Théo estava em sua empresa trabalhando quando seus amigos chegam já farreando, ele obviamente olhou com o semblante fechado para os dois, que pararam assim que viram o olhar férias do amigo.
— Calma Théo — Dylan fala, agora forçando o sorriso.
— Nós só viemos chamá-lo para sair um pouco, sabe que já está tarde né? — Santos aponta para a parede de vidro.
Théo olha para parede e vê que realmente já está a noite, ele suspira e melhora o semblante, só assim os seus amigos já ficam mais relaxados com em convidá-lo para sair.
— O que acha de sairmos? — Dylan sugere.
— Estou cansado — Théo diz relaxando os ombros e apoiando as costas na cadeira.
— Qual é Théo, a gente nunca faz nada, vamos sair um pouco, conhecemos umas garotas tão legais, e arrumamos uma para você — Dylan fala ao tentar convencer o amigo.
— Você fala como se elas fossem um objeto, Dylan, euheim... Elas são modelos lá do trabalho — Santos diz para Théo — Só uma bebida, vê se a conversa vai fluir e se você não gostar dela, estará livre para ir embora.
— Tudo bem — Théo suspira, vencido pelo cansaço.
Os amigos se animam, antes de ir a esse encontro Théo vai em casa tomar banho. Chegando em casa ele vê malas na sala de estar e confuso, ele arqueia as sombrancelhas, uma funcionária aparece e sorri gentilmente.
— Senhor... Os seus pais e a sua irmã chegaram a alguns minutos de viagem — A mulher diz.
— Ah, ótimo, diga ao meu pai que eu tive que sair, mas que amanhã passarei o dia com eles — Théo diz e sai de lá.
Ele não é muito ligado a família, tanto ele quanto o pai apenas tem assuntos de trabalho em comum, já a irmã está sempre procurando ser próxima dele, o que as vezes o irrita, a mãe não liga muito para isso, apenas se conforma.
Théo se arruma e vai até a garagem escolher um carro, ele decide com qual carro irá e por fim vai encontrar os amigos.
Chegando lá ele logo vê os amigos e três mulheres na mesa, ele se aproxima e cumprimenta as meninas e senta na única cadeira vaga.
— Oi, você deve ser o Théo — A mulher fala forçando uma voz fofa.
— Sim — Ele responde forçando um meio sorriso.
— Eu sou a Estela, mas pode me chamar de Estelinha ou se preferir pode me chamar de amor — Ela pisca para ele.
Théo olha para os meninos com o semblante de quem pergunta “É sério isso?”. Dylan abaixa a cabeça e encara o copo de bebida, Santos olha para o lado e encara a paisagem.
— Estou indo embora — Théo se levanta.
— Mas você acabou de chegar — Estela diz.
— E já vou — Ele responde.
Théo passa a mão em seu cabelo o colocando para trás e sai de lá, ele vai andando até onde estacionou o carro, mas ao chegar lá ele fica paralisado ao não achar o carro.
— Era o seu carro que estava estacionado aí? — Um homem pergunta.
— Sim, o que aconteceu com o meu carro? — Théo pergunta ficando nervoso.
— Aparentemente o Sr não viu que era vaga para deficiente, o seu carro foi rebocado — O homem responde.
Théo ficou nervoso e começou a rir, ele colocou as duas mãos na cintura e abaixou a cabeça, quando parou de rir ele voltou a olhar para o homem.
— E como consigo um táxi? — Pergunta.
— Só virar a esquina e encontrará um ponto de táxi, não tem erro — O homem responde.
— Obrigado — Théo agradece e sai de lá.
Ele vai até onde o homem diz, mas ao chegar lá não havia nenhum táxi. Théo suspira e pede informações na rua, alguém o diz que os táxis não param mais ali, ele então decide ligar para a companhia de táxi e pedir que um vá até lá buscá-lo.
