Mary: O padre fez a cerimônia e depois mandou o noivo beijar a noiva, pensei que nunca iria acontecer, pois o Adams odeia-me, ele deu-me um selinho quando nossos lábios se tocam, passa uma corrente elétrica, não sei explicar. O Adams, após o selinho, fala no meu ouvido que me dará o inferno, o meu corpo arrepia pela sua voz grossa e fria.
Adams: Saio do altar de tanta raiva e chamo o pai da Mary, acho que isso "Mary" odeio que me passe para trás após a cerimônia . Eu e o seu pai assinamos o contrato e pedimos que mande a sua filha assinar também, pois não quero nem minuto a mais nessa igreja, falo e espero a sua filha no carro.
Antônio: Filha, assina aqui e o contrato do casamento eu já li. Tem algo que precisa saber sobre o contrato.
Mary: O meu pai fala sobre que, escrito, achei um sem noção, claro que não iremos consumar o casamento e nem quero o seu dinheiro, ele pensa que sou quem, para ele achar, vou sair aí com um e outro posso trair.
John: Não me diga que a sua filha, Antônio, é cega, o Adams não percebeu que ele vai ficar louco.
Mary: Sim, eu sou e você não vai contar. Eu quero conversar com ele antes, pois precisamos ter um conversar. Esse casamento não é de verdade. Apesar de ter boa convivência, ele fica no seu canto e eu no meu.
John: Espero que vocês se entendam, pois o Adams é cara gente boa, só está machucado com a vida que ele teve.
Antônio: Filha,vamos ao seu marido estar a esperar mais uma vez me perdoar.
Mary: Pai, eu não tenho nada para lhe perdoar, eu agradeço o dia por ter uma família que o senhor me deu. Apesar de a mamãe não estar com a gente, fomos muito felizes agora, com glória e Ana, eu te amo, papai.
John: Adams, tudo certo, o contrato foi assinado, vou indo ao cartório autenticar isso no cartório.
Mary: Papai e glória, eu amo vocês, falam para Ana. Vou ficar bem, entro no carro e seguimos viagem até a mansão do Adams.
Adams: Eu mando o motorista seguir viagem e respiro forte com olhos fechados, não sei o que acontece, fico tão nervoso quando essa garota está perto.
Motorista: Senhor Adams, chegamos saindo do carro e a garota não saiu, olhou para trás, ela ainda está no carro. Você não vem que eu seja cavalheiro e abro a porta para você colocar um tapete vermelho para a rainha passar.
Mary: Como não conheço o Adams, parece um velho pela voz grossa e pesada, eu não posso pedir que passe a mão no seu rosto para eu conhecer ele melhor e bem capaz dele arrancar a minha mão. A sua respiração está forte, como se estivesse com falta de ar. O motorista fala que chegamos e agora que vai descobrir que sou cega.
Adams, eu não enxergo que preciso da sua ajuda para poder descer.
Adams: O que, além de me enganar e cegar, não acredito, a sua vida será um inferno.
Mary: Adams me dá a sua mão e saia-me arrastado pelo caminho. Eu saio a pisar alto sem saber onde estou, ele parou e jogou em um sofá, e chama uma pessoa.
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Atualizado até capítulo 98
Comments
Tânia Principe Dos Santos
Adam está com raiva por ser enganado e vai se vingar. pelos vistos só vai acordar quando machucar seriamente Mary
2025-03-21
0
Bernadete Barros Rocha
Misericórdia coitada da mary esse cavalo coiceiro aff
2024-12-31
3
Ana Alice
Sem entender essa brutalidade toda
2024-09-25
0