Adams: Berenice, venha aqui!
Berenice: Adams, chamando-me pelo nome, é estranho, sempre me chama baba. Vou até a sala, tem uma moça linda sentada no sofá com um vestido lindo de noiva.
Adams falando... Berenice, essa é a minha, ele para falar como estava com nó na garganta, ele tosse cof cof essa minha esposa.
Berenice: Como assim, Adams, você se casou e a sua mãe não veio para seu casamento. Você falou-me que teria que se casar, mas não pensei que seria tão rápido. Ele olha-me com olhar frio. Na hora, entendi que falei demais.
Adams: Reúna os funcionários da mansão!
Berenice: Sim, Adams.
Estão todos em fila diante do Adams...
Essa, minha esposa, é cega, quero deixar claro que qualquer um de vocês ajuda, ela estará no meio da rua. A minha adorável esposa não gosta de ajuda, pois ela, mesmo sem ela, não tem a visão e é bem independente.
Mary: Adams chama uma senhora, acho que senhora pelo tom da voz. Quando ele fala que sou sua esposa, ela fica sem entender. Ela fala uma coisa que me deixa intrigada: que ele precisava se casar, mas que não seria tão rápido que a sua mãe não foi comunicada. Ele pede para reunir todos os funcionários em poucos minutos, a senhora parece o seu nome e Berenice fala que todos estão na sala. Ele começa a falar que sou sua esposa e sou cega, que todos estão proibidos de ajudar, pois gosto de ser independente.
Todos saem da sala escuro, os passos deles saindo, ninguém fala nada. Adams, eu preciso que alguém me mostre a casa para eu poder memorizar cada canto da casa. Depois disso, eu viro-me, não precisamos virar inimigos um do outro. Um ano passa rápido, eu não podia deixar a minha irmã se casar pela dívida que não era dela. Ana, menina doce que sonha com amor da vida dela, poderia entender. Adams, nós precisamos ter ele me interromper .
Adams: Escuto, Mary fala cada palavra dela sobre-me uma raiva, eu não sei que me acontece, ela deixa-me muito nervoso, perco a razão, vou para perto dela com vontade de pegar ela pelo pescoço, mas não sou um covarde.
Olha aqui, garota, você e a sua irmã fizeram-me de idiota. O seu pai, que me procurou para me pedir um empréstimo, eu não obriguei a nada. Se tem alguém que é culpado, é o seu papai. Como lhe falei, aqui será seu inferno. Eu não terei piedade de você. Agora, a sua querida irmã, ela que não chega perto de mim, vou acabar com a sua vida dela, como ela mesmo falou, quando terminar a faculdade, vou-me certificar de que ela não arrumou nenhum emprego na área.
Nosso quarto está no segundo andar, na primeira porta à direita e vira para poder achar cuidado para não cair da escada, querida esposa.
Adams prometeu-me que o inferno cumpriria, tentei conversar com ele para termos uma convivência, mas quando começo a falar, ela não deixa fazer um monte de ameaça contra Ana, ele deixa-me sozinha na sala, falando que o nosso quarto é no segundo andar para eu não ter cuidado para não cair... Fico tão triste como pode ser humano ser tão incompreensível com limitações, só ele me dá um funcionário para me mostrar a casa para eu me acostumar com o ambiente. Ele sair, eu fico sozinha, levanto-me, fico a passar a mão nos móveis para eu poder achar a escada quando sem, mas menos eu bato em algo que parece ser estante bem do lado da costela, sinto uma dor terrível, fico quase sem respirar. Após meia hora, consigo levantar e achar a escada, passo a mão na parede e acho o quarto.
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Atualizado até capítulo 98
Comments
vivi pura diversão Luciana
Na outra história o nome dela era Sara e o marido fala a mesma coisa pros empregados e a madastra derruba ela e ela bate com a costa no móvel.
2025-03-24
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vivi pura diversão Luciana
Na outra história o nome dela era Sara e o marido fala a mesma coisa pros empregados e a madastra derruba ela e ela bate com a costa no móvel.
2025-03-24
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Tânia Principe Dos Santos
Adam está sendo cruel mas vai acordar quando a Mary se machucar muito
2025-03-21
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