ela vê o comprador entrando, ele a olha e sorri.
- você fugiu
-me solta, eu quero voltar pra minha casa.
- você não vai a lugar nenhum, você está em casa, você é minha.
-eu não sou de ninguém, me tira daqui.- ela fala se debatendo na cama.
ele sorri, vai até ela e toca seu corpo, é quando ela percebe que está completamente nua, ela tenta fechar as pernas mas percebe que estão amarradas a uma barra de ferro que as separavam, ele segurou a barra e a virou Rebecah caiu deitada de bruços as algemas em seus pulso rasgaram sua pele e ela gritou com medo e dor, ela tentou se encolher e fazer alguma coisa para estar menos exposta, mas ele era mais forte, e ela o sentiu penetrando e o desespero aumentava cada estocada, o choro dela era o único barulho que se podia ouvir do lado de fora, e quanto mais ela chorava mais ele a batia e se excitava.
horas se passam até que ele se cansa ela porém já havia desfalecido a muito tempo ele a vira a limpa tira as algemas quando liga pra alguém.
- mãe encontrei uma garota machucada vou precisar de suprimento médico, mas mãe não conta ao meu irmão sabe que ele não gosta de mim.
- não se preocupe eu mando o taxi.
dez minutos se passam e ela chega então coloca a garota no soro, limpa seus ferimentos e faz todo o atendimento de primeiros socorros, e deixa tudo certo pra que o acesso venoso seja fácil e rápido. deixa vitaminas e outras drogas sintéticas pra uso medicamentoso, além de várias bolsas de soro, ela também fez a coleta de sangue para vários exames então se despediu dizendo
-filho não quer mesmo que a leve para o hospital você já tem tanta coisa pra fazer.
-mãe ela se parece com a Sarah, eu preciso cuidar dela.
- eu entendo filho, sua esposa, você está de luto por ela precisa ajudar.
- obrigada mãe.
ela vai embora, ele volta pra dentro e pega o sedativo e aplica.
- você vai dormir mais um pouco.
então ele a amarra novamente e vai embora.
já no outro dia ela acorda e ainda grogue vê que ele está em cima dela. ela tenta se mexer mas seu corpo ainda tá muito pesado do sedativo, mas ao olhar para o lado ela vê uma tala que não permite ela mexer um dos braços, vê o soro e tenta puxar depois de algumas tentativa ela consegue e derruba o cavalete que segura o soro em seu abusador que com a dor se enfurece e após colocar mais sedativo no acesso venoso a bate até sua raiva passar e depois continua o ato. uma lágrima escorre em seu rosto e ela apaga novamente, ele faz os primeiros socorros depois de limpa-la.
ele olha o trabalho feito e sorri, sua mãe chega com os resultados dos exames e mais suprimentos e diz
-ela ainda não acordou?
-não mãe, o que ela tem ?
-ela sofreu um trauma aparentemente físico e mental, mas só posso afirmar com clareza se ela fizer exames mais profundos.
- não, eu não quero tirar ela daqui mãe, ela parece a Sarah.
-ok filho, nós vamos dar um jeito. por hora devemos lhe dar os nutrientes que o corpo dela precisa e esperar ver se ela acorda.
- obrigada mãe.
ela aplica toda a medicação necessária e vai embora. ele aplica mais um sedativo e vai também.
cabana
quarto cabana
( **só que com as paredes de madeira)
instrumento usado nas pernas**
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Atualizado até capítulo 50
Comments
Alice Miesse
o doente e ele credo esse cara e louco
2024-12-25
1
Mônica Santos
ele é estripador igual ao pai dele
2024-12-24
1
Dilma Melachos
misericórdia !um estupatrdor essa menina nunca mais será a mesma. ele merece uma morte bem lenta e ainda sendo estuprado também.
2024-09-26
1