O Casamento do Filho do Jardineiro com uma Órfã.
Hoje volto para o país e para a cidade onde nasci, depois de quase oito anos fora, voltar para rever todos que deixei para trás, quando entrei naquele avião, agora entro novamente para retornar ao país e para reencontrar a todos.
Mas agora estou de volta, diferente daquela que saiu à (anos) atrás, estudei, trabalhei, consegui realizar sonhos que eram impossível para mim, cheguei a conquistar objetivos além dos meus sonhos.
Hoje sou uma designer de moda, já reconhecida no mercado exterior, sou a diretora-geral e uma das acionistas maioritária do grupo William, que está entre os dez mais ricos da Europa, Hoje tenho vinte e seis anos, e agora com novos sonhos e objetivos.
Através de muito trabalho e estudo, consegui fazer duas faculdades, uma de ‘designer’ de moda, outra de administração de empresas, claro que a influência veio de dona Jô, um coração bondoso e gentil, que me acolheu assim que cheguei nesse país desconhecido, ela deu-me o que eu mais precisava, amor, carinho e muita atenção, e nos momentos difíceis não me deixou desanimar, isso foi imprescindível na minha vida.
Com a ajuda de Deus primeiramente, e em segundo da dona Jô, consegui vencer muitas barreiras, se eu estivesse sozinha não conseguiria.
Esse anjo que Deus colocou na minha vida, era a minha vizinha de porta, no apartamento que a faculdade indicou-me para ser alugado, ali a conheci e tornamos-nos uma família de mãe e filha, ela adotou-me, eu a ela.
Bem deixa eu contar um pouco da minha história, enquanto faço a viagem de volta ao país.
Fui mandada para um país desconhecido assim que completei dezoito anos.
Bem deixe eu começar pelo início da história.
O meu nome é Gabriely, fui uma criança órfã que viveu num orfanato com o nome de Pequena Luz, que havia na cidade B, vivi alguns anos neste orfanato.
Não conheço os meus pais biológicos, apenas sei que a minha mãe não me abandonou, ela faleceu logo após o meu nascimento, a diretora do orfanato conversou comigo quando completei seis anos, ela tentou explicar o melhor possível, apesar de eu ainda ser uma criança eu entendi tudo que foi falado na época.
Eu chorei, mas sabia que não teria jeito da minha mãe voltar, então era aceitar tudo.
Fui levada para o orfanato, pela assistente social do hospital, à pedido da minha mãe, ela estava muito doente e não sabia se conseguiria sobreviver, já foi um milagre eu ter nascido saudável.
Diretora não soube falar sobre o meu pai, só falou sobre a minha mãe, eu pela pouca idade, não perguntei, apenas chorei por não ter mais a minha mãe.
A diretora disse que a minha mãe deixou um caixa pequena de sapato de recém-nascido, que era para dar para mim quando fosse maior.
imagem criada IA.
Ela colocou a pequena caixa junto das poucas coisas que eu tinha, e mantive guardada, e disse que era lembrança de minha mãe, e que guardasse com cuidado para não perder. Nunca tive curiosidade de tirar aquele sapatinho de dentro da caixa, sempre está entre as minhas roupas, onde permanece, um dia quem sabe terei coragem de tirar lo da caixa.
Eu fui adotada alguns meses depois dessa conversa que tive com a tia diretora do orfanato, um homem veio ao orfanato, ele queria adotar uma menina, e entre as várias meninas que ali estavam ele me escolheu, não porque era a mais bonitinha, mas sim por ser a mais quieta e aparentava ser mais obedientes.
Ouvi ele dizer a diretora que eu aparentava ser obediente, e que não teria problemas comigo.
A diretora pegou em minha mão e disse:
Diretora:
Você irá morar na casa desse senhor e com sua família, precisa ser obediente, educada, e respeitar os mais velhos, eles serão a sua família daqui para frente, mas não se esqueça de nós, sabe que você mora no nosso coração.
Ela colocou as minhas roupas e aquela caixa em uma bolsa simples, deu a bolsa em minhas mãos e disse:
Deretora:
Os papéis da sua adoção já foram todos assinados, vai com Deus para sua nova casa, e seja feliz, meu amor.
Colocou aquela bolsa em meus ombros, abaixou olhou em meus olhos, me deu um abraço, e com lágrimas nos olha ela disse adeus ali.
Eu não estava intendente muita coisa, mais sabia que não voltaria mais a viver ali, e nem com aqueles que estavam comigo desde que nasci.
Já vi muitos dos meus irmãos do orfanato irem embora e nunca mais voltaram, e comigo não seria diferente.
Aquele homem deu a enorme mão para mim e disse:
Menina não tenha medo, você irá fazer companhia para a minha filha, e fará parte da família Borges.
Eu segurei em sua mão e o segui sem olhar para trás, na minha inocência, eu iria realizar um sonho que era fazer parte de uma família, com pai, mãe, irmã.
Caminhamos em direção a um lindo carro, entramos e ele colocou o cinto do carro em mim, eu agarrada a aquela bolsa, como se fosse as coisas mais preciosa do mundo, era tudo que eu tinha, e dali para frente não sabia o que me esperava.
Mal sabia que daquele momento em diante, eu seria a cuidadora de uma menina de sete anos, apenas um ano mais velha que eu.
Eu seria uma companheira, para uma menina, que na minha mente seria uma espécie de irmã, eu estava feliz porque eu não tinha nada, a não as pessoas e os irmãos do órfanato, mas que agora uma casa, país, teria até uma irmã.
Chegando na casa, aquele homem me levou até a porta de entrada de uma grande casa,e vieram receber duas mulheres com roupas iguais, ele pegou a minha bolsa da minha mãe passou a minha bolsa mão, e deu para uma delas e disse:
Senhor Borges:
A leve até o quarto que está vago no andar debaixo e arrume as coisas dela lá, ficará naquele quarto de hoje em diante, de um banho nela deixe a mais apresentável possível, depois traga até a sala para conversarmos, ok.
As mulheres:
Sim, senhor Borges.
Uma delas pegou em minha mão e me direção a um lugar desconhecido para mim, mas muito lindo.
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Atualizado até capítulo 27
Comments
Dulce Gama
não entendi aqui blz final do livro se tem só um capítulo
2025-01-23
0
Carmem Damásio
mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais
2025-01-23
0
Dulce Gama
começando 21/01/25
2025-01-23
0