Capítulo 14 - Hot

Wiven

Observar a expressão de puro ódio que Victor fez, me deixou rindo mentalmente. Mais um motivo para ele querer me odiar, isso me deixa mega interessado em conviver com isso.

Certamente na mente dele, deve estar me chingando dos piores nomes. Qualquer um pensaria do mesmo jeito vendo a cara de ódio dele nesse momento.

Só pelo fato dos feromônios dele estarem extremamente fortes que poderia até deixar um ômega mal, indica que ele tem o temperamento curto, da mesma forma que eu.

Mantenho minha expressão séria o encarando enquanto saboreava do prato de comida. Espero que ele coma bastante para ter forças, pretendo fazer muitas coisas divertidas e pesadas nessa noite.

Levou o copo de vinho até a boca dando um pequeno gole, Victor me olha algumas vezes, deixando visível sua raiva.

Wiven: Vai continuar me odiando?

Victor: Como eu poderia gostar de alguém como você cretino?

Ele fala com a boca cheia.

Tanto faz ele gostar de mim ou odiar, para mim não faz a mínima diferença. Meu objetivo continuará sendo o mesmo, seja lá o que acontecer.

Vou cumprir muito bem o meu papel como parceiro de foda.

Estico minha mão por cima da mesa e pego a dele que estava descansado. Victor me olhou surpreso, só então eu abro minha mão e deixo o dinheiro dentro da mão dele.

Wiven: O jantar é por minha conta.

Ele começa a rir.

Victor: Claro que seria da sua conta, eu não iria pagar de jeito nenhum.

Irritado, Victor levou o copo de vinho a boca tomando tudo de uma só vez. Bom que pelo menos ele já se mantenha preparado.

Wiven: Prefere um hotel ou o meu apartamento?

Victor: Em um hotel está bom para mim.

Confirmei balançando a cabeça enquanto me levantava da cadeira. Victor com o dinheiro que eu dei, pagou a conta e me acompanhou para fora do restaurante.

Fui em direção a meu carro que estava estacionado entre duas motos. Assim que entrei, Victor entrou pelo lado do passageiro.

Pela expressão dele, eu diria que é resistente para bebidas. Aquele vinho que eu mandei trazer, era de um tipo importado e diferente dos comuns. Continha uma maior porcentagem de álcool, se a pessoa fosse fraca, nesse momento estaria totalmente bêbada.

No meu primeiro teste ele passou, é um cara bastante resistente para ser um mafioso. Significa que terei de me preparar mais ainda quando ele descobrir quem sou seu arco inimigo. Ou melhor, dele e da família.

Seja lá o que meu pai fez, estarei preparado desde os meus dedos do pé até o último fio de cabelo da minha cabeça. Algo que eu não temo é a morte, porque se eu for até o fim e não fracassar no meu objetivo, não me importaria se isso significasse ter que morrer. Ninguém presa a minha existência de qualquer forma, a não ser eu mesmo.

Talvez eu encontre meu pai no inferno e lá eu mostrarei a ele quem eu me tornei e como eu mudei desde o dia que ele fez uma maldita cicatriz nas minhas costas.

Victor passa a mão na frente do meu rosto fazendo eu olhar e perguntar o que era.

Victor: Achei que não ia me escutar, você está numa espécie de zona psicopata? Estava tão estranho que parecia querer matar alguém.

Wiven: Apenas estive pensando em algo, o que você quer?

Olho com tédio para ele.

Victor: Não quer foder dentro do carro? Fazer algo diferente é ainda melhor.

Me surpreendo com o que ele diz, se o álcool não foi capaz de deixa-lo bêbado, conseguiu fazer ele ficar mais perverso.

Wiven: Não vejo como uma má ideia.

Fechei os vidros escuros do carro, que não dava para ver o que acontecia pelo lado de dentro. Como estava estacionado em uma área mais isolada e escura, ficava mais oculto. Apesar de que não me importo se alguém me ver fodendo.

Retiro o cinto e deito o banco de Victor. Até ele me interromper com a mão.

Victor: Espera um segundo aí, eu propus da gente transar no carro, então eu que decido como vamos fazer isso.

Wiven: Então de que forma você quer?

Victor: Já que você não me deixa te penetrar por agora, deixarei você me preencher do meu jeito.

Observo ele morder o lábio inferior e me empurrar com força para o banco vindo se sentar no meu colo.

Os movimentos que ele faz por cima de mim, fazem com que meu corpo reaja por si só. Sinto o cheiro gostoso de pura dominância que ele tem. Devo agradecer ao David por aquela recomendação de bebida.

Gosto de alguém que tenta me dominar e possuir.

Não sou de beijar, mas o pescoço dele me faz ter uma certa sede que não deixo de abocanha-lo, nesse exato momento arrancando um gemido que soa como um som aos meus ouvidos.

Não foi forte o suficiente para marca-lo como minha propriedade, mas deixará claro que se ele transar com mais alguém, vão ver a marca do alfa que se apossou dele.

Victor: Nesse maldito contrato inclui mordidas?

Wiven: Estou incluindo agora.

Victor agarra meus cabelos com força enquanto cheirava o meu pescoço e deixava alguns chupões. Sinto ambas as mãos do mesmo percorrer pelas minhas costas dando certas apertadas que me fazem ficar excitado com o toque.

