Ana Clara: Acordo cedo, tomo banho e vou para a cozinha tomar café. — Mãe? Chamo a dona Tereza. Ela nunca foi amorosa comigo mais depois do acidente que matou o meu irmão e me deixou cega, ela me culpa e me humilhar, passou a me tratar ainda pior que antes, e olha eu nem estava pilotando a moto, só porque meu irmão tinha ido me buscar na faculdade. Pra piorar tem o meu padrasto que é um vagabundo, tenho certeza que ele anda metido com os traficantes. Saio dos meus pensamentos com minha mãe falando.
Tereza: — Ou, ceguinha, num vai tomar o seu café não. Eu não tenho todo o tempo do mundo para ficar esperando a boa vontade da madame.
Ana Clara: Ela fala e eu a ignoro, me sento na mesa e tomo o meu café, hoje é sábado e eu e meus amigos vamos tomar um sorvete. Eles também se afastaram de mim, mas ontem vieram me chamar para sair. Confesso que ainda é difícil para mim, pois o acidente foi há 10 meses e não é fácil se adaptar, minha família é pobre, não tem condições para uma cirurgia e minha mãe diz que me deixará assim para sempre, um castigo por ter matado meu irmão.
look Ana Clara.
Já pronta para sair, minhas amigas chegam e me maqueiam dizendo que querem me ver linda essa noite e que eu terei uma bela surpresa. Não sei para quer tudo isso se vamos apenas tomar sorvete. Penso e logo saímos os quatro, eu, Carla, Valéria e Bruno. Confesso que estou com um pouco de medo, não sei, mas é como se algo fosse acontecer.
Assim que chegamos a sorveteria eu relaxei, enquanto tomamos os nossos sorvetes eu perguntei. — Então qual é a surpresa que vocês tem para mim?
Valéria: — Você já vai ver, vamos tomar uma batida na praça.
Ana Clara: Ela fala e me orienta a levantar, na praça tomamos uma batida, eu amo batida de abacaxi e também de morango. Confesso que no final o gosto estava um pouco estranho mas não reclamei. Carla começa a me puxar sem o menor cuidado diferente de minutos atrás. — Carla devagar, eu vou cair.
Carla: — Eu quero que caia mesmo, sabe Ana Clara eu adorei o fato de você ter ficado cega eu nunca gostei de você, aliás nenhum de nós três, você sempre foi a popular da escola a loirinha de olhos que mudam de cor conforme o seu humor, hora azul, hora cinza e hora verdes, até suas sardas eram vistas como perfeitas. As vezes acho que você andava com nos negros apenas para se sentir ainda mais. Nós não somos os seus amigos e nunca seremos ainda mais você sendo uma cega.
Bruno: — Hoje você só será o que você sempre foi uma vadia, só que agora não vai escolher vai emplorar para qualquer um te foder.
Ana Clara: — O quê? Como assim, eu sempre fui a melhor amiga de vocês porque estão falando isso?
Valéria: — Cala a boca ceguinha e entra aí.
Ana Clara: — Ela me empurra para dentro do carro, Bruno dá partida no carro, as lágrimas escorrem pelo meu rosto, sinto o meu corpo quente muito quente, me sinto excitada de um jeito estranho. O carro para eles me puxam para fora o barulho é alto, deduzo que seja uma boate, mas sinto que já não tenho muito controle sobre mim. As pessoas batem em mim, tento pedir ajudar mais ninguém me dar ouvido. A excitação começa a tomar conta de mim, começo a dançar passando minhas mãos pelo meu corpo. O que será de mim?
***
Vitor: — Ryan você só tem até amanhã às dez da manhã, eu tenho duas cirurgias para fazer em crianças que são dos Estados Unidos, não posso adiar já era para termos ido embora há três dias atrás.
Ryan: — Tá tudo bem, Isabella vai ficar para resolver as suas coisas e daqui alguns dias eu volto para buscá-la.
Vitor: — É o amor te pegou de jeito, o jeito é eu ir me divertir mais uma vez.
Ryan: — Vejo que tem tido mais mulheres nos últimos dias aqui no Brasil do que no último mês na Itália.
Vitor: — Elas querem e não sou nem louco para negar. Falo e nós dois sorrimos. Ryan sai para ir até a sua garota e eu decido ir a uma boate.
Já na boate bebendo o meu uísque olho para a pista de dança cheia, vejo uma garota de cabelos longos e loiros, fico estáticos com o meu coração quase saindo do peito e uma excitação se mistura com o nervosismo que sinto, não penso muito e desço quase que correndo, ela dança passando as mãos pelo corpo como se estivesse excitada ou querendo provocar algum.
Quanto mais me aproximo mais o meu coração acelera, toco sua cintura e ela toca a minha mão. Seu toque faz uma corrente elétrica percorrer todo o meu corpo, ela se vira para mim. Porra! Ela é perfeita. — Oi, me chamo Vitor e você?
Ana Clara: — Ana, Ana Clara.
Vitor: — Ela fala e eu não resisto ao seu sorriso, a puxo pela cintura e minha outra mão desliza por seu rosto até o seu pescoço e a beijo, ela é tão doce e tão intensa, a satisfação que sinto no beijo é surreal. Paramos o beijo por falta de ar. Ela me abraça, como se eu fode o seu salvador. Eu nunca senti tanto conforto em um abraço de uma mulher. Ela sobe sua mão pelo meu braço como se me apalpace. Algo passa pela minha mente, mas ela me tirara dos meus pensamentos quando sussurra.
