Nos mudamos, eu para a minha cobertura, e eles para o apartamento deles, eu arrumando as minhas coisas, era pouco porque deixei tudo o que tinha no apartamento que morava com a minha mãe, senhor Luís ficou encarregado de fazer a mudança de tudo que eu e a minha mãe tinha, para a casa que era da família Willians.
Eu fui conhecer a casa que a minha mãe morava com o senhor Peter, uns dias antes de voltar, e também conheci a esposa do senhor Luis, ela muito amável e simpatica.
A casa um pouco parecida com a casa dos Borges, contudo era muito maior, parecia um castelo.
Imagens da Internet.
Gostei muito, eu sente-me uma princesa, naquele imenso castelo, tive a mesma sensação de quando entrei pela primeira vez na casa dos Borges, quando fui adotada, contudo, a diferença que aqui sou a dona, é lá apenas uma órfã cheia de sonhos infantis, com apenas seis anos.
Graças à Deus, e a minha querida mãe, tive condições de entrar na imensa casa, e ser uma princesa de verdade.
Arrumei as coisas que havia trazido comigo, e mais algumas que comprei a passear no ‘shopping’, onde houve aquele encontro com o Victor, falando dele, não tive mais notícias, talvez tenha voltado para sua cidade onde tem os seus compromissos.
Eu vou procurar tirar de vez esses pensamentos, vou mudar o foco, e esperar que venha conhecer a minha cara-metade algum dia e se não conhecer, vou a viver a minha vida um dia de cada vez, sempre agradecendo a Deus que me proporcionou tudo, e ajuda a realizar todos os meus sonhos.
Após arrumar tudo, a achei aquela pequena caixa de sapato de bebé, que estava no fundo da mala, coloquei sobre a cama, e pensei, vou tomar um banho depois vou dar uma olha nessa caixa.
Tomei um banho, coloquei uma roupa confortável, e sentei na cama e peguei aquela caixa, quando fui abrir, a campainha tocou, fui até a porta para ver quem era, os meus assistentes estavam ali e disseram:
Assistentes:
Viemos tomar uma taça de vinho e uns petiscos, e comemorar a nova casa com você, se não se importar claro!
Alice fez uma pergunta:
Gabriely! Não tem nenhum conhecido nesta cidade? Nenhum ex-namorado? Ou amigos?
Gabriely:
Aminha resposta foi: primeiro vamos entrar, e claro que não me importo, fico feliz por vocês terem vindo até a minha nova casa comemorar comigo, e também comemorar a de vocês.
Depois eu responda as outras perguntas, ok.
Eles concordarão, fomos para a varanda, onde tem uma pequena mesa, onde colocamos as taças e a garrafa de vinho e os petiscos.
Começamos a conversar, e tomar vinho, e saborear os petiscos, logo eu estava a responder suas perguntas, principalmente sobre amigos ou ex-namorado.
Falei parte da minha história, eles ficaram chocados de como fui tratada na casa dos Borges, tambem falei sobre as pessoas que cresci junto na casa, não falei sobre a minha mãe, nem como a conheci, pensei que ainda não era hora.
Ficamos ali um tempo aproveitando a noite linda e estrelada, eles também falaram como se conheceram, chegaram até o casamento, eu fiquei muito feliz, por que ali estava a iniciar uma grande amizade.
Terminamos a garrafa de vinho, Alice e Carlos e eu, embriagados, para a sorte deles que estavam no andar abaixo do meu apartamento, era só pegar o elevador.
Eles saíram, eu fechei a porta, com um pouco de dificuldade, por enquanto estava sentada, não estava tonta, notei que estava com a voz meio lenta, mas quando levantei, tudo balançou.
Fiz muita força para acompanha los até a porta sem trançar as pernas, após fechar a porta, fui direto para a cama, nem fui ao banheiro, eu cheguei com dificuldade até lá.
Me joguei na cama, nunca havia bebido tanto vinho, essa foi a primeira vez que fiquei embriagada, e espero que seja a última.
Desmaiei ali, não sei nem a hora, só fiquei ali largada, difícil foi a hora que abri os olhos pela amanhã, estava com muita dor de cabeça, eu não tinha nenhuma experiência com bebida alcoólica, somente, tomava uma taça de vez enquanto com a minha mãe e conversávamos muito, ela falava-me, para não se bebedar com vinho, por que teria muita dor de cabeça no dia seguinte, e agora vejo ser a mais pura verdade, parece que o cérebro está solto no crânio, levantei fui para o banheiro, fiz a minha higiene matinal, fui para a cozinha, aí lembrei que não tem nenhum analgésico aqui.
Vou preparar uma caixa de remédio, para deixar aqui por segurança, lembro que a minha mãe tinha uma, que me salvava sempre no meu período todo o mês, por falar vou precisar mesmo porque o meu período menstrual, já, já estará a chegar, e tenho que ter os remédios necessários para aliviar as dores.
Me preparei para ir para a empresa, recebi uma mensagem de Carlos, que havia ido até uma farmácia comprar analgésico para ele e Alice, e perguntou se eu queria também, na hora respondi com um sim bem grande, SIM.
Avisei que iria aguardar no apartamento deles, por que não conseguiria ir trabalhar com aquela dor de cabeça chata.
Cheguei no apartamento deles, Alice está a na porta me esperando, e disse:
Assistente: Alice.
Gabriely, como está a sua cabeça, muita dor?
Olha nunca tive ressaca, por que nunca bebi mais de uma taça, ficava alegre, mas não passava disso.
A minha mãe vinha no meu quarto pela manhã, já me dava um comprido e água, e falava isso é para a sua ressaca, eu concordava, ela ia fazer o que ela tinha para fazer.
Eu tomava aquele comprimido, e não fazia pergunta, sabia que era para o meu próprio bem.
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Atualizado até capítulo 27
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