— Théo... — Ela sussurrou e apoiou a mão nas costas dele.
Théo olhou nos olhos de Luara e então viu lágrimas silenciosas escaparem, ele sorriu docemente para ela, limpou as lágrimas com delicadeza.
— Está tudo bem, isso já tem muitos anos, eu só... Só é difícil quando a data chega — Ele explica.
— Quantos anos todos vocês tinham? — Ela pergunta para ele, sua voz saiu em um fio.
— Quatro, oito e dezesseis. Nessa ordem — Ele disse.
— Poxa! — Luara ficou perplexa — Como é que vocês iriam se defender? Onde estavam os seguranças? Os seus pais são loucos? Por... — Ela foi interrompida.
Enquanto ela fazia as perguntas sem parar, nem mesmo para recuperar o fôlego, Théo a pegou de surpresa, colocando as mãos no rosto dela entre a orelha e a nuca, e lhe deu um beijo rápido e ao mesmo tempo quente. Quando a soltou, ela olhou para ele com os olhos brilhando e as bochechas ruborizadas.
— Desculpe — Ele diz assim que a solta — É que você estava falando muito — Explicou.
— Tu.Tudo bem — Ela gaguejou e olhou para a piscina, evitando o olhar dele — Quando eu começar a falar muito novamente, é só você fazer isso de novo.
Assim que se deu conta do que acabará de falar, ela olhou para ele rapidamente, parecendo que havia visto um fantasma. Os dois se encararam surpresos com o que ela acabará de dizer.
— Quero dizer... Você pode me fazer ficar em silêncio e não precisa ser necessariamente me beijando, há outras maneiras de me fazer parar de falar. Sei que as vezes eu exagero... — Ela tornou a falar sem parar.
— Quer que eu a beije novamente? — Ele perguntou.
Ela ficou em silêncio, apenas abaixou a cabeça. Mas ainda sim, mesmo com a pouca luz, ele observou as bochechas dela ganhando cor, ele sorriu já sabendo que ela ficou envergonhada.
— Para com isso — Ela pede, sem coragem para encarar ele.
— Tá bom, eu vou parar, essa foi a última vez que eu a beijei.
— Para! — Ela olhou para ele.
— Então você que eu a beije ou não? — Ele perguntou se sentindo confuso.
— Ah, céus. Eu vou voltar para o meu quarto — Ela se levantou.
Ela saiu andando e ele foi lentamente atrás dela, o sorriso arteiro em seu rosto enquanto a provocava.
— Me responda, assim eu vou ficar curioso — Ele diz enquanto anda atrás dela — Devo parar de beija-la?
Ela parou de andar abruptamente, quando olhou para trás viu o sorriso arteiro no rosto dele e percebeu que ele queria somente provoca-la. Sem dizer uma única palavra ela andou em direção a ele, passou as mãos em volta do ombro dele e ficando na ponta dos pés, ela o beijou.
Na penumbra do saguão do resort, Théo e Luara se entregam a um beijo ardente, o desejo fluindo entre eles como uma corrente elétrica. As mãos de Théo deslizam pelas costas de Luara, enquanto ela se aprofunda no calor do momento.
Sem quebrar o contato, Théo a levanta nos braços, seu toque firme e seguro, e caminha decididamente em direção ao elevador, ela passa as pernas em volta da cintura dele.
Os dedos de Luara se entrelaçam no cabelo de Théo, ela começa a beijar o pescoço dele, enquanto ele pressiona o botão do andar do seu quarto.
As portas se fecham, isolando-os do mundo exterior, mas apenas intensificando esse momento entre eles dois. No espaço confinado do elevador, os lábios de Théo encontram os dela novamente, o beijo agora carregado de uma paixão crescente.
Quando as portas se abrem, eles se separam apenas o suficiente para atravessar o limiar do quarto de Théo, onde a atmosfera é impregnada de desejo. Théo a deita suavemente na cama, seus olhares se encontram em um silencioso entendimento antes de se entregarem completamente à paixão que os consome.
— Théo? — Ela sussurrou nos lábios dele.
— Diga? — Ele também sussurrou.
