Capítulo 5

Diante da sala de treinos, Wiven executava alguns golpes até ser interrompido por Carlos que trazia uma pasta em mãos.

Carlos: Senhor temos algumas informações importantes sobre aquele cara do baile.

Wiven não demonstrou muito interesse, mas não deixou escapar um sorriso sarcástico nos lábios.

Wiven: Prossiga.

Carlos abre a pasta e começa a falar o que estava escrito.

Carlos: O nome dele é Victor Salazar Wills, tem 26 anos, classificado como alfa, e é CEO de uma empresa que atualmente está bem famosa.

Wiven: Só isso?

Carlos: Até o momento foi o que encontramos.

Wiven: Dispensado.

Carlos abaixa a cabeça em forma de referência e se retira.

"Tenho certeza que ele está envolvido com mais alguma coisa."

Wiven pensou enquanto pegava duro no treinamento. Uma mínima falha era considerada para ele uma derrota.

As gotículas de suor escorriam pela sua têmpora até chegar em seu abdômen. Arthur apareceu na sala de treinos e observou o quanto Wiven pegava duro nos treinos.

Se aproximou do mesmo e pôs a mão por cima do ombro dele.

Arthur: Acho melhor parar por agora, já viu o quanto você está suado?

Wiven: O suor não significa nada. O que importa é o seu corpo estar preparado para o combate.

Arthur: Você pega muito pesado.

Wiven: Não contesta Arthur. Reúna os homens, vou fazer uma pequena visita na casa de Romanov. Aquele velho desgraçado está me devendo.

Arthur olhou para Wiven querendo dizer algo, mas estava com medo.

Wiven virou o rosto para cima e percebeu algo diferente na expressão dele e mandou que Arthur falasse.

Arthur: Será perca de tempo ir lá. Soubemos que ele foi morto recentemente.

Wiven se levantou e segurou no pescoço de Arthur querendo uma boa explicação pela razão dele não ter ficado sabendo disso.

Arthur: Calma Wiven, você estava muito estressado. Qualquer coisa que a gente dissesse, era perigoso você nos matar.

Wiven soltou o pescoço de Arthur que tentou recuperar o ar perdido.

Wiven: Nunca mais ousem saberem de algo e não me comunicar. A menos que queiram fazer uma viagem de ida e nunca mais voltarem.

Arthur: Sim, tudo o que ficarmos sabendo iremos comunicar direto a você. Agora da para melhorar sua sanidade de querer matar alguém?

Wiven: Sentiu medo? Você nunca me viu realmente zangado Arthur.

O mesmo sentiu um frio correr pela espinha, mas não deixou isso aparente, apenas forneceu assistência para Wiven nos treinos.

Dando o horário, Wiven dispensou seus homens e mandou Arthur o levar para casa.

Arthur: Então, quer o contato de alguma gostosa? Gostoso? Quem para sua lista?

Wiven olhou Arthur com desdém, pois quem ele queria, estava difícil no momento.

Wiven: Talvez um cara, alfa, de cabelos prateados, que queria me expulsar de onde eu estava sentado no baile.

Arthur: Não vai me dizer que gostou dele?

Wiven: Eu apenas quero o experimentar. Os feromônios dele tem um cheiro que me faz sentir desejo.

Arthur olhou de banda para Wiven mas não disse nada. Apenas sorriu de lado enquanto o deixava em casa.

Wiven toma um banho refrescante e põe a mente nos eixos. Precisava descobrir o quanto antes quem era aquele cara do baile.

Estando completamente refrescado, vestindo apenas uma calça de moletom cinza, se dispôs a beber um gole de Whisky, que era sua bebida favorita.

Dentro de alguns minutos, o celular tocou, fazendo Wiven esticar o braço para pega-lo de cima da mesinha.

Wiven: Fala.

Wanda: Isso é jeito de falar com a sua mãe moleque arrogante?

Wiven: Desculpa, apenas poderia dizer o que é?

Wanda: Lembra das últimas palavras que o seu pai disse antes de morrer?

Wiven: Por que eu me lembraria?

Wanda: Você realmente se tornou uma pessoa egocêntrica, seu pai deveria ter_

Wiven desligou o celular sem deixar a mãe terminar de falar. Arremessou-o para longe e murmurou "Que saco".

Ele sabia muito bem o que o próprio pai disse antes de morrer, mas se recusava a lembrar do passado. Principalmente da pessoa que mais o fez sofrer. Wiven não carregava ressentimentos consigo, mas também não idealizava o carinho que nunca teve.

***

Victor passou o dia na empresa, observando como andava as produções e os fundos financeiros. Além de observar se não tinha certas tramas que pudessem prejudicar os lucros e a faixada da empresa.

Não se sentia tão sobrecarregado, tudo ia bem, e tinha Rubens seu melhor amigo e braço direito o ajudando no que fosse preciso.

Tanto a liderança da máfia italiana quanto a liderança da empresa, era como um hobby para Victor. Ele não tinha dificuldades em assumir ambas as partes.

Ninguém sabia sobre sua liderança na máfia, apenas Rubens e sua família. Mantinha o mais oculto possível essa parte.

Rubens: Victor, o presidente lhe fez um convite para a festa de gala.

Victor: Em que momento ela irá ocorrer?

Perguntou enquanto guardava os papéis, cada um no devido lugar.

Rubens: Será a noite, na própria mansão dele.

Victor: Vamos, não vejo motivos para não comparecer.

Rubens olhou para Victor que parecia um pouco estranho. O mesmo estava suando.

Rubens: Está tudo bem?

Disse tocando o rosto de Victor que estava quente como o fogo.

Victor: Eu apenas esqueci de tomar meus supressores nessa manhã. Antes de ir a festa vou tomar e ficarei bem.

Rubens: Qualquer coisa me avise. Se não passar, vamos ao hospital.

Victor: Está tudo bem, estou falando.

Rubens não confiou muito, mas não podia contestar quando Victor falava a palavra final.

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Comments

Lucia Moura

Lucia Moura

esse fogo vai passar quando for dominado pelo o outro alfa malvadão ou talvez o fogo aumente kkkkkkk

2024-12-22

0

Clesiane Paulino

Clesiane Paulino

eita que os dois tão agoniados😁😁😁

2025-01-02

0

Estefany

Estefany

kkkkkk nem te conto

2024-11-15

1

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