Enfio minhas mãos pela calça social em que vestia e agarro a bunda dele dando algumas apertadas.

Ele não geme muito como certos ômegas, mas também quando geme, apresenta puro desejo. E pelo visto o corpo dele gosta quando eu agarro em alguns lugares.

Minha outra mão segura o pau dele, da forma que faço os movimentos de vai e vem com algumas apertadas, ele geme e descansa a cabeça por cima do meu ombro.

A respiração dele perto do meu ouvido deixa evidente o quanto está excitado e ansioso por mais.

Depois de algum tempo que consequentemente ele goza na minha mão, uso o esperma dele para prepara-lo lá atrás.

Victor vem com os lábios na direção dos meus, mas viro a minha cabeça fazendo ele beijar o meu rosto.

Victor: Porra, da para ficar queto?

Wiven: Sem beijos.

Victor: Por acaso acha que vou te contaminar com alguma doença contagiosa?

Wiven: Não. Mas eu não quero te beijar " Ainda ".

Ele fica pensativo, mas sua expressão muda quando introduzo dois dedos por sua entrada.

Da última vez que fizemos isso, era para ele estar mais largo, mas continua apertado. Tanto que meus dedos se sentem quase amassados em seu interior.

Depois de mais alguns movimentos, desço a calça dele por completo junto com a box, e abro o zíper da minha calça expondo meu pau que estava rígido.

Victor: Ainda não entendo como essa coisa coube em mim naquele dia.

Wiven: Será mais fácil agora que você está por cima de mim.

Inclino o corpo dele para cima e direciono a glande certinha com a entrada dele. Para não ser bruto e insensível como costumo ser, deixo ele ir se abaixando lentamente com o tempo dele.

Mas a vontade que eu estava era de grudar na cintura dele e abaixa-lo de uma só vez.

Victor

Como que alguém pode ser tão grande e grosso assim? Agora explica a tremenda pontada de dor que eu tive quando esse canalha foi embora depois de me livrar do cio.

Tive que aguentar na marra caminhar pela empresa e não deixar evidente que deixei outro alfa me comer.

Finalmente ele teve um bom senso e deixou que eu mandasse nessa porra. Com muita dificuldade eu tentava me sentar encima do pau dele.

Observo a cara dele que estava de deboche, rindo mentalmente do meu sofrimento. Por outro lado, sentir aos mãos dele na minha cintura me ajudando a sentar, causava uma sensação boa.

Queria saber porque esse cretino não quer me beijar. Desde que eu me lembre daquela noite, tentei várias vezes e ele não deixava. Isso foi bem chato.

Por fim, consigo sentir tudo dentro de mim. Aquele vinho ajudava a fazer eu não sentir tanta dor, parece que foi escolhido especialmente até para esse momento.

Vou cavalgando aos poucos, sentindo a coisa deslizar pelo ponto que me fazia gemer de prazer. Entrelacei meus braços ao redor do pescoço dele com uma puta vontade de beijar esse cara.

Apesar dele ter feito com que eu tivesse uma má impressão sobre ele no primeiro dia em que nos vimos, sinto uma pontada de bondade quando ele não movimenta os quadris. Deixou eu ir no meu tempo, até não aguentar e eu acabar gozando por cima do abdômen dele.

O estranho é que ele ainda não gozou, sendo que já deveria.

Wiven: Terminou?

Se eu falar que sim, ele vai estocar com força bruta. Da para ver isso quando ele lambe os lábios e demonstra um olhar de macho faminto que não conseguiu se satisfazer ainda.

Droga o que eu faço?

Victor: S-sim, mais me sinto cansado.

Wiven: Mas já? Eu ainda nem senti prazer.

Ele é o que? Um robô? Algum certo tipo de máquina?

Victor: Vai ter que fazer sozinho, eu não dou mais conta.

Sei que isso é demonstrar um pouco de fraqueza mas, eu não quero ficar manco para ir ao trabalho.

Wiven: Tudo bem.

Victor: Que?

Wiven: Vou procurar outra pessoa para me aguentar.

Ouvir isso fez meu sangue ferver, ele estava me subestimando. Me levantei de cima dele e então usei minhas mãos para masturba-lo.

Wiven: Não estava cansado?

O sorriso de canto dele me deixa mais ainda com raiva.

Victor: Eu falei que estava cansado, mas não disse ser aos mãos.

Fiquei um bom tempo deslizando minhas mãos no membro dele e até que enfim fiz ele gozar.

Wiven: Onde é sua casa para mim deixá-lo lá?

Ele fala fechando a calça enquanto visto minhas roupas meladas.

Victor: Eu estou de carro, então não precisa me deixar em casa.

Digo um pouco seco e quando termino de me ajeitar vou para o meu carro rapidamente dando partida até minha casa.

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Comments

Angelina Fernandes Vicente

Angelina Fernandes Vicente

o golpe tá aí cai quem que /Chuckle/

2024-12-21

0

Clesiane Paulino

Clesiane Paulino

esses dois 🤭🤭🤭

2025-01-02

0

≫ˊ『ᴠɪᴋᴛᴏʀ』ˋ≪

≫ˊ『ᴠɪᴋᴛᴏʀ』ˋ≪

mas com tu é idiota viu, caiu nesse golpe 😔

2024-10-14

1

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