Ele estava com o celular no ouvido quando viu uma figura familiar, a mulher saiu de um prédio quase que correndo, logo atrás dela vinham duas pessoas, um homem sem camisa, e uma mulher que vestia um mini vestido, e ele conhecia os três apenas de vista.
Théo apenas observou de longe enquanto a ligação em seu celular não havia sido atendida, a mulher que estava na frente foi abruptamente parada pelo homem que agarrou seus braços a escorando na parede.
Ele a jogou com tanta força na parede que Théo se assustou, ele ficou com pena ao ver a expressão de dor da mulher. Então ele percebeu que se não fizesse algo para acabar com aquilo, as poucas pessoas que haviam ali não iriam fazer nada.
Théo atravessou a rua e foi andando até onde os três estavam, a mulher agachada no chão estava com a mão na costela, provavelmente sentindo dor, mas o semblante dela não estava intimidado por aqueles dois que falavam maldades.
— Com licença — Théo diz fazendo todos olharem para ele.
— Sr. Haider, o que faz aqui? — A loira pergunta.
— Eu pedi licença — Ele fala seriamente.
A loira sai de sua frente, Théo vai até a morena que está sentada no chão, se abaixa ao lado dela e toca o rosto dela gentilmente a fazendo olhar para ele.
— Você está bem, Srta. Rabelo? — Ele pergunta.
— Sim — Ela responde em um tom de voz baixo.
Ela desviou o olhar, evitando olhar para ele, Théo deduziu que ela estivesse envergonhada por ser vista nessa situação.
— Venha, levante-se — Ele se levanta e estica a mão para ela.
Ela segura sem exitar, Théo se vira para os dois que antes estavam a intimidar ela, e sem dizer mais nada ele coloca a mão nas costas da mulher e os dois saem de lá andando em absoluto silêncio, ao chegarem na esquina, Théo se vira para ela.
— Vou chamar um táxi para você, e um outro para mim — Ele diz pegando o celular.
— O que houve com os seus carros? Sempre o vejo com um diferente — Ela pergunta.
— Foi rebocado — Ele responde sem tirar os olhos do celular.
— O meu carro está no estacionamento, posso lhe dar uma carona como agradecimento por me ajudar ali com aqueles dois? — Ela pergunta.
— Claro — Ele aceita voltando a guardar o celular.
...****************...
Théo é um dos maiores diretores executivo, ele é conhecido mundialmente. As suas empresas são diversificadas, a varias empresas diferentes. Ele é extremamente perfeccionista, limpo, e muito elegante, não gosta de erros e de pessoas preguiçosas.
Com a sua família ele não tem uma relação muito boa, mas pela sua irmã, ele faz faz qualquer coisa para realizar as vontades dela.
Théo Haider é um homem bem cobiçado, porém não é de dar chances para qualquer uma, ele tem suas exigências principalmente com as mulheres, odeia uma mulher superficial, sem vontades próprias e sem garra.
O seu olhar penetrante é capaz de deixar qualquer um sem jeito, seja essa pessoa homem ou mulher.
Dylan é um verdadeiro pegador, não se relaciona com ninguém seriamente e está sempre em lugares muito bem frequentados por solteiros. Ele é brincalhão, tem muitas brincadeiras maliciosas, mas no fundo... Bem no fundo mesmo, ele é uma pessoa doce e gentil.
Santos é delicado, respeitador, gentil e uma pessoa de coração mole, pelo menos por fora. Ele tem como robe luta livre, ama ler livros, beber casualmente e é um ótimo amante para as mulheres, porém... Nunca se relacionou seriamente, apenas se diverte.
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Atualizado até capítulo 50
Comments
Marileiva Rocha
Ué, em uma parte anterior diz que ele se irrita com a proximidade da irmã!
2025-01-11
3
Odailma
Até agora a autora não explicou o porque das duas mães…..
2024-10-19
2
Clara Oliveira
tem um robe?! ou será um hobby?
2024-10-18
1