encontrar o corpo e dizer a mãe dele que ela não resistiu ao aborto e ele resolveu enterra-la.
ele começa a fingir o choro então liga
- mãe, ela... ela não conseguiu, mãe eu a perdi também.
-ela optou pelo aborto. mas havia tanto sangue, ela pareceu dormir, e... mãe eu a deixei só, pensei que ela iria querer descansar... mãe a culpa é minha - fingi um acesso de choro.- eu devia ter levado ela ao hospital.
-mas mãe.
-não eu faço isso.
-eu vou me sentir melhor se... se conseguir enterrar, mãe... me desculpa te envolver nisso.
-obrigada mãe.
ele desliga e sorri.
ele olha em volta e dá mais uma verificada e para ter certeza esteriliza o local.
-oi Angela, tá livre agora?
-tava pensando em sairmos para nos divertir, mas não vale tentar fazer ciúmes no meu irmão.
-ele sabe?
-como assim?
-você não conseguiu se aguentar?tinha que contar a ele? você sabia que eu tinha que contar a ele, ele já me odeia por causa da Sarah, agora ele vai pensar o que? meu Deus.
ele desliga com raiva joga o celular longe.
-merda parece que hoje tá dando tudo errado.
ele respira e vai buscar o celular, vai embora e andando vinte minutos chega ao seu carro entra e vai embora.
na delegacia...
- merda ele desligou na minha cara.
disse Angela indignada olhando a tela
-eu disse a você para não se meter entre esses dois eles se odeiam profundamente. -disse Ricardo.- deixe eu ir parece que encontraram uma mulher ferida, parece violência doméstica, ou algo do tipo vou ficar esperanto o relatório de Nicolas.
ela vira e diz
- boa sorte, espero que ela queira denunciar, elas quase nunca denunciam.
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Atualizado até capítulo 50
Comments
Eunice Bispo Nascimento
ufa até que enfim por enquanto ela ainda corre perigo na torcida vai dar tudo certo
2024-11-25
0
Alice Miesse
ele não pode encontrar com ela
2024-12-26
1
Luys Fernando Ceni
parabéns Karol ficou muito bom
2021-12-11
8