— Não sei se deveríamos — Ela olhou nos olhos dele de forma sedutora.
— Deveríamos sim! — Ele disse com uma voz rouca, os olhos ardendo com desejo — Nós devemos sim, eu preciso fazer... — Ele implorou, sentindo seu corpo pulsar com anseio por ela, uma urgência que ele mal conseguia conter.
— Não! — Ela disse com firmeza, sua voz resoluta cortando o ar — Não me provoque mais, ou da próxima vez eu farei pior!
Ela empurrou Théo para o lado, liberando-se do peso dele sobre ela e deitando-se ao lado dele. Sentando-se na cama, ela o olhou nos olhos, dando-lhe um rápido selinho antes de se levantar completamente. Seus olhos desviaram para o short de Théo, feito de um tecido extremamente fino.
Théo rapidamente se sentou e a puxou para o colo dele.
— Então é isso? — Ele perguntou, puxando o cabelo dela pela nuca e deixando beijos em seu pescoço, a fazendo suspirar — Me provocar e depois ir embora? Foi esse o seu plano?
— Eu tentei! — Ela respondeu, rebolando e sentindo o volume dele.
— Não me provoque desse jeito, Lua — Ele aperta a cintura dela com as mãos.
— O que vai acontecer connosco depois dessa noite se fizermos o que queremos? — Ela perguntou.
— Eu não faço a mínima ideia — Respondeu.
Luara optou pelo silêncio, deixando as palavras não ditas pairarem no ar. Ela piscou algumas vezes, uma mistura de emoções tumultuando sua mente, mas decidiu adiar qualquer reflexão para o amanhã, quando finalmente tivesse clareza de pensamento.
Com determinação, ela se inclinou para Théo, seus lábios se encontrando em um beijo que era ao mesmo tempo um adeus ao passado e um acolhimento ao presente. Ela se entregou completamente ao momento, sabendo que seria único em sua vida, uma memória que guardaria para sempre.
Théo e Luara se olham intensamente, seus corações batendo em uníssono, como se o tempo estivesse se esgotando rapidamente e essa fosse a única oportunidade que tinham para se entregarem um ao outro.
Com mãos trêmulas, eles começam a despir-se com velocidade, cada peça de roupa caindo no chão com um suspiro carregado de antecipação. Os lábios de Théo encontram os dela em beijos famintos, cheios de desejo e urgência.
Na cama, Théo deitou Luara com delicadeza, sua respiração irregular revelando a urgência que queimava dentro deles. Ele subiu sobre ela, os olhos ardendo com desejo, sua mente dominada pela ânsia de possuí-la completamente. Nesse momento, a necessidade os consumiu, e até mesmo o pensamento sobre proteção desapareceu, eclipsado pelo desejo avassalador que os envolvia.
Théo, incapaz de esperar mais, desejando se fundir a ela de forma visceral, deslizou seu membro entre as pernas dela, sentindo a umidade que indicava sua prontidão. Sem hesitação, ele a penetrou de uma só vez, um gemido escapando de seus lábios enquanto se afundava nela profundamente.
Eles se movem juntos em um ritmo frenético, como se estivessem correndo contra o tempo, desesperados para explorar cada centímetro um do outro antes que o momento se dissipasse. Cada carícia é carregada de emoção, cada beijo é uma declaração silenciosa de desejo.
No calor da paixão, eles se perdem um no outro, seus corpos se fundindo em uma sensação ardente de prazer e êxtase. Para eles, naquele momento, não existe passado nem futuro, apenas o presente vibrante e pulsante, onde cada respiração é uma celebração da vida e do momento que estão vivendo agora.
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Atualizado até capítulo 50
Comments
Carleuza Almeida
Tava com pressa o Théo, a Lua era virgem não 🤔 deveria ter sido mais carinhoso 🤔🤔 mais gostei deles terem ficado, agora é que não vão mais se separarem 😍😍💓
2025-02-06
0
Vilma Alice
Ela não gritooooooooou?
Ela não se entregou para o idiota traidor.🤔Ela era virgem 🤔???????
2025-02-01
0
Marta Ginane
Será que ele percebeu que ela era virgem?
2025-04-02
0