Ana Clara: — Me leva para outro lugar.
Vitor: — Tem certeza?
Ana Clara: — Sim, por favor.
Vitor: — Vem, falo e pego na sua mão. saio caminhando devagar tenho quase certeza que ela é cega, mas como uma cega estaria sozinha em uma boate? Não sei, mas de uma coisa eu sei, tem algo de errado com ela ou talvez ela só tenha bebido demais.
Antes de entrarmos no carro balançou as mãos em frente ao seu rosto e ela não expressou nenhuma reação. As luzes da boate não me permitiram ter, pego o meu celular e ligo a lanterna e confirmo, ela é cega. — Ana Clara, me desculpe, eu não percebi lá dentro que você é deficiente visual. Me fala o seu endereço que eu te levo em casa. Ou você está acompanhada de alguém?
Ana Clara: — Não, eu não quero ir para casa, o meu corpo esta queimando. Você está me dispensando porque eu sou cega?
Vitor: — Não, claro que não, você é linda é perfeita. O que eu sentir com você nesses poucos momentos que estamos juntos eu nunca me sinto por ninguém. Falo e ela sorri.
Ana Clara: — Eu também sentir algo diferente. Me leva daqui Vitor, para qualquer lugar eu só quero esquecer quem eu sou, esquecer o meu dia. Falo ainda com um pouco de sanidade que me resta. São pouco mais de dez meses, sendo humilhada, larga a minha própria sorte rejeita pelas pessoas. O meu corpo está queimando minha vagina já está dolorida do quão excitada eu estou. Por favor, Vitor eu preciso de alívio. Vitor me beija. Eu já estou quase desesperada com todo esse calor, com todo esse tesão que só aumenta e começa a ficar doloroso.
Vitor: — Decido levar Ana comigo. A ajudo a entrar no carro e entro seguida, olho para o motorista que me entende e sobe o compartimento de divisão do carro que nos dá mais privacidade. Sou atacado por uma leoa faminta. Ela me beija com ferocidade suas unhas arranham a minha pele e ela pula no meu colo me deixo levar pelo momento, gemo em sua boca quando ela rebola na minha ereção, como se estivesse desesperada por alívio. — Droga é isso. Por sorte o hotel que estou hospedado fica aqui mesmo em Copacabana. Deixo ela se esfregar em mim e a beijo tentando me controlar para não devorá-la.
Ana Clara gemi alto. — Que se foda. Falo e levo uma mão para a sua intimidade. Cazzo!! Como ela está enxarcada, afasto a sua calcinha e penetro dois dedos na sua bucetinha apertada, os movimentando de forma frenética. Beijo sua boca sedento e continuou os movimentos.
Ana Clara: — Oh isso, não para por favor. Ah eu vou gozar, ó céus isso… aí.. aaa. Grito me desmanchando. — Vitor isso tá quente muito quente,falo e volto a me esfregar nele em busca de alívio, e meu Deus parece que acabei de gozar apenas me esfregando nele.
Vitor: — Dou graças a Deus que o carro parou, levo os meus dedos à boca sentindo o gosto dela e fico sedento por mais. Merda eu preciso me controlar, saio do carro e ajudo Ana Clara que já está toda descabelada, seria engraçado se ela estivesse sóbria. Arrumo o vestido dela e a pego no colo, no elevador foi uma loucura, quando entramos no quarto eu pego um copo de água e dou para ela que bebe.
Ana Clara: — Me ajuda Vitor, eu não aguento mais, por favor.
Vitor: — Ana Clara, eu gostei muito de você muito mesmo, eu não posso fazer isso. Porque não sei se você faria isso em seu juízo perfeito. Ao mesmo tempo sei que se não transarmos você sofrerá com os efeitos. E eu não estou falando de sentir calor e tesão. — Merda eu já fui longe demais. Falo me levantando e quando me viro para ela após o seu silêncio ela está nua completamente, sentando no sofá de pernas abertas se tocando, com uma mão nos seios e a outra na buceta. — Não faz isso Ana, a minha voz sai mais rouca do que deveria.
Ana Clara: — Eu também senti algo diferente quando me tocou e eu toquei sua mão e senti uma espécie de corrente elétrica passar pelo meu corpo. Nós podemos fazer isso enquanto eu falo coisas que eu só falaria para alguém realmente importante para mim. Será uma prova de que confiei em você caso eu não me lembre de nada.
.
.
Recadinho da autora...
Que loucura, esse encontro. Prevejo coisas🤭
***Faça o download do NovelToon para desfrutar de uma experiência de leitura melhor!***
Atualizado até capítulo 50
Comments
Gleide Sousa
nossa quanta crueldade
2024-09-29
1
Amélia Rabelo
que mae é essa e essas amigas ela não precisa de inimiga
2024-09-20
0
Maria Pinheiro
Raça nojenta e covarde!! tinham inveja da garota mas nunca fizeram nada agora por que a pobrezinha está cega fazem essa maldade com ela , mas isso vai ter volta por que a vida lhe jogou nos braços da pessoa certa . 😍
2024-09-11
1